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terça-feira, 16 de junho de 2026

STF julga nesta terça-feira ação contra Eduardo Bolsonaro por suposta coação em processo da trama golpista

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta terça-feira (16) se o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro será condenado pelo crime de coação no curso do processo relacionado à trama golpista. O julgamento está marcado para começar às 14h.

Segundo a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), Eduardo Bolsonaro teria atuado junto ao governo dos Estados Unidos para incentivar a adoção de medidas econômicas e diplomáticas contra o Brasil, com o objetivo de pressionar o STF a não condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apurou a tentativa de golpe de Estado.

A acusação sustenta que o ex-parlamentar realizou publicações em redes sociais e concedeu entrevistas defendendo sanções contra autoridades brasileiras, incluindo o tarifaço sobre exportações nacionais, suspensão de vistos e aplicação de medidas previstas na Lei Magnitsky. Para a PGR, as ações provocaram prejuízos econômicos e configuram tentativa de interferência no andamento do processo judicial.

A defesa está sendo realizada pela Defensoria Pública da União (DPU), que pediu a anulação do processo. O órgão argumenta que o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, não poderia participar do julgamento por ter sido diretamente atingido pelas medidas citadas na investigação. A DPU também questiona a composição da Primeira Turma, atualmente com quatro ministros.

Além de Moraes, participarão do julgamento os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino. Caso seja condenado, Eduardo Bolsonaro poderá receber pena de um a quatro anos de prisão, conforme prevê o Código Penal para o crime de coação no curso do processo, além de possíveis agravantes e eventual reparação por danos econômicos.

PT quer retirar o nome da mãe de Bolsonaro de viaduto em SP

A homenagem à mãe do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Olinda Bonturi Bolsonaro, tornou-se alvo de disputa política na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). A deputada estadual Beth Sahão apresentou um projeto de lei propondo a retirada do nome de Olinda de um viaduto localizado em Diadema, na Região Metropolitana de São Paulo.

A estrutura, situada no km 15 da Rodovia dos Imigrantes, recebeu recentemente o nome de Viaduto Dona Olinda Bonturi Bolsonaro após aprovação de projeto de autoria do deputado estadual Paulo Mansur. A medida foi sancionada pelo governador Tarcísio de Freitas no último dia 10 de junho.

Agora, a parlamentar petista defende que o viaduto passe a se chamar Viaduto Beatriz Accorsi Pardi, em homenagem à ex-deputada estadual Beatriz Accorsi Pardi, conhecida como Bia Pardi, uma das fundadoras do Partido dos Trabalhadores. A ex-parlamentar faleceu recentemente, fato que motivou a apresentação da nova proposta.

A iniciativa reacendeu o embate político em torno de homenagens públicas e da denominação de obras de infraestrutura. De um lado, aliados de Bolsonaro defendem a manutenção da homenagem à matriarca da família do ex-presidente. De outro, parlamentares ligados ao PT argumentam que a substituição representaria uma homenagem à trajetória política de uma das fundadoras da legenda.

Olinda Bonturi Bolsonaro morreu em 2022, aos 94 anos. Natural do interior paulista, ela viveu grande parte da vida em Eldorado, no Vale do Ribeira, região onde Jair Bolsonaro passou parte da infância e adolescência.

A proposta apresentada na Alesp ainda deverá tramitar pelas comissões da Casa antes de eventual votação em plenário. Caso avance, o projeto poderá reabrir o debate sobre critérios para homenagens em espaços públicos e o uso de nomes de figuras políticas e familiares em obras estaduais.

Com informações do Pleno News

Criança de Várzea Alegre morre e comove familiares e amigos

Foto Divulgação 
Morreu na noite deste último domingo, 14, o pequeno Isaac Rodrigues de Araújo, aos 02 anos, no Hospital Albert Sabin, em Fortaleza\CE. A criança estava na unidade de saúde desde a sexta-feira, 12, quando foi transferida do São Camilo em Crato.

De Várzea Alegre, Isaac Rodrigues foi diagnosticado com bronquiolite, uma inflamação viral dos bronquíolos (pequenas vias aéreas pulmonares), que afeta principalmente bebês de até 2 anos, sendo mais comum nos meses mais frios.

Isaac é filho único do casal Greicilene Araújo e Alisson Rodrigues. A luta pela vida do pequeno foi iniciada há alguns dias com apoio da Secretaria de Saúde, que fez mobilizações para transferências.

A notícia da morte comoveu familiares e amigos nas redes sociais. O prefeito Flavinho, MDB, disse que como pai, o coração se une à dor dessa família neste momento tão difícil.

“Não há palavras que possam amenizar uma perda tão grande, deixo aqui o meu abraço sincero e minhas orações aos seus pais e familiares. Que Deus conceda força, conforto e acolhimento a todos”, disse.

O corpo de Isaac é velado na residência de seus avós, na rua Pergentino Brito de Lima, 63, no bairro Riachinho. Haverá missa de corpo presente na Matriz de São Raimundo Nonato, em seguida o sepultamento no Cemitério da Saudade.

Com informações do Site Várzea Alegre Agora.

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