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| Foto Divulgação/MIDR |
O segundo maior reservatório do Ceará, o açude Orós, na região Centro-Sul, completou dois meses consecutivos de sangria. Sua capacidade máxima, que supera 2 bilhões de metros cúbicos, foi atingida em 15 de abril e permanece vertendo desde então.
A sangria registrada em 2026 possui significado especial para os cearenses. Em 2025, o Orós voltou a transbordar após passar 14 anos sem atingir sua capacidade máxima. O fenômeno se repete pelo segundo ano consecutivo, impulsionado pelo bom volume de chuvas e pela recuperação da bacia do Alto Jaguaribe.
“Ele verteu, sangrou, como o povo costuma dizer, e isso significa água garantida para o abastecimento, para a produção e para a vida. É segurança hídrica e dignidade para a população do Ceará e de toda a região”, afirmou o secretário nacional de Segurança Hídrica do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), Giuseppe Vieira.
As águas do Orós integram o conjunto de reservatórios que garantem o abastecimento de municípios do interior e o sistema que atende a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Além disso, contribui para a irrigação agrícola, a piscicultura e a manutenção do fluxo do Rio Jaguaribe.
Investimento
Além do elevado volume armazenado, o açude passou recentemente por um conjunto de obras de modernização e recuperação executadas pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS).
Foram investidos R$ 15,5 milhões, por meio de um Termo de Execução Descentralizada (TED), em intervenções para ampliar a segurança operacional da barragem e aprimorar o controle hídrico do reservatório.
Entre os serviços realizados estão a recuperação estrutural do maciço, do vertedouro e da tomada d’água, além da implantação de um moderno sistema de automação e monitoramento remoto.
Monitoramento
Segundo o Portal Hidrológico, da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), dos 144 reservatórios monitorados no Ceará, 18 ainda estão sangrando. O acúmulo destes açudes representa atualmente 53,77% da capacidade total de armazenamento, resultado considerado positivo para o período.
Com informações do Site Opinião CE.
Preço do gás de cozinha cai acima da média no Ceará, mas continua segundo mais caro do Nordeste
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| Foto O Povo |
O preço do gás de cozinha recuou 2,06% no Ceará na última semana, bem acima da média do Nordeste (-0,70%) e do Brasil (-0,37%). Entretanto, o custo médio no Estado, de R$ 120,34, é o segundo maior da região e quinto maior do País.
Entre os estados nordestinos, apenas o Maranhão, com média de R$ 125,24, superou o preço médio do botijão de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) do Ceará. Nacionalmente, o maior custo ficou com Roraima, onde o bem era comercializado por R$ 142,66.
Os dados são levantados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A semana de referência é a do último domingo, 14, até este último sábado, 20.
Fazendo o comparativo entre as cidades cearenses, a agência encontrou preços que variam até R$ 38 dentro do Estado. O menor valor encontrado foi de R$ 97,00, em Itapipoca, podendo escalar até R$ 135,00, como visto em Caucaia.
Em termos de maior média, contudo, o primeiro lugar fica com Canindé, onde o preço era R$ 128,00. A cidade é seguida no pódio por Juazeiro do Norte, com média de R$ 127,00, e Limoeiro do Norte, de R$ 125,83.
Com informações do O Povo.


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