MULHER É PROCURADA
As polícias Militar e Civil continuam a procura por uma mulher que, junto do companheiro, tocou o terror em Castanhal, nordeste do Pará, na última sexta-feira (15). O casal andava numa motocicleta e praticava assaltos em diversos estabelecimentos comerciais. Apenas na sexta-feira, eles roubaram um total de R$ 3.200 de um posto de combustíveis onde estiveram duas vezes.
À noite, o casal assaltou um açougue e levou R$ 400 do caixa. A ação deles foi registrada por câmeras de segurança. A Polícia Militar conseguiu localizar o suspeito, que trocou tiros com a guarnição, acabou ferido e não resistiu. Já a mulher segue foragida.
Na manhã de sexta-feira, o homem esteve sozinho e apontou uma arma para o frentista e levou todo o dinheiro do caixa. Uma quantia de R$ 2 mil.
A vítima teve de permanecer de cabeça baixa para não reconhecer o meliante, porém conseguiu visualizar a tatuagem que o suspeito tinha no braço.
À noite, por volta de 19h30, o mesmo assaltante retornou e desta vez com a mulher na garupa da moto. No expediente já estava um outro frentista, que também foi ameaçado com uma arma e teve de entregar o dinheiro que tinha em caixa. Uma quantia de R$ 1.200. Novamente ele foi reconhecido pela tatuagem no braço.
Na saída do posto de combustíveis, o casal foi até a Casa de Carne Goiana, no centro de Castanhal, por volta de 20h, e levou toda a renda no caixa. Um valor de R$ 400. No açougue, as câmeras de segurança registraram a ação e foram entregues à polícia, que trabalha para identificar os suspeitos.
Por volta das 23h, por meio de denúncias anônimas, a Polícia Militar descobriu que o suspeito estava escondido. Ao chegar no local, ele tentou fugir pelo quintal e, ao perceber que a casa estava cercada, efetuou disparos de arma de fogo contra os policiais, que revidaram a agressão. O suspeito acabou ferido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu.
Nem a motocicleta e nem a comparsa estavam com o homem na hora da ação policial. O suspeito não tinha nenhum documento de identificação. Com ele, a polícia apreendeu somente o revólver usado para cometer assaltos e atacar os policiais. A arma estava com a numeração de série raspada.
Veja o vídeo da ação aqui
Falso médico que atendia em hospital no Ceará é PM - Saiba como ele agiu para a farsa
Policial foi preso em flagrante e solto poucas horas depois, em audiência de custódia
O homem suspeito de exercer ilegalmente a medicina, em uma unidade de saúde em Paraipaba, litoral oeste do Ceará, é um soldado da Polícia Militar do Ceará (PMCE). Khlisto Sanderson Ibiapino de Albuquerque, de 34 anos, foi preso na noite desse sábado (16) e solto horas após, em audiência de custódia.
O soldado teria conseguido a vaga por meio de um grupo de Whatsapp e disse saber que não poderia exercer a Medicina no Brasil.
O Ministério Público do Ceará (MPCE) foi a favor da concessão da liberdade provisória ao custodiado. A Justiça decidiu que a prisão é medida extrema e que seria desproporcional à conduta do autuado. Na decisão, a juíza suspendeu o efeito do flagrante, concedeu a liberdade e dispensou o pagamento da fiança.
A Polícia Militar informou em nota que "o policial em questão encontra-se afastado das suas atividades por meio de licença para tratamento de saúde.
A PMCE produz um relatório para abertura de procedimento disciplinar junto à Controladoria Geral de Disciplina (CGD) contra o agente.
DETALHES DA FARSA - Quando detido, Khlisto apresentou aos policiais sua carteira funcional da PMCE e disse ter consciência de que não tinha habilitação para exercer a Medicina no Brasil. Ele disse aos policiais que teria cursado Medicina no exterior, precisamente no Paraguai, e que, por meio de um grupo de Whatsapp, conseguiu vaga para substituir um plantonista no Hospital Público de Paraipaba. O soldado diz não ter feito a revalidação do curso para atuar no Brasil
Na versão do suspeito, ele não tinha acesso ao sistema de prontuário e atendia pacientes por meio de um registro profissional feito de forma manual. Para validar as receitas repassadas, se valia de um carimbo que teria sido emprestado por um médico do Rio Grande do Norte.
Ele ainda afirmou que estava de licença do serviço de policial militar e que teria entrado em um grupo de Whatsapp composto por médicos, onde negociavam trocas de plantões, para complementar a renda e sustentar os filhos.
Com o suspeito foram apreendidas dezenas de caixas de medicamento, incluindo ansiolíticos para ansiedade. Também foram recolhidas uma pistola e munições.

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