O preço médio da gasolina no estado Ceará é o quinto mais alto do Nordeste, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP), com base em um levantamento realizado entre os dias 30 de setembro e 6 de outubro.
Com o litro custando R$ 4,750 para o consumidor, o estado fica atrás da Bahia (R$ 4,877), Sergipe (R$ 4,857), Alagoas (R$ 4,839) e Rio Grande do Norte (R$ 4,779) na lista dos mais elevados.
1 - Bahia - R$ 4,877
2 - Sergipe - R$ 4,857
3 - Alagoas - R$ 4,839
4 - Rio Grande do Norte - R$ 4,779
5 - Ceará - R$ 4,750
6 - Piauí - R$ 4,735
7 - Pernambuco - R$ 4,604
8 - Paraíba - R$ 4,567
9 - Maranhão - R$ 4,460
Segundo a ANP, o litro da gasolina chega a ser comercializado por até R$ 4,966 na cidade de Crateús no Ceará; já o valor mais baixo foi encontrado por R$ 4,647 no município de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza.
EM TEMPO – Na cidade de Iguatu da gasolina é comercializado por R$ 4,94
A pesquisa foi realizada em 218 postos do estado. Em Fortaleza, o preço médio encontrado nos estabelecimentos é de R$ 4,745. A capital cearense é a quinta do Nordeste com o preço mais alto.
Bolsonaro chega a 59% dos votos válidos em pesquisa BTG Pactual
Jair Bolsonaro (PSL) tem 59% das intenções de votos válidos para presidente da República e Fernando Haddad (PT) tem 41%, afirma a mais recente pesquisa BTG Pactual, divulgada nesta segunda-feira (15). O dado se refere ao cenário estimulado.
Considerando a totalidade dos dados, ou seja, registrando os votos brancos, nulos e o número de indecisos, o ex-capitão do Exército ainda assim tem o apoio de mais da metade do eleitorado: 51%. Fernando Haddad (PT), aparece com 35% das intenções. Brancos e nulos são 5%. Já os que disseram que não votariam em ninguém somam 6%. Não sabem ou não responderam 3%.
De todos os perfis avaliados, o candidato petista só venceria em três: os eleitores do Nordeste, os que ganham até 1 salário mínimo e os jovens com idade entre 16 e 24 anos.
Voto definitivo
Dos eleitores que votam em Bolsonaro, 94% dizem que a decisão é definitiva. Ou seja, não devem mudar o voto. Entre os que preferem Haddad, 89% não devem mudar o voto. 76% dos que dizem votar em nenhum ou ninguém, e 69% dos que responderam branco ou nulo não devem alterar a decisão. A média de voto definitivo é de 90%.
Rejeição
Bolsonaro também tem a menor rejeição entre os dois candidatos. 38% dos entrevistados disseram que não votariam nele "de jeito nenhum". Os que nunca votariam em Haddad são 53%. Outros 54% disseram que "poderiam votar" no candidato do PSL e 39% no petista. Dizem não conhecer Bolsonaro 8% e Haddad, 7%. Não sabem ou não responderam 1% para ambos.
O Instituto FSB Pesquisa, que realiza o levantamento para o BTG Pactual, entrevistou 2 mil eleitores por telefone com idade com idade a partir de 16 anos, nas 27 Unidades da Federação.
Os dados foram colhidos entre os dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o intervalo de confiança é de 95%.
Fonte: Diário do Nordeste

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