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quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Homem morre após sofrer descarga elétrica em Várzea Alegre

 


Foto Reprodução 
Um homem morreu após sofrer uma descarga elétrica no sítio Araçás, Zona Rural de Várzea Alegre, na final da manhã desta última segunda-feira, 14.

Zotto Freire Gurgel, de 34 anos, foi visto pela esposa já sem vida, às margens de um açude que fica próximo à residência da família.

Segundo a Polícia Militar, em relatório, a mãe da vítima relatou que por volta das 10h30min, seu filho havia saído de casa com a finalidade de ligar uma bomba d’água instalada no açude localizado ao lado da residência. Por volta das 13h30min, ao perceber que ele estava demorando, solicitou que a esposa dele fosse até ao local para verificar o que havia acontecido.

Ao chegar ao açude, a mulher encontrou a vítima já sem vida às margens do reservatório. O corpo foi deixado no local até a chegada da composição policial e dos órgãos periciais.

Conforme as circunstâncias encontradas no açude, a vítima teria sofrido uma descarga elétrica, possivelmente em decorrência do contato com a instalação da bomba d’água existente no açude.

Com informações do Site Várzea Alegre Agora.

Quase 1 em cada 3 adolescentes brasileiros já experimentou cigarro

Foto Divulgação/ ONU
Quase um em cada três adolescentes brasileiros entre 13 e 17 anos já experimentou cigarro eletrônico. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024, produzida pelo IBGE, mostram que o percentual passou de 16,8%, em 2019, para 29,6%, em 2024. 

O avanço dos chamados vapes ocorre enquanto a experimentação do cigarro convencional apresenta movimento contrário. No mesmo período, o índice caiu de 22,6% para 18,5% entre os adolescentes.

Os números não significam necessariamente que o cigarro eletrônico tenha substituído diretamente o convencional, mas revelam uma mudança importante na maneira como adolescentes estão entrando em contato com a nicotina.

“Durante muitos anos, a prevenção esteve concentrada no primeiro cigarro. Agora, a nicotina chega com outra aparência, sabores variados e a ideia equivocada de que o produto oferece pouco risco. A embalagem mudou, mas o risco de dependência permanece”, alerta Roberto Rangel, médico de Família e Comunidade e gestor público.

Com informações do Ceará Agora.

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