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quarta-feira, 17 de junho de 2026

Homem morto a tiros em Nova Olinda após uma semana sem homicídios no Cariri

 

Após uma semana sem homicídio no Cariri, uma pessoa foi assassinada na tarde desta terça-feira em Nova Olinda
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“Naldinho” foi morto a tiros no início da tarde desta terça-feira em Nova Olinda

Após uma semana sem homicídio na região do Cariri, uma pessoa foi assassinada na tarde desta terça-feira (16) em Nova Olinda. As últimas mortas a tiros tinham sido em Juazeiro na madrugada de terça-feira (09) no bairro Frei Damião. Klevisson Fernandes de Souza, de 20 anos, foi assassinado em sua casa no bairro Frei Damião e o acusado Francisco Webert Menezes Virgolino, da mesma idade, morreu num confronto com o RAIO quando fugia com o seu comparsa que enveredou por um matagal.

Por volta das 12h30min de hoje o jovem Antonio Naldo Oliveira Cunha, de 25 anos, o “Naldinho” ou “Pé de Pato”, que residia na Rua Dom Francisco no centro de Nova Olinda, foi morto a tiros. Era usuário de drogas e o crime aconteceu na Rua José Maurício Pequeno perto da sede da Promotoria de Justiça no bairro Cajueiro. Ele respondeu apenas um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) após, em dezembro de 2022, desacatar policiais militares que patrulhavam por área de Nova Olinda conhecida pelo tráfico e uso de drogas.

Este foi o primeiro homicídio do mês de junho em Nova Olinda e o terceiro do ano no município ou 43% em relação aos sete registrados ano passado. O último deste ano tinha sido um caso de intervenção policial no dia 27 de fevereiro. Policiais foram até uma casa na Rua São Francisco no Centro averiguar denúncia de violência doméstica, sendo recebidos à bala. Houve revide e, no imóvel, morreu o borracheiro Rafael Gomes da Costa, de 25 anos, o “Rafael de Catita”.

Moraes dá 24 horas para defesa de Bolsonaro explicar arma encontrada em blitz

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (16) que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) preste esclarecimentos em até 24 horas sobre um boletim de ocorrência no qual um militar do Exército atribuiu a posse de uma arma de fogo ao ex-presidente. A decisão ocorre a nove dias do término da prisão domiciliar humanitária de Bolsonaro, que vence em 25 de junho.

O caso começou na noite de segunda-feira (15), quando o sargento Estácio Leite da Silva Filho, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), foi abordado em uma blitz na DF-001, em Taguatinga (DF). No veículo oficial que conduzia, os policiais encontraram duas armas: uma institucional, com documentação regular, e uma segunda arma de fogo sem a devida documentação no local.

Segundo o boletim de ocorrência, o militar afirmou que a arma sem documentação pertencia a Jair Bolsonaro. Ele disse que retirou o armamento na segunda-feira (15) para realizar reparos e que o devolveria ao ex-presidente nesta terça-feira (16). A propriedade da arma foi confirmada por meio de consulta ao sistema SIGMA do Exército Brasileiro.


O que determinou Moraes

Em sua decisão, Moraes questiona por que Bolsonaro mantém “uma arma de fogo em casa, com carregador sobressalente” e por que, “às vésperas do encerramento do período de 90 dias concedido a título de prisão domiciliar humanitária, o condenado solicitou a realização de reparo no armamento”. O ministro deu 24 horas para que a defesa do ex-presidente apresente explicações.


O que diz a PM

Em nota, a Polícia Militar do Distrito Federal informou que o militar foi encaminhado à 21ª Delegacia de Polícia após ser flagrado com a segunda arma sem documentação. A corporação destacou que a identificação da propriedade, origem e regularidade do armamento depende de análise dos órgãos competentes.

“A identificação da propriedade, origem, regularidade e eventual vinculação da arma apreendida a qualquer pessoa dependerá da análise dos órgãos competentes, especialmente das autoridades responsáveis pela investigação” , afirmou a PM.

O caso está sob investigação da Polícia Civil

Via portal Gazeta Brasil

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