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sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Grupos da China e da Europa entram na disputa por baterias no Ceará

 


Foto Shutterstock/DirkVG
Os projetos que buscam instalar sistemas de armazenamento de energia por baterias no Ceará somam 5 gigawatts (GW)​ de capacidade.

Pelo menos seis empresas de grande porte cadastraram propostas para o território cearense. As informações foram divulgadas pelo secretário de Desenvolvimento Econômico do Ceará, Fábio Feijó.

Entre os interessados, três grupos econômicos são do Brasil e outros três, internacionais, da Europa e da China, segundo o secretário.

Todos têm atuação no segmento de energia, em sua maioria no Ceará. Os nomes das empresas e a localidade dos projetos não foram divulgados.

"Somente essa meia dúzia de projetos detém 5 GW de capacidade. Pelo que ouvimos do mercado, é a maior capacidade do Brasil, no mínimo a segunda maior. Fomos o único Estado que conseguiu aprovar lei específica do leilão", informou o secretário.

O Nordeste concentrou cerca de 71% da potência cadastrada no leilão de baterias, que será realizado em dezembro. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) recebeu 6.091 projetos para participar do leilão.

A região terá prioridade no leilão, com benefício de 10% na análise para os projetos localizados em estados nordestinos.

A Associação Brasileira de Sistemas de Armazenamento de Energia (Absae) aponta que, como a capacidade total prevista de contratação é de 5 GW, a tendência é que o volume seja selecionado de forma mais distribuída.

"Dificilmente toda a demanda estimada pela entidade (de 4 a 5 GW) em um único estado, mas não há impedimento físico ou regulatório para isso", observa.

Com informações do Diário do Nordeste.

Apenas uma mulher está entre os 50 candidatos mais ricos do Ceará

Foto Reprodução/Instagram
Estreante nas disputas eleitorais, a empresária Monique Beatriz Proença Alencar Bezerra, conhecida como Monique Vaqueira (PSB), é a única mulher que figura na lista dos 50 candidatos com maiores patrimônios declarados no Ceará nas eleições deste ano. Conforme os dados informados à Justiça Eleitoral, ela tem R$ 16,5 milhões em bens.

O levantamento considera candidatos a diferentes cargos nas eleições de 2026, incluindo Câmara dos Deputados, Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), Senado Federal e suplências. Monique aparece na 6ª posição do ranking.

O patrimônio informado pela candidata do PSB a deputada federal está concentrado principalmente em investimentos e participações empresariais. Ela declarou duas cotas de capital, avaliadas em R$ 3,63 milhões e R$ 1,76 milhão, além de R$ 10 milhões em renda fixa.

A relação apresentada à Justiça Eleitoral inclui ainda R$ 800 mil em letra de crédito, R$ 211,3 mil em fundo de investimento, R$ 81,2 mil em CDB e R$ 5,4 mil em poupança. Somados, os sete bens chegam a R$ 16,5 milhões.

Para o levantamento, o PontoPoder levou em conta os dados transmitidos pelos partidos e federações à Justiça Eleitoral até essa quarta-feira (12). As legendas podem enviar ou corrigir informações até o próximo sábado (15), prazo final para requerer o registro das candidaturas. Por isso, os valores ainda podem sofrer alterações.

Única mulher entre os 50 mais ricos

À frente da candidata, a lista é dominada por suplentes. Irmão do ex-prefeito Roberto Cláudio (União), o empresário Prisco Bezerra (União), primeiro suplente na chapa para o Senado liderada por Capitão Wagner (União), é o candidato declaradamente mais rico. Ele disse ter R$ 201,3 milhões em bens.

Em seguida, aparece Rodrigo Oliveira (MDB), filho do deputado federal Eunício Oliveira (MDB). Candidato a segundo suplente na composição liderada por Luizianne Lins (Rede), o emedebista declarou ter R$ 78,6 milhões. A lista segue com o candidato a segundo suplente na chapa do senador Cid Gomes (PSB), o empresário Júlio Ventura (PSB), com R$ 63,7 milhões.

João Barroso (PSDB), candidato a primeiro suplente na composição com Alcides Fernandes (PL), declarou R$ 62,1 milhões. Fechando o ranking de cinco mais ricos aparece o deputado federal Luiz Gastão (PSD), com R$ 24,6 milhões.

Depois dos R$ 16,5 milhões declarados por Monique, aparecem nomes como Adail Carneiro (PSDB), com R$ 16,1 milhões; Felipe Aguiar (MDB), com R$ 15,5 milhões; Ilo Neto (PT), com R$ 14 milhões; e Tadeu Oliveira (PSDB), com R$ 12,6 milhões.

Com informações do Diário do Nordeste.

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