
O Padre Marcelo Rossi está enfrentando um processo milionário por violação de direitos autorais em seu livro Ágape, publicado em 2015 e que se tornou um instantâneo bestseller.
De acordo com o colunista Alessandro Lo Bianco, do programa A Tarde é Sua, da RedeTV, na quinta-feira, dia 1, a escritora Izaura Garcia está processando o Padre por R$50 milhões, 20% do lucro obtido pela venda do livro.
Isso porque, ela foi responsável por uma página e meia do livro Ágape, que escreveu em 1983, e aceitou um acordo com a editora Globo e Marcelo Rossi para ceder os direitos de sua escrita para o livro por R$25 mil e com a condição da publicação de seu livro Diabetes.com.saúde pela editora.
Mas agora, Isaura afirma que não foi “remunerada apropriadamente”, pleitando por mais dinheiro e pelas novas versões do livro, que não lhe dão os devidos créditos sobre autoria do texto.
A assessoria de Marcelo Rossi afirmou que querem manter o Padre o mais afastado do assunto e que vão tentar fazer com que o acordo anterior assinado pela escritora seja honrado.Com informações do O Povo.
De acordo com o colunista Alessandro Lo Bianco, do programa A Tarde é Sua, da RedeTV, na quinta-feira, dia 1, a escritora Izaura Garcia está processando o Padre por R$50 milhões, 20% do lucro obtido pela venda do livro.
Isso porque, ela foi responsável por uma página e meia do livro Ágape, que escreveu em 1983, e aceitou um acordo com a editora Globo e Marcelo Rossi para ceder os direitos de sua escrita para o livro por R$25 mil e com a condição da publicação de seu livro Diabetes.com.saúde pela editora.
Mas agora, Isaura afirma que não foi “remunerada apropriadamente”, pleitando por mais dinheiro e pelas novas versões do livro, que não lhe dão os devidos créditos sobre autoria do texto.
A assessoria de Marcelo Rossi afirmou que querem manter o Padre o mais afastado do assunto e que vão tentar fazer com que o acordo anterior assinado pela escritora seja honrado.Com informações do O Povo.
Ceará registrou 33 mil assassinatos nos últimos 10 anos

A cada dia, pelo menos nove pessoas são mortas no Ceará. Por semana, são 63 casos. Por mês 252; por ano 3.024. A média de Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLIs), na última década, demonstra a alta taxa de letalidade no Estado.
De janeiro de 2009 até setembro deste ano, 33 mil pessoas foram assassinadas. Estatísticas da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) apontam para uma violência, cada vez mais grave, a despeito de altos e baixos nos índices.
Crimes bárbaros passaram a ser vistos na rotina da população. Dos 33 mil Crimes Violentos Letais Intencionais, cerca de 25 mil aconteceram nos últimos cinco anos. O auge da violência atingiu o pico em 2017, quando foram contabilizados 5.133 casos.
O atual perfil de quem mais morre no Estado se mantém o mesmo no passar dos anos. São homens negros, de 15 a 29 anos de idade, com baixa escolaridade e renda que compõem a maior parte das estatísticas dos crimes violentos. O dado mostra que os jovens da periferia se mantém como principal alvo da violência. A desigualdade social permanece como um dos principais fatores influenciadores da criminalidade.
De janeiro de 2009 até setembro deste ano, 33 mil pessoas foram assassinadas. Estatísticas da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) apontam para uma violência, cada vez mais grave, a despeito de altos e baixos nos índices.
Crimes bárbaros passaram a ser vistos na rotina da população. Dos 33 mil Crimes Violentos Letais Intencionais, cerca de 25 mil aconteceram nos últimos cinco anos. O auge da violência atingiu o pico em 2017, quando foram contabilizados 5.133 casos.
O atual perfil de quem mais morre no Estado se mantém o mesmo no passar dos anos. São homens negros, de 15 a 29 anos de idade, com baixa escolaridade e renda que compõem a maior parte das estatísticas dos crimes violentos. O dado mostra que os jovens da periferia se mantém como principal alvo da violência. A desigualdade social permanece como um dos principais fatores influenciadores da criminalidade.
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