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| Foto: Pablo Pedraza/Divulgação |
O Ceará registrou 13.059 internos inscritos no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja PPL) em 2026. O número é o maior já registrado no sistema prisional cearense. As provas foram aplicadas nos dias 6 e 7 de outubro, em 27 unidades prisionais do estado.
O Encceja PPL é destinado a pessoas privadas de liberdade que não concluíram os estudos na idade adequada. O exame permite obter a certificação dos ensinos Fundamental ou Médio.
Em relação ao total de pessoas presas, o Ceará tem a maior proporção de inscritos no Encceja entre os estados brasileiros, segundo a Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização (SAP). O número de inscritos equivale a 53,85% da população prisional considerada no levantamento da Coordenadoria de Educação do Sistema Penitenciário (Cespe).
O total de inscrições representa um aumento de 16,9% em comparação com 2025, quando 11.171 pessoas privadas de liberdade se inscreveram. O recorde anterior havia sido registrado em 2023, com mais de 13 mil participantes.
A Unidade Prisional de Aquiraz teve o maior número de participantes entre os presídios cearenses, com 1.293 inscritos, o equivalente a 88,68% da população prisional da unidade. Em seguida aparecem as unidades de Pacatuba, com 1.262 inscritos; Sobral, com 1.229; e Caucaia, com 1.114.
Com informações do G1 Ceará.
Vacina brasileira contra malária recebe autorização para testes em humanos
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| Foto Aex Pazuello/Secom |
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início de testes em humanos da primeira vacina do mundo contra a malária causada pelo Plasmodium vivax, parasita responsável pela maioria dos casos da doença no país. O imunizante é feito com tecnologia 100% nacional.



Em nota, o Ministério da Saúde detalhou que a dose, chamada Vivaxin, é fruto de pesquisas conduzidas pelo Centro de Tecnologia de Vacinas (CTVacinas) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A tecnologia tem incentivo previsto de R$ 12 milhões da pasta para ensaios clínicos de fases I, II e III.
De acordo com o ministério, o estudo clínico de fase I vai avaliar a segurança da vacina, possíveis reações à aplicação e a capacidade de estimular uma resposta imunológica em um total de 48 participantes sem infecção prévia, com idades entre 18 e 59 anos. O acompanhamento clínico será feito por 360 dias.
“O avanço na pesquisa da tecnologia representa um marco e abre a possibilidade de uma nova forma de prevenção contra a doença que, em 2025, registrou 118.037 casos no território nacional”, avaliou a pasta no comunicado.
As duas vacinas contra malária atualmente recomendadas por autoridades sanitárias foram desenvolvidas para outra espécie de parasita causador da doença, o Plasmodium falciparum, predominante na África, não contra o Plasmodium vivax, que predomina nas Américas e na Ásia.
Com informações da Agência Brasil.


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