O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nessa quinta-feira (1º), por unanimidade, mudança na resolução que trata das disposições gerais das Eleições 2022 para incluir na norma as recém-aprovadas proibições de porte de aparelhos celulares e armas dentro da cabine de votação.
As proibições foram aprovadas nas duas sessões plenárias anteriores, quando os ministros do TSE responderam duas consultas elaboradas por partidos. As respostas indicaram qual a interpretação da Corte Eleitoral sobre o assunto. Agora, com a inserção em norma, as vedações se tornam efetivas.
Pela decisão, a resolução define ser proibido portar aparelho de telefonia celular, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamento de radiocomunicação ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto, “mesmo que desligado”.
O texto aprovado acrescenta que o mesário deverá perguntar ao eleitor se carrega algum celular ou outro aparelho que possa registrar ou transmitir o voto e reter tais aparelhos até que a pessoa saia da cabine de votação.
Caso o eleitor se recuse a responder ou a entregar o aparelho, “não será autorizado a votar e a mesa receptora constará em ato os detalhes do ocorrido e acionará a força policial para que tome as providências necessárias, sem prejuízo de comunicação à juíza ou juiz eleitoral”, destaca a resolução.
Quem é Fernando Andrés Sabag Montiel, brasileiro que tentou matar Cristina Kirchner
Suspeito preso de tentar matar a vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, o brasileiro identificado como Fernando Andrés Sabag Montiel, paulista de 35 anos, já foi autuado por porte de arma e tem registro para trabalhar como motorista de aplicativo. As informações são do g1.
O ataque aconteceu quando Cristina acenava para simpatizantes na frente de sua casa no bairro da Recoleta, em Buenos Aires, na noite desta quinta-feira (1º).
Montiel levanta a mão esquerda com a arma, que é verdadeira e estava carregada, engatilha e tenta o disparo, mas arma falha. Ainda não se sabe qual foi a motivação para a tentativa de assassinato. Ele foi detido de imediato.
Obtido pela Polícia Federal, o documento do brasileiro mostra que ele nasceu em São Paulo, mas vive pelo menos desde 1993 na Argentina. Segundo o blog da jornalista Andréia Sadi, o atirador é filho de mãe argentina e pai chileno - pai que teria sido expulso do Brasil em 2021.



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