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| Foto Marcello Casal Jr/Agência Brasil. |
O Banco Central anunciou, nesta segunda-feira (22), uma nova funcionalidade no Pix por aproximação. Agora, é possível visualizar quanto ainda tem de saldo em conta antes da transação.
“A opção está sendo chamada de ‘jornada otimizada’ porque evita que o cliente tenha que passar por todo o processo de compartilhamento de dados para autorizar o acesso dessas informações e depois passar por processo semelhante para autorizar a vinculação da conta para pagamentos”, expressa trecho do comunicado da instituição.
O cliente poderá optar pelo compartilhamento dos dados de saldo e limite ao conectar sua conta no Pix por aproximação em carteiras digitais ou ao autorizar movimentações automáticas dessa conta via Open Finance.
Com essa funcionalidade, o Banco Central espera aumentar a efetividade dos pagamentos realizados via Open Finance, uma vez que um dos principais motivos de falha é saldo insuficiente.
Segundo o chefe de subunidade no Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor), Matheus Rauber, bancos e empresas podem criar novos produtos com essa funcionalidade, tanto vinculados a pagamentos com débito em conta, como relacionados a checkout mais fluido, com características de menor abandono de pagamento e de conclusão mais rápida da compra.
"Qualquer que seja a solução ofertada, deve estar claro para o cliente a finalidade de uso dessas informações. Como em qualquer compartilhamento de dados, é importante que o cliente sempre verifique de que forma essa informação será utilizada", disse Matheus Rauber.
“A opção está sendo chamada de ‘jornada otimizada’ porque evita que o cliente tenha que passar por todo o processo de compartilhamento de dados para autorizar o acesso dessas informações e depois passar por processo semelhante para autorizar a vinculação da conta para pagamentos”, expressa trecho do comunicado da instituição.
O cliente poderá optar pelo compartilhamento dos dados de saldo e limite ao conectar sua conta no Pix por aproximação em carteiras digitais ou ao autorizar movimentações automáticas dessa conta via Open Finance.
Com essa funcionalidade, o Banco Central espera aumentar a efetividade dos pagamentos realizados via Open Finance, uma vez que um dos principais motivos de falha é saldo insuficiente.
Segundo o chefe de subunidade no Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor), Matheus Rauber, bancos e empresas podem criar novos produtos com essa funcionalidade, tanto vinculados a pagamentos com débito em conta, como relacionados a checkout mais fluido, com características de menor abandono de pagamento e de conclusão mais rápida da compra.
"Qualquer que seja a solução ofertada, deve estar claro para o cliente a finalidade de uso dessas informações. Como em qualquer compartilhamento de dados, é importante que o cliente sempre verifique de que forma essa informação será utilizada", disse Matheus Rauber.
Com informações do Diário do Nordeste.
Busca por proteína mais barata impulsiona aumento no consumo de ovos no Brasil
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| Foto: Luiz Agner/ IBGE |
O consumo anual de ovos de galinha por cada brasileiro deve ser, em média, de 307 unidades em 2026. O volume é 6,6% acima da média registrada em 2025.
O aumento deve ser impulsionado pela busca por proteínas de alto valor nutricional e menor custo em comparação a outras fontes de proteína animal. As informações constam no estudo Caderno Setorial feito pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (ETENE), do Banco do Nordeste (BNB).
O estudo também aponta melhora da rentabilidade dos produtores em 2026. Enquanto os preços dos principais insumos apresentaram estabilidade ou queda nos primeiros meses do ano, o valor pago pela caixa de ovos registrou alta superior a 30%, favorecendo as margens da atividade.
O setor é destaque no Brasil, como um dos principais produtores mundiais, com produção de 59,44 bilhões de unidades em 2025, equivalentes a 4,95 bilhões de dúzias (+5,7%). O consumo interno absorve 98,58% da produção.
Produção em alta no Nordeste
A produção de ovos no Nordeste alcançou 10,83 bilhões de unidades em 2025, crescimento de 6,75% em relação ao ano anterior, consolidando a região como responsável por cerca de 18% da produção nacional. O desempenho tem impacto na geração de renda, emprego e investimentos, especialmente nos estados de Pernambuco, Ceará e Bahia.
O estudo do Etene aponta que a expansão do setor é sustentada pelo aumento do consumo interno, pela crescente tecnificação das granjas e da melhoria das condições para fornecimento de insumos como milho e soja, especialmente na região do Matopiba (zona de convergência do Cerrado entre os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) e na Sealba (Sergipe, Alagoas e nordeste da Bahia). Somente na Bahia, a produção alcançou 22,9 milhões de dúzias de ovos no quarto trimestre de 2025, mantendo o estado entre os principais produtores nordestinos. O estado responde por quase 10% da produção regional e vem registrando expansão gradual da atividade, especialmente em áreas do interior.
Para o superintendente estadual do Banco do Nordeste na Bahia, Pedro Lima Neto, a avicultura de postura, aquela destinada à produção de ovos comerciais, apresenta forte potencial de crescimento na região. “O aumento do consumo, aliado aos avanços tecnológicos e à maior disponibilidade de insumos, cria um ambiente favorável para novos investimentos. O Banco do Nordeste tem atuado como parceiro estratégico dos produtores, oferecendo crédito e soluções financeiras para fortalecer toda a cadeia produtiva”, destaca o gestor.
Exportações
De acordo com o Etene, além do mercado interno aquecido, o Nordeste ampliou as exportações de ovos de consumo no primeiro quadrimestre de 2026, com crescimento de 157,2% em volume e de 136,7% em receita, demonstrando o potencial de expansão da cadeia produtiva regional.
Com informações do Ceará Agora.


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