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sábado, 3 de setembro de 2022

PRF apreende 5 motos com a mesma placa clonada em diferentes ações no Ceará

 Condutores foram presos em flagrante pelos crimes de receptação e adulteração de sinal veicular

PRF apreendeu as motos em diferentes ações em Fortaleza

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu cinco motocicletas com placas clonadas iguais em ações distintas em Fortaleza e no município de Iguatu, Interior do Ceará.
Na quarta-feira (31), os policiais apreenderam uma motocicleta que utilizava uma mesma placa clonada de outra moto já retida na semana anterior. O condutor não possuía habilitação para conduzir a moto e foi detido pelos agentes da PRF.
A PRF constatou, durante a fiscalização, que a motocicleta, na verdade, havia sido furtada em Fortaleza no dia 16 de janeiro de 2020. Segundo a PRF, foi quarta vez que a placa clonada havia sido localizada em veículos.
Ainda na quarta-feira, a quinta motocicleta que utilizava a mesma placa clonada foi apreendida. O homem também não possuía habilitação para conduzir a moto

OUTRA MOTO FURTADA - De acordo com a PRF, vários dos sinais do veículo estavam adulterados, indicando se tratar de uma moto clonada. Os agentes identificaram que a motocicleta havia sido furtada em Fortaleza no dia 18 de janeiro de 2020.
Os condutores foram presos em flagrante pelos crimes de receptação e adulteração de sinal veicular. As ocorrências foram encaminhadas para o 10º Distrito Policial onde as motocicletas ficarão à disposição dos seus legítimos proprietários.
 

Doença do tatu - ONG alerta sobre contato com animais silvestres

Após morte de jovem no Piauí, Associação Caatinga relembra cuidados no contato com fauna selvagem e importância da preservação ambiental - Apesar do nome, doença do tatu não é transmitida diretamente pelo animal

Apesar do nome, "doença do tatu" não é transmitida pelo animal - Fungo causador da enfermidade vive no solo das tocas

Após a morte de um jovem em Teresina (PI), nesta semana, pela chamada "doença do tatu", a ONG Associação Caatinga produziu um alerta sobre os riscos no contato com animais silvestres. A organização pontua a importância da preservação destas espécies e de seu habitat.
No caso do Piauí, o jovem contraiu o fungo Paracoccidioidomicose ao caçar um tatu. Apesar do nome, a doença não é causada diretamente pelo animal: o fungo é encontrado no solo das tocas, que são vasculhadas durante a caça. Além do jovem que morreu, o irmão dele e um amigo, que participavam da ação, foram contaminados.                       
A Associação Caatinga lembra que a caça de animais silvestres é regulamentada pela Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998). O texto define que é proibido "caçar, apanhar ou utilizar" estes bichos sem permissão ou licença dos órgãos competentes, ou fora dos termos da autorização concedida.
A pena é de detenção, que pode ir de seis meses a um ano, e multa. Se houver comprovação de caça profissional (para venda de carne, peles ou outras partes do animal), a punição pode ser aumentada em até três vezes.
Para além da questão legal, há riscos para a saúde, como no caso do jovem piauiense. Segundo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), aproximadamente 60% das doenças que atingem humanos têm origem animal - as chamadas zoonoses. Alguns exemplos são a raiva, a gripe H1N1 e a peste bubônica.

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