O Ceará é o estado brasileiro onde mais cresceu o número de mortes violentas de jovens. No ano passado, uma em cada cinco pessoas assassinadas tinha entre 10 e 19 anos.
O filho da cuidadora de idosos Edna Carla Sousa tinha apenas 17 anos quando morreu. Alef acompanhava um amigo que visitava a tia no bairro Curió e foi uma das vítimas da Chacina da Grande Messejana, que completa três anos em novembro.
Edna participa do movimento Mães do Curió, que luta pela prisão dos acusados da chacina. “Não é fácil, mas estamos aqui, estou de pé aqui, junto a outras mães, lutando por Justiça”.
O Ceará é o estado com maior aumento de mortes violentas de jovens com idade entre 15 e 24 anos. O dado é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que aponta crescimento de 144,1% nesse tipo de óbito no estado entre 2007 e 2017.
De acordo com o Comitê Cearense pela Prevenção de Homicídios na Adolescência, só no ano passado foram 981 mortes de vítimas entre 10 e 19 anos. O número é 50% maior que o registrado em 2016. Em 2017, uma em cada cinco pessoas assassinadas tinha essa idade.
O pesquisador Luís Fábio Paiva, do Laboratório de Estudos da Violência da UFC, destaca que o governo falha em não oferecer políticas sociais que deem perspectivas de futuro para os jovens mais vulneráveis que vivem nas periferias.
“Hoje não temos um planejamento que prevê o pior cenário. Então vai enxugando gelo. A nossa política de Segurança Pública é reativa: ela reage ao problema, ela não previne o problema. Eu não posso fazer projeto para 100 ou 200, tenho que fazer projeto para atender a massa, a multidão de jovens que estão sem ocupação, sem perspectiva de vida”. Com informações do Tribuna do Ceará.
O filho da cuidadora de idosos Edna Carla Sousa tinha apenas 17 anos quando morreu. Alef acompanhava um amigo que visitava a tia no bairro Curió e foi uma das vítimas da Chacina da Grande Messejana, que completa três anos em novembro.
Edna participa do movimento Mães do Curió, que luta pela prisão dos acusados da chacina. “Não é fácil, mas estamos aqui, estou de pé aqui, junto a outras mães, lutando por Justiça”.
O Ceará é o estado com maior aumento de mortes violentas de jovens com idade entre 15 e 24 anos. O dado é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que aponta crescimento de 144,1% nesse tipo de óbito no estado entre 2007 e 2017.
De acordo com o Comitê Cearense pela Prevenção de Homicídios na Adolescência, só no ano passado foram 981 mortes de vítimas entre 10 e 19 anos. O número é 50% maior que o registrado em 2016. Em 2017, uma em cada cinco pessoas assassinadas tinha essa idade.
O pesquisador Luís Fábio Paiva, do Laboratório de Estudos da Violência da UFC, destaca que o governo falha em não oferecer políticas sociais que deem perspectivas de futuro para os jovens mais vulneráveis que vivem nas periferias.
“Hoje não temos um planejamento que prevê o pior cenário. Então vai enxugando gelo. A nossa política de Segurança Pública é reativa: ela reage ao problema, ela não previne o problema. Eu não posso fazer projeto para 100 ou 200, tenho que fazer projeto para atender a massa, a multidão de jovens que estão sem ocupação, sem perspectiva de vida”. Com informações do Tribuna do Ceará.
Túmulo do cantor Belchior é um dos mais visitados em Fortaleza
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Um dos túmulos mais visitados durante a manhã desta sexta-feira (02), no Cemitério Parque da Paz, no bairro Passaré, em Fortaleza, foi o do cantor e compositor cearense Antônio Carlos Belchior.
Amigos, parentes e fãs fizeram questão de lembrar e homenagear o cantor cearense que morreu em abril de 2017, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul.
Maria do Socorro de Albuquerque, fã e amiga da família, disse emocionada que sempre acende velas e muda as flores de Belchior. Ela conviveu com o cantor no município de Sobral, na região Norte do estado. “Belchior nasceu lá e foi para o mundo. Um ícone de nossa música e nunca pode ser esquecido. É com muita alegria que venho visitar seu túmulo e rezar por sua alma”, afirma.
Amigos, parentes e fãs fizeram questão de lembrar e homenagear o cantor cearense que morreu em abril de 2017, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul.
Maria do Socorro de Albuquerque, fã e amiga da família, disse emocionada que sempre acende velas e muda as flores de Belchior. Ela conviveu com o cantor no município de Sobral, na região Norte do estado. “Belchior nasceu lá e foi para o mundo. Um ícone de nossa música e nunca pode ser esquecido. É com muita alegria que venho visitar seu túmulo e rezar por sua alma”, afirma.

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