
O Estado do Ceará teve uma redução de 7,2% nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) nos primeiros oito meses de 2022 na comparação com o mesmo período em 2021. Foram 1.988 mortes violentas entre janeiro e agosto deste ano e 2.143 em 2021. São 155 casos a menos. Os dados são da Superintendência de Pesquisa e Estratégia de Segurança Pública (Supesp), da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).
O comparativo mês a mês mostra que agosto teve 250 casos, uma diminuição de 11% em relação a agosto do ano passado, que teve 281 mortes.
Em janeiro de 2022, foram registrados 251 casos, em fevereiro 276, e março apresentou queda para 227.
Abril teve 244 registros, maio teve 269 casos e foi o mês com maior número de mortes neste ano até o momento; em junho e julho, foram 214 e 257 casos, respectivamente.
A redução de mortes violentas no Estado está ligada ao combate ao tráfico de drogas, de acordo com o comandante-geral da Polícia Militar do Ceará (PMCE), coronel Márcio Oliveira.
Ao todo, foram registrados 2.947 autos de apreensão e prisão em flagrante por tráfico de drogas no Ceará, entre janeiro e julho de 2022. Isso significa que, em média, 421 pessoas foram presas ou apreendidas por tráfico de drogas a cada mês.
Com informações do O Povo.
Ceará soma 27.570 mortes e 1.380.924 casos de coronavirus
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Desde o início da pandemia no Ceará, há mais de dois anos, o Estado já confirmou 1.380.924 casos de Covid-19 e 27.570 mortes em decorrência da infecção. Os dados são da última atualização da plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), às 7h48min desta última quinta-feira, 1º. Nenhuma morte foi registrada pela doença nas últimas 24 horas no Estado.
Até o momento, 1.235.521 pessoas já se recuperaram da doença no Ceará. Segundo a última atualização do IntegraSUS, 18.085 casos ainda estão sendo investigados. A taxa de letalidade da doença no Estado está em 2,0. Até este dia 1º de setembro, já foram realizados 4.198.328 exames para detecção do Sars-Cov-2, o coronavírus, causador da Covid-19.
Com informações do O Povo.
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