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| Foto Reprodução / Princesa FM. |
O comunicador Francisco José de Medeiros, conhecido como J. Medeiros, foi encontrado morto nesta terça-feira (8), em uma residência no bairro Areal, na cidade de Morrinhos, Ceará. A morte foi confirmada pela Rádio Princesa FM, onde ele atuava.
“Ele foi uma voz presente na vida de milhares de ouvintes, um profissional que fez da comunicação uma verdadeira missão e que, ao longo de sua trajetória, construiu uma história marcada pelo compromisso com a informação, pela prestação de serviço, pela alegria e, sobretudo, pelo carinho com o público”, destaca nota da rádio.
A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) apura as circunstâncias da morte. Equipes da Polícia Militar do Ceará (PMCE) e da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) foram acionadas e realizaram diligências no local.
A Delegacia de Polícia Civil de Marco está a cargo dos trabalhos investigativos e aguarda o laudo da Pefoce para confirmar a causa do óbito.
Com informações do Diário do Nordeste.
Justiça mantém um preso e solta dois investigados pela morte de jovem de Rondônia durante festa, em Iguatu
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| Foto Reprodução |
A Justiça do Ceará manteve a prisão preventiva de um dos três homens presos pela morte de Herbert Douglas Oliveira da Silva, de 23 anos, e concedeu liberdade provisória aos outros dois. A decisão foi tomada em audiência de custódia realizada nesta última segunda-feira (7), após o jovem ser espancado durante uma festa em Iguatu, no Centro-Sul do Estado.
Elionay David Santana teve a prisão convertida em preventiva. Já Francisco Werbson Cardoso dos Santos e Eliaquim David de Souza foram liberados e deverão cumprir medidas cautelares por 90 dias. Os três haviam sido presos em flagrante sob suspeita de homicídio qualificado.
Segundo a decisão, imagens analisadas no processo mostram Elionay participando diretamente das agressões contra Herbert, que já estava imobilizado no chão. O juiz também considerou registros anteriores atribuídos ao suspeito, relacionados a tráfico de drogas e organização criminosa.
Para Francisco Werbson e Eliaquim, a Justiça apontou que, até o momento, não há indícios suficientes de participação ativa no espancamento que provocou a morte. Os dois são primários e deverão comparecer mensalmente à Justiça, além de não poderem frequentar bares e festas, manter contato com testemunhas ou deixar a comarca por mais de 15 dias sem autorização judicial.
Com informações do Diário do Nordeste.


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