Vale deu preço de R$100 mil por morto e R$50 mil por família desabrigada pela lama.
Ainda não rendeu uma prisão sequer o rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho, matando quase 300 pessoas em janeiro. Há mais de sete meses os bombeiros de Minas Gerais fazem buscas por desaparecidos na mina Córrego do Feijão. Mais um corpo foi encontrado nesta sexta-feira (30). Ações foram movidas por autoridades como o Ministério Público e até a Comissão de Valores Mobiliários, mas são apenas notícias: nenhum responsável está preso. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Oito executivos da Vale chegaram a ser presos dias após a tragédia, mas no final de fevereiro o STJ mandou solta-los.
Com o corpo encontrado essa semana, a agonia de mais uma família chegou ao fim, mas ainda há oficialmente 22 pessoas desaparecidas.
A Vale se vê no direito de precificar vidas ceifadas e famílias destruídas oferecendo R$100 mil por morto e R$ 50 mil por família desabrigada.
(Diário do Poder)
domingo, 1 de setembro de 2019
Polícia de Juazeiro prende Nego Tarso, fugitivo da PIRC acusado de 11 homicídios
A polícia encontrou duas pistolas Taurus em inox, cerca de seis carregadores, munição e uma escopeta calibre 12 com cano longo de repetição (Foto: Reprodução)
Fonte: Site Miséria
Nego Tarso responde a 11 homicídios, tráfico de drogas, receptação e porte ilegal de armas
A Policia Militar de Juazeiro do Norte prendeu na tarde deste sábado (31), Tarciano de Souza Silva, que havia fugido da Penitenciária Regional Industrial do Cariri (PIRC) há cerca de um ano. Conhecido como nego Tarso, ele é acusado de matar ao menos 11 pessoas e é velho conhecido no mundo do crime, de acordo com a PM.
A informação do paradeiro de Tarciano chegou à polícia nesta manhã. Após um planeamento com homens do Policiamento Ostensivo Geral (POG), a equipe do Tenente Brasil cercou a residência do acusado por volta das 14h30.
Na casa localizada no bairro Jardim Gonzaga, a polícia encontrou duas pistolas Taurus em inox, cerca de seis carregadores, munição e uma escopeta calibre 12 com cano longo de repetição. Tarciano estava junto com a companheira, que também foi conduzida e terá situação averiguada pela delegada de plantão Cicera Araújo.
Nego Tarso responde a 11 homicídios, tráfico de drogas, receptação e porte ilegal de armas.
A informação do paradeiro de Tarciano chegou à polícia nesta manhã. Após um planeamento com homens do Policiamento Ostensivo Geral (POG), a equipe do Tenente Brasil cercou a residência do acusado por volta das 14h30.
Na casa localizada no bairro Jardim Gonzaga, a polícia encontrou duas pistolas Taurus em inox, cerca de seis carregadores, munição e uma escopeta calibre 12 com cano longo de repetição. Tarciano estava junto com a companheira, que também foi conduzida e terá situação averiguada pela delegada de plantão Cicera Araújo.
Nego Tarso responde a 11 homicídios, tráfico de drogas, receptação e porte ilegal de armas.
Fuga
No dia 24 de outubro de 2018, Tarciano e mais três presos pularam o muro de 5 metros da PIRC e empreenderam fuga. O trio conseguiu sair da cela onde se encontrava abrindo o cadeado com uma chave mixa. Depois, escalou o muro da vivência chegando até o pátio interno na unidade prisional.
O passo seguinte foi serrar o alambrado e escalar o muro que dá acesso ao lado de fora se utilizando de uma “Tereza” (corda artesanal). A ausência deles só foi notada com a contagem dos detentos e, imediatamente, foram iniciadas buscas por patrulhas da Polícia Militar, mas nenhum foi recapturado.
O primeiro homicídio atribuído ao “Nego Tarso” foi em abril de 2009 contra Reginaldo Santos Oliveira juntamente com um menor de 17 anos, na Rua Ioni Rodrigues perto da Cagece.
O adolescente pilotava a moto na garantia da fuga. Já em fevereiro de 2012 ainda tentou escapar ao cerco policial pulando o muro de sua casa na Rua das Flores, mas terminou preso com arma, munições e 50 gramas de cocaína.
No dia 24 de outubro de 2018, Tarciano e mais três presos pularam o muro de 5 metros da PIRC e empreenderam fuga. O trio conseguiu sair da cela onde se encontrava abrindo o cadeado com uma chave mixa. Depois, escalou o muro da vivência chegando até o pátio interno na unidade prisional.
O passo seguinte foi serrar o alambrado e escalar o muro que dá acesso ao lado de fora se utilizando de uma “Tereza” (corda artesanal). A ausência deles só foi notada com a contagem dos detentos e, imediatamente, foram iniciadas buscas por patrulhas da Polícia Militar, mas nenhum foi recapturado.
O primeiro homicídio atribuído ao “Nego Tarso” foi em abril de 2009 contra Reginaldo Santos Oliveira juntamente com um menor de 17 anos, na Rua Ioni Rodrigues perto da Cagece.
O adolescente pilotava a moto na garantia da fuga. Já em fevereiro de 2012 ainda tentou escapar ao cerco policial pulando o muro de sua casa na Rua das Flores, mas terminou preso com arma, munições e 50 gramas de cocaína.


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