Web Radio Cultura Crato

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Homem morto a tiros em Aurora e outro morreu em Barbalha atingido por bala perdida

 

Dois homicídios à bala foram registrados no intervalo de duas horas e meia na noite desta terça-feira (29) na região do Cariri.
Demontier Tenório   site miséria 
“Nim” morreu em Barbalha em consequência de bala perdida.

Dois assassinatos à bala foram registrados no intervalo de duas horas e meia na noite desta terça-feira (29) na região do Cariri. Em Aurora, aconteceu o primeiro homicídio do mês de setembro e o sexto do ano no município ou um a mais em relação ao ano passado. Já em Barbalha, tivemos o terceiro assassinato do nono mês de 2026 sendo o 26º do ano ou 30% a mais que o ano passado naquele município

Por volta das 19h30min Francicláudio Alvino dos Santos, de 45 anos, foi morto a tiros em sua casa no Sítio Tropas em Aurora. O pai dele estava no alpendre de casa quando viu um casal chegando na residência do filho, do outro lado da estrada, numa moto Honda Bros. Bateram à porta e quando Francicláudio saiu, foi assassinado com os acusados fugindo na direção de Missão Velha. Ele não respondia crimes e era suspeito de, no dia anterior, atear fogo num Fiat Pálio branco pertencente a um deficiente físico.

Já às 22 horas houve o outro homicídio dessa vez na Rua Engenheiro Marco Aurélio (Bairro Alto do Rosário) no município de Barbalha. Nesse caso um homem foi atingido por bala perdido dentro de sua casa e faleceu meia hora depois no Hospital São Vicente de Paulo para onde foi socorrido. Foi identificado como sendo o aposentado Carlos Augusto dos Santos, de 48 anos, apelidado por “Nim”, o qual não respondia procedimentos criminais.

Exportações cearenses chegam a US$ 1,63 bilhão e avançam 8,2% em 2026

Foto Divulgação / SDE Ceará
As exportações do Ceará cresceram 8,2% entre janeiro e agosto de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado. O estado acumulou US$ 1,63 bilhão em vendas para o exterior e passou a ocupar a terceira posição entre os maiores exportadores do Nordeste, ultrapassando Pernambuco.

O desempenho também foi impulsionado pelo resultado de agosto. No mês, o Ceará exportou mais de US$ 341 milhões, maior valor mensal registrado neste ano e alta de 124,5% em relação a julho.

Os números estão em relatório do Centro Internacional de Negócios do Ceará, da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

Siderurgia concentra maior parte das exportações

A siderurgia foi o principal destaque do comércio exterior cearense em agosto. As vendas de ferro fundido, ferro e aço representaram 63% das exportações realizadas pelo estado no mês.

Na sequência, apareceram frutas, cera de carnaúba e calçados entre os produtos que contribuíram para o resultado.

O desempenho da indústria siderúrgica é apontado como um dos fatores que ajudaram a elevar o valor exportado pelo Ceará ao longo do ano. O gestor de negócios internacionais e comércio exterior Augusto Fernandes falou com a TV Cidade Fortaleza sobre o assunto e citou três elementos para explicar o resultado:

“Agora a gente tem alguns pontos para discutir. No ano passado, algumas exportações não foram devidamente averbadas, portanto não entraram na estatística. Segundo ponto: a questão do refinamento do aço, que a siderúrgica resolveu agregar mais valor vendendo um aço de mais qualidade que, pegando a demanda suprimida lá dos Estados Unidos, comprou essa matéria-prima. E o terceiro ponto, que é muito importante também: você tem o cumprimento dos contratos.”

Pescados mantêm mercado externo

O setor de pescados também aparece entre as atividades voltadas ao mercado internacional. Na empresa citada na reportagem, cerca de 90% dos produtos são destinados à exportação.

A maior parte da lagosta comercializada segue para mercados da Ásia e da Oceania, enquanto o peixe tem os Estados Unidos como principal destino.

Neste ano, as exportações da indústria de pescados cresceram entre 6% e 8% em relação ao ano passado. Apesar do avanço no valor, o volume comercializado permaneceu praticamente no mesmo nível, em razão da elevação dos preços.

Paulo Gonçalves, diretor comercial da Conpex, explicou que o comportamento está ligado à relação entre oferta e demanda no setor:

“Isso por conta de algumas pescarias que estão semelhantes às nossas, sem reagir muito bem. Então a demanda mantém-se, mas a oferta diminui. Isso faz com que o preço suba um pouco. Isso é sazonal.”

A expectativa da indústria é encerrar 2026 mantendo o ritmo atual de crescimento, que chega a 8%.

“O que está acontecendo hoje não deve mudar. Nós devemos manter as exportações, os volumes devem se manter e os valores devem se manter até o final do ano”, afirmou Paulo Gonçalves.

Com informações do Portal GC Mais.

Nenhum comentário:

Postar um comentário