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| Foto Fabiane de Paula/SVM |
A cobrança extra na conta de energia elétrica das famílias brasileiras foi atenuada em 2026, com um menor acionamento das bandeiras tarifárias em relação ao ano passado. O cenário é positivo, mas não indica que a geração de energia no Brasil ficará sem intercorrências.
Em 2025, as bandeiras tarifárias amarela e vermelha foram acionadas com mais frequência e deixaram a conta de luz cerca de R$ 74,70 mais cara. Oito dos 12 meses tiveram incidência de custos extras, sobretudo no segundo semestre.
Já neste ano, a bandeira amarela foi acionada de maio a setembro. Em outubro, voltou a vigorar o patamar verde, em que não há cobranças extras na tarifa.
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o nível dos reservatórios das hidrelétricas foi estabilizado com o aumento do volume de chuvas nas regiões Sul e Sudeste, diante da transição da seca para a época chuvosa.
Com isso, o despacho das usinas termelétricas, que encarece o sistema de geração, foi reduzido. As bandeiras vermelhas patamar 1 e patamar 2, que indicam o maior nível de cobrança extra, não foram acionadas ao longo deste ano.
Contudo, a melhora nas condições de geração não indica garantia de abundância hídrica e segurança elétrica em todas as regiões do País, conforme pondera a professora de Mudanças Climáticas da Fundação Getulio Vargas (FGV), Marta Camila Carneiro.
"A ausência de bandeiras vermelhas é um sinal bom, positivo, mas deve ser analisado em conjunto com os outros reservatórios. Não é um indicador isolado do volume total de energia produzida do País. A bandeira sinaliza as condições e os custos de energia", avalia.
Com informações do Diário do Nordestem
Colisão entre van de pacientes com câncer e caminhonete deixa seis mortos e 15 feridos na Paraíba
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| Foto Artur Lira/TV Paraíba |
A colisão entre uma van e uma caminhonete deixou seis pessoas mortas e 15 feridas, na madrugada desta terça-feira (27), no km 227, da BR-230, entre as cidades de Juazeirinho e Soledade, na Paraíba, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Informações da Polícia Civil do estado, a van transportava ao menos 18 pessoas. Os passageiros saíram de Itaporanga e seguiam para tratamento contra o câncer, segundo a TV Paraíba, nas cidades de Campina Grande e João Pessoa. Quatro ocupantes do veículo morreram.
A hipótese da PRF é de que o motorista da van tenha invadido a pista contrária e colidido contra a caminhonete. No entanto, as causas ainda são desconhecidas.
A caminhonete saiu de Alagoa Nova e transportava mercadorias para a feira de Juazeirinho.
Nas redes sociais, a Prefeitura de Itaporanga, de onde partiu a van, lamentou o acidente que deixou os munícipes feridos e mortos.
"Neste momento, estamos acompanhando a situação e apurando cuidadosamente todas as informações junto às equipes responsáveis", declarou a publicação da gestão municipal.
Feridos são levados a hospital
De acordo com o g1, o Hospital de Trauma de Campina Grande informou que recebeu 15 feridos após o acidente. Entre os pacientes, estão duas crianças de 2 e 4 anos, ambas em estados grave.
As duas passaram seguem sob observação por equipes de Cirurgia Geral, Ortopedia e Neurociência. Outros 13 também estão sob observação.
Com informações do Diário do Nordeste.


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