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quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Ceará contará com 9 novos medicamentos para o tratamento do câncer pelo SUS

 


Foto Shutterstock

O Sistema Único de Saúde (SUS) começa a ofertar nove novos medicamentos contra o câncer nesta semana. A medida contempla 13 indicações de tratamento oncológico e inclui o Ceará entre os pelo menos 17 estados participantes desta etapa.

O anúncio foi feito nesta última terça-feira (20) pelo ministro Alexandre Padilha, com apoio da superintendente do Ministério da Saúde no Ceará, Kelly Arruda, que participou da agenda no Hospital Universitário do Ceará (HUC), em Fortaleza.

Segundo o Ministério da Saúde, os nove medicamentos contemplam 13 indicações para o tratamento de diferentes tipos de câncer, como os de mama, próstata e pulmão, além de linfomas.

Inicialmente, os medicamentos serão disponibilizados em 20 centros de tratamento distribuídos pelas cinco regiões do País.

A lista inclui medicamentos de alto custo, como o abemaciclibe, indicado para alguns tipos de câncer de mama, que pode custar R$ 366 mil na rede privada.

Esses nove remédios atuam de formas diferentes, de acordo com o tipo de tumor, o estágio da doença e o perfil de cada paciente. Entre os principais benefícios estão o aumento da sobrevida e a melhora da qualidade de vida. Há ainda indicações pós-cirurgia, quando não há mais sinal visível de tumor, com o objetivo de evitar que a doença volte.

Com informações do Diário do Nordeste.

Seca volta a avançar e já atinge mais de 89% do território cearense

Foto Reprodução 
Monitor de Secas aponta que 89,02% do Ceará estavam sob condição de seca relativa no mês passado. Quadro ainda é predominantemente de seca fraca, mas avanço ocorre após redução significativa da área afetada no primeiro semestre

A condição de seca voltou a se espalhar pelo Ceará nos últimos meses. Em setembro, 89,02% do território estadual estavam sob alguma condição de seca relativa, segundo a atualização mais recente do Monitor de Secas. O dado representa uma pequena alta em relação a agosto, quando o fenômeno alcançava 87,90% do estado, mas uma mudança muito mais expressiva quando comparada a julho, mês em que a área afetada era de 29,72%.

Apesar da grande extensão territorial, o cenário observado em setembro ainda é predominantemente de seca fraca (S0). Do total do Ceará, 84,47% estavam nesta categoria, enquanto 4,55% apresentavam seca moderada (S1). Não havia registro, naquele mês, de áreas nas categorias de seca grave, extrema ou excepcional.

O Monitor de Secas é coordenado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e reúne uma rede de instituições estaduais e federais. No Ceará, a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) tem participação central na elaboração e acompanhamento dos dados, ao lado de outras instituições de pesquisa do Brasil.

Com informações do Site Monolitos Post.

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