Ao todo foram pesquisados 120 postos de combustíveis no Estado
Os motoristas cearenses estão sentindo no bolso o aumento no valor dos combustíveis. O litro da gasolina comum no Ceará se manteve em alta e atingiu o valor médio de R$ 5,55, um aumento de R$ 0,06 em relação à pesquisa da semana anterior, de acordo com a pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. O levantamento foi realizado entre os dias 1º a 7 de janeiro. Os números divulgados nesta semana mantém o Ceará como a gasolina mais cara do Brasil pela segunda semana consecutiva, seguido pela Bahia. Já o valor médio mais barato está no Amapá, onde o litro está custando R$ 4,57.
Ao todo foram pesquisados 120 postos de combustíveis no Estado e os preços oscilaram entre R$ 4,97, encontrado em um posto na Caucaia, e R$ 5,79, registrado em Fortaleza e no Crato. A gasolina aditivada, analisada em 101 estabelecimentos, também subiu, registrando o preço médio de R$ 5,71, com o mínimo de R$ 5,07 e o máximo R$ 6,89.
Já em todo Brasil, o preço médio de revenda da gasolina comum é de R$ 5,12, com os valores oscilando em mais de R$ 3,50 entre a mais barata e a mais cara registrada, indo de R$ 4,15 a R$ 7,79. Em relação ao valor do litro do Etanol, pesquisados em 115 postos de combustíveis, o valor médio no Ceará é de R$ 4,57, registrando uma queda de R$ 0,07 em relação à semana passada. O preço mínimo encontrado foi de R$ 3,99 e o máximo de R$ 6,19.
AGU pede prisão de Anderson Torres e terroristas por atos violentos no DF
A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão em flagrante de Anderson Torres, secretário de segurança do Distrito Federal exonerado, pela omissão diante dos atos terroristas em Brasília, na tarde deste domingo (8). A instituição também pediu a detenção de todos os envolvidos nas manifestações antidemocráticas.
Na peça, a Advocacia-Geral argumenta que os atos “importam prejuízo manifesto ao erário e ao patrimônio público e também causam embaraço e perturbação da ordem pública e do livre exercício dos Poderes da República, com a manifesta passividade e indício de colaboração ILEGAL de agentes públicos”.



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