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sexta-feira, 8 de julho de 2022

Polícia prende suspeita de cortar pênis de menino de 7 anos para castigá-lo por 'comportamento agressivo'

A mulher fez "um corte profundo na genitália" do menino utilizando uma tesoura


Deusiane dos Reis Santos

A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, no último domingo, uma mulher acusada de tortura contra uma criança de 7 anos. O crime aconteceu em julho de 2015, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Na época, Deusiane dos Reis Santos, hoje com 46 anos, tinha a guarda provisória da vítima junto da então companheira.
De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público do Rio (MP-RJ), a mulher fez "um corte profundo na genitália" do menino utilizando uma tesoura com o objetivo de "aplicar castigo pessoal". O ataque teria sido motivado por um suposto "comportamento agressivo" da criança dentro de casa, desobedecendo ordens e com "atitudes agitadas e transgressoras".
Deusiane era considerada foragida desde setembro de 2019, quando teve a prisão preventiva decretada pela 2ª Vara Criminal, depois de não ter sido localizada diversas vezes no curso do processo. Ela foi localizada no local de trabalho na cidade de Alfenas, no Sul de Minas.
Detentor da guarda provisória da vítima, o casal decidiu devolvê-la em um abrigo de Belford Roxo passados cerca de três meses, alegando falta de adaptação. Ao entregar a criança, Deusiane informou que havia acontecido um acidente doméstico no qual o menino havia prendido o pênis no zíper.
Em seguida, segundo a Polícia Civil, foi constatado que o menor apresentava um corte profundo na região genital. A criança, porém, deu uma explicação diferente para a lesão, afirmando que a responsável pelo machucado havia sido a "tia Ane" — nome pelo qual ele se referia à agressora. O menino contou ainda que o corte com uma tesoura se deu como punição por episódios de desobediência e que era comum receber ameaças dirigidas especificamente à região genital.

Mulher morta há dois meses é intimada pela polícia a depor no Paraná

A jovem estava grávida de seis meses - A criança também morreu

Uma jovem morta há mais de dois meses em um acidente de trânsito foi intimada pela Polícia Civil a prestar depoimento em Curitiba. Manuela Queiroz Vicentini, de 19 anos, estava grávida, e morreu no final de abril no hospital.
Em junho, a família dela recebeu uma intimação da polícia informando que a jovem deveria comparecer à delegacia para testemunhar.
O depoimento seria em outra investigação na qual o motorista que causou o acidente denuncia a Polícia Militar (PM). Ele alega não ter feito o teste do bafômetro por ter sido agredido pelos policiais.
A Polícia Civil reconheceu que errou na intimação. Os familiares tiveram que ir até a delegacia para esclarecer que Manuela havia morrido.

Erro na intimação

A intimação recebida pela família convoca Manuela a ir até a delegacia duas semanas depois, no dia 4 de julho. Os pais da jovem foram até o distrito policial na data marcada na intimação para esclarecer o erro.

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