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| Foto Reprodução / TV Verdes Mares |
Uma menina de 8 anos foi resgata pelos vizinhos após um incêndio atingir um dos quartos da casa da família no Bairro Bela Vista, em Fortaleza, na manhã desta quarta-feira (9).
De acordo com o proprietário do imóvel, ele e a esposa saíram para trabalhar e deixaram a criança dormindo sozinha em casa, enquanto aguardava a chegada do irmão, que cuidaria da garota.
No trajeto para o trabalho, o casal foi alertado pelos vizinhos de que a casa estava em chamas com a menina dentro.
"No meio do caminho a gente recebeu a notícia que a casa estava pegando fogo. [...] Os vizinhos vieram para cá, eu sempre deixo a chave para o irmão dela entrar, retiraram ela sem ferimentos e começaram a apagar as chamas", disse Bosco, proprietário do imóvel.
O incêndio atingiu o quarto do casal, que fica ao lado do quarto da garota. O fogo destruiu móveis, eletrodomésticos e queimou as roupas do casal.
"O guarda-roupa foi todo embora, estou só com a roupa do corpo agora. Cama, ar-condicionado, não tem mais nada que preste ali", lamentou o proprietário da casa..
O Corpo de Bombeiros foi chamado para atender a ocorrência, mas quando os agentes chegaram ao local, o incêndio já havia sido controlado pelos moradores. Com isso, os agentes realizaram um rescaldo no imóvel para evitar novos focos de incêndio.
Com informações do G1 Ceará.
Casos de dengue no Ceará crescem mais de 30% em 2026; mortes já superam 2025
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| Foto Shutterstockq |
Até o início do mês de junho, o Ceará registra um aumento de mais de 30% nos casos de dengue em relação ao mesmo período de 2025. Além disso, as cinco mortes decorrentes da doença até o momento já superam as três contabilizadas em todo o ano passado.
Os dados são do IntegraSUS, plataforma de transparência da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), e foram consultados pelo Diário do Nordeste. Informes epidemiológicos recentes da Pasta também apontam a tendência de crescimento dos casos.
Até o momento, o Estado teve 2.696 casos oficialmente confirmados – a grande maioria (2.265) por critérios laboratoriais e 431 por critérios clínico-epidemiológicos –, enquanto outros 5.951 são classificados como casos prováveis.
Apesar de a maior parte das notificações ter sido descartada (11.204 casos), a gravidade da doença se manifesta nos registros de complicações e óbitos. O painel contabiliza 11 casos graves de dengue no estado, além de 5 óbitos já confirmados em decorrência da infecção.
Outras 4 mortes suspeitas seguem em investigação pelas equipes de vigilância em saúde, reforçando a importância do combate aos criadouros do mosquito Aedes aegypti e da busca rápida por atendimento médico diante dos primeiros sintomas.
As mortes ocorreram nas cidades de Fortaleza, Eusébio, Tianguá, Juazeiro do Norte e Jardim. O perfil das vítimas não foi divulgado.
Segundo o informe epidemiológico de arboviroses publicado pela Sesa no dia 1º de junho, o período registra alta de 32,4% em relação à mesma semana epidemiológica de 2025, quando foram confirmados 1.736 casos de dengue.
Até o dia 1º, foram registrados 10 casos suspeitos de Dengue Grave (DG). Desses, sete casos foram confirmados, quatro evoluíram para óbito por dengue e três apresentaram evolução para cura. O quinto óbito foi confirmado após o boletim ser divulgado.
A Sesa salienta que o Estado apresenta baixa proporção de confirmação entre os casos notificados, com taxa de confirmação de 14,7% (2.299/15.620) e, portanto, está “compatível com um cenário de baixa transmissão da doença”.
O aumento coincide com o período mais chuvoso no Ceará, que vai de fevereiro a maio e é capaz de aumentar a infestação do mosquito Aedes aegypti pelo acúmulo de água em quintais e espaços abertos. Segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), em 2026, a quadra chuvosa ficou dentro da média.
Com informações do Diário do Nordeste.


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