Web Radio Cultura Crato

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Pássaro é reanimado com massagem cardíaca após sofrer choque em fiação, no interior do Ceará


Foto Wanderson Lima/Arquivo pessoal

Um pássaro foi reanimado com massagem cardíaca após sofrer um choque em uma fiação elétrica nas dependências de um bar em Camocim, no litoral do Ceará, na tarde deste último domingo (30).

Segundo Kennyd Sousa, que fez o procedimento do animal, ele estava no local com o cunhado Jonas Galvão, e primo dele, Kennedy Galvão, quando o pássaro caiu desacordado ao lado da mesa do grupo, depois de bater nos fios.

"Ele caiu nos pés do meu cunhado. O pássaro estava todo se tremendo, não tinha força de nada e abrindo a boca como se estivesse morrendo sem ar. Acho que a descarga elétrica foi forte", disse Kennyd Sousa ao g1.

Ao ver o animal naquele estado, Kennyd resolveu socorrê-lo e fez as massagens cardíacas, seguidas de assopros no bico do pássaro.

"Eu disse assim: 'cara, não vou deixar ele morrer não, vou reanimar ele'. É uma vida. Podia ser um cachorro, um gato ou uma pessoa. Era uma pássaro, mas era uma vida e uma vida é muito importante", relatou Kennyd.

Ainda conforme o homem, depois de várias tentativas o pássaro reagiu, foi colocado na mesa do grupo e momento depois levantou voo.

"Ficamos muito felizes, pois ganhamos o nosso dia, por ter salvado aquele pássaro. Fiquei impressionado pela atitude que eu tive, de Deus ter me tocado na hora. Acho que seu eu não tivesse feito aquilo, ele tinha morrido na mão do meu cunhado", disse o homem.

Com informações do G1 Ceará.

Brasil e Estados Unidos retomam negociação após tarifaços de 25% e 12,5%

Foto Thiago Gadelha 
Os governos do Brasil e dos Estados Unidos (EUA) retomam nesta segunda-feira (31) as negociações sobre o comércio entre os dois países após a Casa Branca aplicar, unilateralmente, a tarifa de 25% sobre parte das importações brasileiras no final de julho. 

A volta às negociações ocorre após o telefonema entre os presidentes Luiz Inácio Lula de Silva e Donald Trump, no dia 21 de agosto. Na ocasião, Lula reforçou a posição do Brasil de que as tarifas são infundadas. Trump, então, propôs retomar as conversas entre as equipes dos dois países.

Após a tarifa de 25%, o Brasil ainda foi alvo de outro tarifaço de 12,5% dos EUA sob a justificativa de falhas no combate ao trabalho forçado. Essa justificativa foi usada por Washington para taxar 59 países e a União Europeia (UE).

Na avaliação do governo brasileiro, a justificativa para tarifa de 12,5% foi elaborada para substituir o tarifaço dos EUA que foi derrubado pela Suprema Corte do país em fevereiro deste ano. Ou seja, o governo Trump teria elaborado uma nova justificativa legal para retomar as tarifas derrubadas no Judiciário.

No caso do tarifaço de 25% destinado exclusivamente ao Brasil, o governo Trump se baseou na investigação conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês), que alega que o Brasil adota práticas “desleais” no comércio com os EUA em temas como pagamentos eletrônicos (Pix) e acesso ao mercado de etanol.

O governo brasileiro argumenta que o tarifaço de 25% tem motivação política e que as justificativas não condizem com a realidade. Segundo o ministro das relações exteriores, Mauro Vieira, os negociadores dos EUA pediam a abertura total de mercados do Brasil sem apresentar contrapartida.

O tarifaço do governo Trump contra o Brasil ocorre em meio a ofensiva da Casa Branca para reafirmar a “proeminência” sobre a América Latina em meio ao crescimento da influência econômica chinesa na América Latina das últimas décadas. Brasília vê ainda uma tentativa de influenciar as eleições gerais de outubro no Brasil.

Com informações da Agência Brasil.

Nenhum comentário:

Postar um comentário