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| Foto Reprodução |
Um homem de 35 anos foi preso, nesta terça-feira (16), por suspeita de matar uma servidora pública em Camocim, no Ceará. Maria Itelvina Monteiro de Arruda, conhecida como "Mocinha", tinha 61 anos e foi encontrada morta em um terreno baldio no Bairro Tijuca.
Durante as investigações, foram reunidos elementos que apontaram o suspeito como possível autor do crime. Conforme a Delegacia de Camocim, um dos elementos de destaque da investigação foi a localização da motocicleta pertencente à vítima em posse do investigado, o que reforçou as suspeitas e contribuiu para o avanço das apurações.
Após o cumprimento do mandado de prisão, o suspeito foi conduzido à unidade policial para os procedimentos legais cabíveis e permanece à disposição da Justiça.
A delegacia disse que as investigações seguem com o objetivo de esclarecer integralmente os fatos e reunir todos os elementos necessários à responsabilização criminal dos envolvidos.
Com informações do G1 Ceará.
Programa Mais Médicos completa 13 anos e garante atendimento a 67 milhões de brasileiros
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| Foto Marcelo Camargo/ Agência Brasil |
Presente em cerca de 4,5 mil municípios brasileiros, o Programa Mais Médicos completa 13 anos de existência garantindo assistência a aproximadamente 67 milhões de pessoas no Sistema Único de Saúde (SUS).
Atualmente, mais de 27 mil médicos atuam na Atenção Primária à Saúde , fortalecendo as equipes de Saúde da Família e contribuindo para a melhoria dos indicadores de saúde, especialmente em territórios mais vulneráveis.
Dos municípios atendidos pelo programa, cerca de 1,7 mil apresentam altos índices de vulnerabilidade social. A meta do Ministério da Saúde é alcançar 28 mil profissionais até 2027.
Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a política pública transformou o cuidado em saúde e fortaleceu o Sistema Único de Saúde nas regiões mais vulneráveis do País.
Treze anos depois, o Mais Médicos continua contando a história de um Brasil que se recusou a abandonar seu povo.
Cada médico presente em uma comunidade remota, em uma periferia ou em um território indígena representa mais do que atendimento: representa respeito, cidadania e a garantia de que nenhuma vida vale menos por causa do lugar onde nasceu”, afirmou.
Com informações do Ceará Agora.


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