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| Foto Reprodução |
Um homem morreu após sofrer uma descarga elétrica no sítio Araçás, Zona Rural de Várzea Alegre, na final da manhã desta última segunda-feira, 14.
Zotto Freire Gurgel, de 34 anos, foi visto pela esposa já sem vida, às margens de um açude que fica próximo à residência da família.
Segundo a Polícia Militar, em relatório, a mãe da vítima relatou que por volta das 10h30min, seu filho havia saído de casa com a finalidade de ligar uma bomba d’água instalada no açude localizado ao lado da residência. Por volta das 13h30min, ao perceber que ele estava demorando, solicitou que a esposa dele fosse até ao local para verificar o que havia acontecido.
Ao chegar ao açude, a mulher encontrou a vítima já sem vida às margens do reservatório. O corpo foi deixado no local até a chegada da composição policial e dos órgãos periciais.
Conforme as circunstâncias encontradas no açude, a vítima teria sofrido uma descarga elétrica, possivelmente em decorrência do contato com a instalação da bomba d’água existente no açude.
Com informações do Site Várzea Alegre Agora.
Quase 1 em cada 3 adolescentes brasileiros já experimentou cigarro
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| Foto Divulgação/ ONU |
Quase um em cada três adolescentes brasileiros entre 13 e 17 anos já experimentou cigarro eletrônico. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024, produzida pelo IBGE, mostram que o percentual passou de 16,8%, em 2019, para 29,6%, em 2024.
O avanço dos chamados vapes ocorre enquanto a experimentação do cigarro convencional apresenta movimento contrário. No mesmo período, o índice caiu de 22,6% para 18,5% entre os adolescentes.
Os números não significam necessariamente que o cigarro eletrônico tenha substituído diretamente o convencional, mas revelam uma mudança importante na maneira como adolescentes estão entrando em contato com a nicotina.
“Durante muitos anos, a prevenção esteve concentrada no primeiro cigarro. Agora, a nicotina chega com outra aparência, sabores variados e a ideia equivocada de que o produto oferece pouco risco. A embalagem mudou, mas o risco de dependência permanece”, alerta Roberto Rangel, médico de Família e Comunidade e gestor público.
Com informações do Ceará Agora.


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