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quinta-feira, 14 de julho de 2022

Mulher é presa por matar marido sufocado, que a chamava de 'gorda e velha'


Uma mulher foi presa nesta quarta-feira (13), em Itajubá (MG), suspeita de matar o próprio marido, o servidor público Sérgio Carvalho Silva, de 51 anos. Ele foi morto asfixiado pela esposa em 25 de junho, com ajuda da vizinha, que também foi presa.

Elas foram presas em mandados das operações "Sicária" e "Acalento", da Polícia Civil. As duas mulheres já haviam sido presas pelo crime, mas foram liberadas e respondiam em liberdade, pois não havia flagrante.

A vizinha foi presa na cidade de Guaratinguetá, no interior de São Paulo. As informações são do portal G1.

Dia do crime: “gorda e velha”

Em depoimento à polícia, a esposa da vítima disse que era chamada de “gorda e velha” pelo homem.

O crime ocorreu no bairro Santo Antônio. No dia do assassinato, a mulher pediu ao marido, que também era segurança, que a ensinasse técnicas de imobilização. Ela disse que faria uma viagem e que estava preocupada com sua segurança. Ele então deixou ser amarrado com cadarços, nas mãos e nos pés.

Nesse momento, a mulher o asfixiou com uma camiseta de criança para sufocá-lo. Ela só parou quando ele desmaiou.

Ela então chamou a vizinha, que já sabia de seus planos para matar o marido. Ela percebeu que a vítima ainda estava viva. A esposa então foi até a cozinha e pegou um pedaço de pão, com o qual pretendia simular um engasgamento.

Em seguida, a vizinha acionou o Corpo de Bombeiros dizendo que o homem havia engasgado. A esposa disse que os bombeiros demoraram a chegar e, quando estavam na casa, tentaram reanimar o homem e o levaram para o hospital.

A vizinha confirmou que sabia das intenções da mulher e que ajudou.

Sobre a motivação do crime, a esposa disse que não sabia explicar, pois não sofria violência física do homem com quem era casada há 20 anos. Ela disse que, enquanto sufocava a vítima, lembrava dela a chamando de “gorda e velha”.

Fonte: Yahoo Notícias

IGUATU: MPCE deflagra operações para apurar crimes contra a administração pública

 



O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio do Grupo Especial de Combate à Corrupção (GECOC) e da 5ª Promotoria de Justiça de Iguatu, deflagrou, na manhã desta quarta-feira (13/07), as Operações Mandrake e Liteiras. A investigação apura a existência de supostos crimes contra a administração pública, como peculato, fraude em licitações e lavagem de dinheiro, em contratos firmados pelo Município de Iguatu e pela Câmara dos Vereadores com empresas prestadoras de serviço. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão contra agentes políticos, empresários, gestores e ex-gestores públicos em Iguatu, Pedra Branca, Jardim e Fortaleza. Os mandados foram cumpridos com o auxílio do Departamento Técnico Operacional da Polícia Civil.

A Operação Mandrake apura contratação de empresa pelo Município e pela Câmara dos Vereadores para prestar serviços de marketing e propaganda. As diligências realizadas durante a investigação apontam para a existência de fraude em licitações e direcionamento para a referida empresa, que teria sido criada especificamente para receber recursos advindos da contratação irregular. Da mesma forma, há fortes indícios de que os serviços não teriam sido prestados, embora os pagamentos tenham sido integralmente realizados, gerando, portanto, possível prejuízo aos cofres públicos e enriquecimento ilícito dos envolvidos.

Por sua vez, na Operação Liteiras, o MP investiga supostos crimes no âmbito de contratos do Município com empresa de locação de veículos. No decorrer da apuração, foram identificadas suspeitas de direcionamento da licitação para favorecer determinada empresa e de fraude na execução dos serviços, uma vez que parte dos veículos locados não ficavam à disposição do Município, culminando em pagamentos indevidos pela gestão pública e lucro ilícito da empresa contratada e dos seus proprietários.

Ao fim das operações, foram apreendidos computadores, telefones celulares e documentos, além de cerca de R$ 52 mil em espécie, encontrados na residência de um dos ex-gestores investigados. Ao todo, os contratos investigados somam mais de R$ 15 milhões em recursos públicos. O próximo passo é identificar todos os gestores e empresários envolvidos na suposta fraude e eventualmente beneficiados com as irregularidades.

Fonte: Ministério Público do Estado do Ceará

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