Países vão tomar medidas concretas para manter a região do Indo-Pacífico "livre e aberta".
Estados Unidos, Austrália, Índia e Japão fizeram uma demonstração de força contra o Partido Comunista Chinês (PCCh) durante encontro, nesta terça-feira (6), de seus chanceleres em Tóquio.
Os países formam o chamado “Quad” — sigla inglesa para “Diálogo de Segurança Quadrilateral”.
Os ministros das Relações Exteriores prometeram tomar medidas concretas para manter a região do Indo-Pacífico “livre e aberta”.
A decisão é um recado direto às pretensões em curso de Pequim, de controlar 85% do Mar do Sul da China, sua principal saída comercial com o mundo.
Em discurso após a reunião, o chanceler norte-americano Mike Pompeo foi quem tomou a frente em termos de retórica:
“Como parceiros, é mais crítico agora do que nunca que nós colaboremos para proteger nossos povos da exploração, corrupção e coerção do Partido Comunista Chinês.”
E acrescentou:
“Nós as vemos nos mares do Sul e do Leste da China, no Mekong, nos Himalaias, no estreito de Taiwan.”
O encontro dos chanceleres também abriu o caminho para que a Austrália faça parte dos exercícios militares navais anuais que unem Índia e EUA desde 1992 e, a partir de 2015, integraram também o Japão, destaca o jornal Folha
Governo acaba com "farra" de ONG’s que "mamavam" milhões nas tetas públicas
Assim como a imprensa "marrom", as ONG’s (Organizações teoricamente Não Governamentais”) estão vendo a fonte secar no governo Bolsonaro.
Em 2018, ainda na gestão Michel Temer, quatro (das milhares existentes) ONGs embolsavam R$80,1 milhões do Ministério do Meio Ambiente, segundo fonte da pasta.
O fim da farra explica a pancadaria da mídia contra Bolsonaro e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.
Uma das ONGs favorecidas, a conceituada Imazon, recebeu R$25,6 milhões em 2018, último ano da “farra” com o dinheiro público.
Outra ONG que faturava muito, o Ipam, recebeu R$23,4 milhões.
A ISA recebeu nada menos que R$19,7 milhões e a ONG ICV, outra que se beneficia de dinheiro governamental, recebeu R$11,4 milhões.
(Diário do Brasil)


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