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| Foto Zé Paulo Cardeal/Memória Globo |
Luto no jornalismo brasileiro. Um dos primeiros âncoras nacionais, o jornalista Carlos Monforte faleceu nesta segunda-feira (31), aos 77 anos. A causa da morte não foi divulgada. A notícia, compartilhada na GloboNews, foi descrita como "um choque".
Carlos foi um dos grandes responsáveis por popularizar a figura do âncora no telejornalismo do Brasil. Ele, inclusive, costumava questionar o nome do cargo. "Âncora é uma expressão que nasceu nos Estados Unidos, 'anchor-man'. Mas o âncora americano é o que apresenta o jornal, simplesmente. Ele não dá um palpite, não dá uma opinião, simplesmente apresenta o jornal", dividiu em entrevista ao Memória Globo.
"No Brasil, o âncora é o editor-chefe: ele comanda, diz o que entra no jornal, qual será a sequência dos blocos", continuou. A trajetória dele é repleta de feitos.
Iniciou no jornalismo profissional em A Tribuna, onde ficou de 1969 a 1973. Em seguida, foi contratado como redator de O Estado de S. Paulo. Em agosto de 1978 foi contratado como repórter pela TV Globo de São Paulo.
Começou como repórter local e participou de coberturas para o Jornal Nacional e o Fantástico, incluindo as greves dos metalúrgicos do ABC paulista. A adaptação à televisão, segundo o próprio jornalista, exigiu aprendizado.
Em 1983, mudou-se para Brasília para inaugurar, também como editor-chefe e âncora, o Bom Dia Brasil, onde ficou até 1992. No ano 2000, passou para a GloboNews como apresentador do Jornal das Dez, depois como coordenador do canal em Brasília, e deixou a empresa em 2016.
Con informações do Diário do Nordeste.
Quem bebe café tem menos gordura e mais massa muscular, aponta estudo
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| Foto Shutterstock |
Beber café regularmente pode estar ligado a diferenças na composição corporal e no funcionamento do organismo. Um estudo publicado no European Journal of Nutrition em 16 de julho indica que pessoas que consomem mais café tendem a ter menos gordura corporal, mais massa muscular e variações em hormônios ligados ao sexo.
A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade de Oulu, na Finlândia, e analisou dados de 2.264 adultos com idade média de 46 anos.
Os resultados mostraram que quem bebe mais café apresenta menor quantidade de gordura no corpo e maior massa muscular esquelética, mesmo com índices de massa corporal semelhantes aos de quem consome menos.
Os pesquisadores também observaram diferenças em marcadores ligados ao metabolismo. Um maior consumo da bebida foi associado a níveis mais baixos de aminoácidos de cadeia ramificada, conhecidos como BCAAs. Quando estão elevados no sangue, os compostos já foram relacionados a condições como resistência à insulina e diabetes tipo 2.
Hormônios variam entre homens e mulheres
As associações mais marcantes apareceram na análise hormonal. Entre os homens, maior ingestão de café esteve ligada a níveis mais altos de testosterona e a um perfil mais favorável de glicose e insulina.
Nas mulheres, os efeitos foram mais discretos. O consumo foi associado a níveis mais altos de uma proteína que transporta hormônios no sangue e a menor disponibilidade de hormônios androgênicos.
“O café é consumido por milhões de pessoas todos os dias, mas ainda sabemos pouco sobre como ele se relaciona com o metabolismo e os hormônios”, afirmou o pesquisador Luca Verroest, da Universidade de Oulu.
Segundo ele, um dos principais achados foi um conjunto de alterações nos hormônios sexuais, diferente entre homens e mulheres, que se manteve mesmo após considerar fatores como índice de massa corporal e estilo de vida
Com informações do Site Metrópoles.


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