A Polícia Militar do Rio de Janeiro informou que o policial morto durante a operação realizada no Complexo do Alemão nesta quinta-feira (21) é o cabo Bruno de Paula Costa. De acordo com a corporação, o PM tinha 38 anos de idade, ingressou na corporação em 2014, era casado e deixou dois filhos com espectro autista.
Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Militar lamentou a morte do cabo e informou que ele foi ferido quando a base da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Nova Brasília, na Zona Norte do Rio, “foi atacada por criminosos em retaliação à operação que acontece no Complexo do Alemão”. De acordo com a PM, o policial foi socorrido e levado ao hospital, mas não resistiu ao ferimento.
De acordo com o tenente-coronel Ivan Blaz, porta-voz da PM, a operação foi necessária “por conta das ações criminosas que os marginais dessa comunidade vêm desempenhando em diferentes pontos do estado do Rio de Janeiro”. Blaz destacou que traficantes “têm diversificado bastante suas atividades criminosas, atuando também no roubo de carga”.
– [Os criminosos diversificam as atividades] sempre com objetivo estratégico de sustentar a sua política expansionista. E isso também inclui a permanência dos marginais de outros estados que ainda estão escondidos – destacou.
Até 11h desta quinta, quatro pessoas tinham morrido durante a operação: uma moradora, o policial militar e, segundo a polícia, dois suspeitos de envolvimento com o crime. De acordo com a corporação, suspeitos de integrarem o tráfico de drogas no Complexo do Alemão colocaram fogo em barricadas, jogaram óleo na via e atacaram policiais para tentar impedir a circulação no local.
Em razão do confronto na região, unidades de saúde e escolares interromperam o funcionamento na manhã desta quinta. Além disso, a Polícia Militar está realizando uma ação integrada nas comunidades do Juramento e Juramentinho, nos bairros de Vicente de Carvalho e Tomás Coelho, ambos na Zona Norte da capital.
Pleno.News
Foto: Divulgação/PMERJ
Mulher vai fazer cocô e descobre gravidez: “Vi dois pés saindo”
Lucy Jones tem uma história de tirar o fôlego. A comissária de bordo de 22 anos só descobriu que estava grávida quando estava sentada no vaso sanitário e “viu dois pezinhos de bebê” saindo pela sua vagina. Jones relatou que não suspeitava da gestação pois, além de tomar pílula anticoncepcional, estava menstruando regularmente.
“Eu costumava sair para beber duas a três vezes por mês. Fui a boates cerca de 10 a 15 vezes quando estava grávida. Eu fui à balada no sábado antes de dar à luz. Eu não tinha barriga, não fiquei enjoada e menstruava todos os meses”, contou a mamãe.
De acordo com ela, por não suspeitar da gravidez, viveu a vida normalmente durante a gestação. A surpresa para Lucy foi ainda maior devido a testes de gravidez que ela precisou fazer para seu novo emprego:
“Eu fiz dois testes de gravidez que deram negativo por causa do meu novo trabalho de comissária de bordo. Eu estava grávida de oito meses quando fui ao médico e fiz os testes. O médico me examinou, pressionando meu estômago e não suspeitou de nada”, explica
“Achei que era cocô”
Sem qualquer dor ou barriga aparente, Lucy deu à luz no vaso sanitário da casa de seus pais. Em entrevista, ela conta que um dia antes do nascimento de sua filha, ela sentiu dores na barriga e nas costas, mas acreditou que fosse cólicas menstruais, já que seu ciclo estava próximo de acontecer.
“No dia seguinte, eu acordei, tomei um banho e me deitei na cama novamente. Cerca de 45 minutos depois, senti meu estômago “virar” e corri para o banheiro. Lá, eu ouvi um barulho e, quando olhei para baixo, vi dois pequenos pés saindo para fora”, disse.
“Não senti nenhuma dor quando eu estava fisicamente empurrando o que eu achava que era um cocô”, relatou.
A jovem deu à luz uma menininha, a Ruby, que nasceu com três quilos e super saudável. Ela conta que quando pegou a bebê no colo, a enrolou em uma toalha e a colocou em cima da pia sem acreditar no que estava acontecendo. Sozinha, ela ainda relata que só pensou em ligar para seus pais, que logo chegaram em casa e chamaram uma ambulância.
“Eu estava gritando histericamente ‘há um bebê’, e eles imaginaram que fosse um aborto, não que havia um bebê de 3 kg de tamanho normal na pia na cozinha”, brincou.
Ainda que tenha sido uma baita surpresa, a comissária garante que está feliz com a bebê, e insiste que não mudaria nada, mesmo se pudesse. Com seu relato, ela afirma que quer aumentar a consciência das pessoas sobre a gravidez enigmática.
“Essa é uma das histórias sobre as quais você lê, mas nunca pensa que seria você, seu amigo ou alguém que você conhece. Considerando que agora eu realmente vivi isso, eu meio que me arrependo de pensar assim, pois agora sei o que outras pessoas passaram. É uma coisa real, acontece”, conclui.
Créditos: Metrópoles.




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