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quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Cantora e compositora Rita de Cássia é enterrada no interior do Ceará

 

Foto Letícia Lima/TVM
A cantora e compositora Rita de Cássia, falecida na noite desta última terça-feira (3), foi enterrada nesta quarta (4), em Alto Santo, cidade onde ela nasceu. O velório da artista começou às 10h30 e seguiu até o fim da tarde no Ginásio Lafaiete Anselmo. O caixão foi levado pelo Corpo de Bombeiros até o cemitério.

Reconhecida como uma das maiores compositoras do forró, com mais de 500 canções escritas, a artista morreu vítima de uma fibrose pulmonar. A prefeitura do município decretou luto oficial de três dias e fechou repartições públicas a cidade no período da tarde desta quarta. A medida, porém, não afetou os serviços essenciais da cidade.

Com informações do G1 Ceará.

Entenda o que é fibrose pulmonar - Doença que causou a morte da cantora Rita de Cássia

 A doença é uma forma crônica e progressiva de pneumonia que causa cicatrizes nos pulmões - Doença leva ao enrijecimento dos tecidos pulmonares, dificultando a respiração

Morre Rita de Cássia, cantora e compositora de grandes sucessos do forró

A cantora e compositora de forró Rita de Cássia morreu nesta terça-feira (3) em Fortaleza. A artista faleceu em decorrência de uma fibrose pulmonar idiopática.
Rita de Cássia é conhecida como uma das principais compositoras do forró, tendo suas músicas gravadas por bandas e artistas como Mastruz com Leite, Amelinha, Aviões do Forró e Frank Aguiar. São delas composições como "Meu Vaqueiro, Meu Peão", "Saga de um Vaqueiro" e "Jeito de Amar".
De acordo com o Ministério da Saúde do Brasil, a fibrose pulmonar idiopática é uma forma crônica e progressiva de pneumonia; ou seja, uma forma da doença que não se cura rapidamente e avança pelos pulmões.
A doença também causa fibroses (cicatrizes) nos pulmões, que levam ao endurecimento dos tecidos pulmonares, dificultando assim a respiração. Segundo o Ministério da Saúde, o termo idiopático, que dá nome à doença, é utilizado quando as causas da enfermidade são desconhecidas.
Os principais sintomas são tosse (normalmente é seca), falta de ar e fadiga ao realizar pequenos esforços, que costumam piorar com o passar do tempo. A ocorrência desta doença é mais comum em homens com mais de 50 anos e pode estar associada ao tabagismo.

Evolução da doença - Na maioria das vezes, a evolução da doença é lenta e progressiva, levando à grave insuficiência respiratória (dificuldade de respirar) e podendo evoluir para óbito (morte). Não existem estudos descrevendo o número de pacientes acometidos pela doença no Brasil.

Tratamento no SUS - O Ministério da Saúde do Brasil ainda não possui Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para tratamento da fibrose idiopática.

Atualmente, os tratamentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) são

Antitussígenos > Medicamentos que aliviam a tosse

Morfina > Para alívio de dores

Corticoterapia > Tratamento com corticoides, que reduzem inflamação

Oxigenoterapia > Assistência na respiração do paciente

Transplante > Possibilidade de realização do transplante de pulmão

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