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| Foto Shutterstock/DirkVG |
Os projetos que buscam instalar sistemas de armazenamento de energia por baterias no Ceará somam 5 gigawatts (GW) de capacidade.
Pelo menos seis empresas de grande porte cadastraram propostas para o território cearense. As informações foram divulgadas pelo secretário de Desenvolvimento Econômico do Ceará, Fábio Feijó.
Entre os interessados, três grupos econômicos são do Brasil e outros três, internacionais, da Europa e da China, segundo o secretário.
Todos têm atuação no segmento de energia, em sua maioria no Ceará. Os nomes das empresas e a localidade dos projetos não foram divulgados.
"Somente essa meia dúzia de projetos detém 5 GW de capacidade. Pelo que ouvimos do mercado, é a maior capacidade do Brasil, no mínimo a segunda maior. Fomos o único Estado que conseguiu aprovar lei específica do leilão", informou o secretário.
O Nordeste concentrou cerca de 71% da potência cadastrada no leilão de baterias, que será realizado em dezembro. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) recebeu 6.091 projetos para participar do leilão.
A região terá prioridade no leilão, com benefício de 10% na análise para os projetos localizados em estados nordestinos.
A Associação Brasileira de Sistemas de Armazenamento de Energia (Absae) aponta que, como a capacidade total prevista de contratação é de 5 GW, a tendência é que o volume seja selecionado de forma mais distribuída.
"Dificilmente toda a demanda estimada pela entidade (de 4 a 5 GW) em um único estado, mas não há impedimento físico ou regulatório para isso", observa.
Com informações do Diário do Nordeste.
Apenas uma mulher está entre os 50 candidatos mais ricos do Ceará
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| Foto Reprodução/Instagram |
Estreante nas disputas eleitorais, a empresária Monique Beatriz Proença Alencar Bezerra, conhecida como Monique Vaqueira (PSB), é a única mulher que figura na lista dos 50 candidatos com maiores patrimônios declarados no Ceará nas eleições deste ano. Conforme os dados informados à Justiça Eleitoral, ela tem R$ 16,5 milhões em bens.
O levantamento considera candidatos a diferentes cargos nas eleições de 2026, incluindo Câmara dos Deputados, Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), Senado Federal e suplências. Monique aparece na 6ª posição do ranking.
O patrimônio informado pela candidata do PSB a deputada federal está concentrado principalmente em investimentos e participações empresariais. Ela declarou duas cotas de capital, avaliadas em R$ 3,63 milhões e R$ 1,76 milhão, além de R$ 10 milhões em renda fixa.
A relação apresentada à Justiça Eleitoral inclui ainda R$ 800 mil em letra de crédito, R$ 211,3 mil em fundo de investimento, R$ 81,2 mil em CDB e R$ 5,4 mil em poupança. Somados, os sete bens chegam a R$ 16,5 milhões.
Para o levantamento, o PontoPoder levou em conta os dados transmitidos pelos partidos e federações à Justiça Eleitoral até essa quarta-feira (12). As legendas podem enviar ou corrigir informações até o próximo sábado (15), prazo final para requerer o registro das candidaturas. Por isso, os valores ainda podem sofrer alterações.
Única mulher entre os 50 mais ricos
À frente da candidata, a lista é dominada por suplentes. Irmão do ex-prefeito Roberto Cláudio (União), o empresário Prisco Bezerra (União), primeiro suplente na chapa para o Senado liderada por Capitão Wagner (União), é o candidato declaradamente mais rico. Ele disse ter R$ 201,3 milhões em bens.
Em seguida, aparece Rodrigo Oliveira (MDB), filho do deputado federal Eunício Oliveira (MDB). Candidato a segundo suplente na composição liderada por Luizianne Lins (Rede), o emedebista declarou ter R$ 78,6 milhões. A lista segue com o candidato a segundo suplente na chapa do senador Cid Gomes (PSB), o empresário Júlio Ventura (PSB), com R$ 63,7 milhões.
João Barroso (PSDB), candidato a primeiro suplente na composição com Alcides Fernandes (PL), declarou R$ 62,1 milhões. Fechando o ranking de cinco mais ricos aparece o deputado federal Luiz Gastão (PSD), com R$ 24,6 milhões.
Depois dos R$ 16,5 milhões declarados por Monique, aparecem nomes como Adail Carneiro (PSDB), com R$ 16,1 milhões; Felipe Aguiar (MDB), com R$ 15,5 milhões; Ilo Neto (PT), com R$ 14 milhões; e Tadeu Oliveira (PSDB), com R$ 12,6 milhões.
Com informações do Diário do Nordeste.


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