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sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Ceará tem 12 empresas entre as maiores varejistas do Brasil

 


Foto Divulgação/Pague Menos
Pelo terceiro ano consecutivo, o Ceará lidera o varejo nordestino com 12 empresas entre as 300 maiores do País, segundo o Ranking TOP 300 do Varejo Brasileiro, divulgado nessa última quinta-feira (27) pelo Instituto Retail Think Tank (IRTT).

A maior varejista do Ceará é o Grupo Pague Menos. A farmacêutica teve um faturamento de R$ 16,05 bilhões no ano passado, 18% a mais do que em 2024.

No segmento de drogarias, a empresa é a terceira maior do País, atrás somente da RD Saúde (Droga Raia e Drogasil) e da Drogarias São Paulo e Pacheco (DPSP). O levantamento considera os resultados do ano de 2025.

Supermercadistas continuam dominando lista

Ainda que as duas primeiras posições do levantamento de 2025 não sejam do setor de supermercados, o ranking cearense é dominado por empresas do segmento.

São oito companhias com sede no Estado e atuação também restrita ao território cearense que aparecem na lista das 300 maiores varejistas do País.

Isso inclui os grupos responsáveis pelas bandeiras supermercadistas São Luiz, Cometa e Frangolândia, as três maiores do Estado no setor e as únicas com faturamentos bilionários em 2025.

Além das três redes, que têm sede em Fortaleza, empresas do setor com atuação restrita à Região Metropolitana da Capital e a municípios do interior também figuram no ranking. É o caso dos grupos responsáveis pelos supermercados Diniz e Moranguinho.

Redes com atuação em outros estados aparecem no ranking, incluindo a rede de restaurantes Coco Bambu, considerada a segunda maior do estado, com faturamento de R$ 2,2 bilhões em 2025.

Com informações do Diário do Nordeste.

Após contestação de empresas, 3corações conclui compra da Yoki e operação pode beneficiar Ceará

Foto Divulgação/3corações.

A aquisição das operações da General Mills no Brasil pelo Grupo 3corações, avaliada em R$ 800 milhões, foi autorizada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) após contestação de possíveis impactos na concorrência.

Com a aprovação pelo conselho em 14 de agosto, a 3corações incorpora marcas como Yoki, focada em pipoca, farofa e grão, e Kitano, do segmento de temperos.

Conhecida por grandes marcas de café, a 3corações já tem em seu portfólio três marcas de produtos à base de milho e pipoca: Dona Clara, Claramil e Kimimo. Isso levou a manifestações contrárias por outros players do segmento, que alegaram riscos de monopólio.

A Pachá Alimentos, de Minas Gerais, disse que o negócio acarretaria concentração de mercado e ampliação do poder competitivo das empresas envolvidas.

A análise do Cade identificou, entretanto, que a fusão não poderia levar ao exercício de poder no mercado, já que as duas empresas juntas têm participação abaixo de 20% do mercado nacional de derivados de moagem seca de milho, flocão de milho, canjica e amido de milho.

"A operação não traz indícios de possibilidade de exercício de poder de mercado, tampouco implica aumento expressivo do nível de concentração do segmento, de modo que não enseja preocupações concorrenciais", aponta o parecer.

Já no mercado de milho de pipoca, embora os dois grupos representem mais de 30% das vendas, a possibilidade de interferência no mercado foi vedada após análise de importações, condições de entrada e rivalidade.

"A análise de rivalidade identificou elementos que apontam para a existência de concorrência efetiva entre as Requerentes e outros agentes instalados no mercado, constituindo fator apto a limitar eventual exercício de poder de mercado pela empresa resultante da Operação", disse a Superintendência-Geral do conselho

Com informações do Diário do Nordeste.

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