Na noite do último domingo (04), uma idosa de 74 anos foi agredida dentro da sua casa por seu próprio neto. O jovem supostamente estava sob efeito de álcool. O fato o correu no Ramal do Calado, em Manacapuru interior do Amazonas.
O neto, supostamente estava embriagado chegou em casa e após se desentender com a avó passou a agredi-la verbalmente. A idosa com medo, saiu de casa, mas foi perseguida pelo suspeito, que passou a lhe desferir golpes no braço com um cabo de vassoura.
Para se livrar das agressões a aposentada se armou com um terçado pequeno e desferiu um golpe na altura do ombro do Neto, o que lhe fez parar as agressões. Vizinhos da vítima acionaram a polícia e “Geremias” foi preso por crime de lesão corporal grave.
Segundo a idosa, o neto que mora com ela desde que era criança, tem problemas com o álcool e quando bebe fica agressivo, e que além das agressões ele a ameaçou de morte e a ofendeu a chamando de p*t* velha, galinha dentre outras ofensas.
Geremias está preso à disposição da justiça e junto com o auto de prisão em flagrante a Polícia Civil encaminhado à justiça pedido de medida protetiva pra a vitima, pois é recorrente as ameaças de morte, ofensas e agressões por parte do neto.
Fonte: PORTAL CM
Sem escolta da PF, Moro deve deixar o Brasil
Percebendo as decisões precipitadas que tomou (abandono da magistratura e desistência do cargo de Ministro da Justiça), Sérgio Moro poderá deixar o país.
Mônica Bergamo, colunista esquerdista da Folha, obteve informações sobre a relação de Moro com a família e escreveu que o desejo dos parentes é que ele se afaste da política e deixe o Brasil.
A ideia da família, segundo a colunista, é que Moro dê aulas de direito no estrangeiro e se afaste da ideia de concorrer à Presidência.
Rosângela Moro, esposa do ex-juiz federal, já manifestou diversas vezes a interlocutores que o marido contribuiu positivamente com o país e que a política partidária não é para ele .
Também foi dito na coluna que Moro revelou que não deveria abandonado o governo disparando contra Bolsonaro.
A partir deste mês, Moro perde o direito à escolta da Polícia Federal, após cumprir quarentena obrigatória do cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública.
(Diário do Brasil)


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