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sexta-feira, 14 de março de 2025

Adolescente é morto a tiros no interior do Ceará

 


Foto Reprodução
Um adolescente de 16 anos foi morto a tiros na noite desta última quarta-feira (12), por volta das 20h30, na cidade de Varjota, no interior do Ceará. O crime ocorreu no interior do imóvel onde funcionava a antiga escola CERU, localizada no centro da cidade. 

A vítima foi identificada como Walison Rayllon da Silva Fernandes, estudante residente no bairro Empréstimo.

De acordo com as informações, Walison havia acabado de participar de um jogo em uma quadra esportiva próxima à antiga escola e foi ao local para beber água com amigos. Testemunhas relataram que um homem desconhecido chegou ao local e efetuou disparos contra Walison, que faleceu no local. O autor dos disparos fugiu logo em seguida e ainda não foi identificado.

A Polícia Militar foi acionada e isolou a área do crime. A Perícia Forense e o rabecão do Instituto Médico Legal (IML) também foram chamados para realizar os procedimentos necessários. Policiais do Raio e da Polícia Civil compareceram ao local para iniciar as investigações.

Com informações do Portal GC Mais.

Ceará registra 207 casos de violência contra mulheres em 2024; é o pior cenário em 7 anos

Foto Agência Senado
O Ceará registrou, em 2024, 207 casos de violência contra mulheres. O intervalo foi o pior em sete anos. Em comparação com 2023, o aumento foi de 21,1%. Enquanto isso, os feminicídios aumentaram de 42 para 45 ocorrências. 

Os dados são do Boletim Elas Vivem, publicação anual da Rede de Observatórios da Segurança, publicado nesta última quinta-feira (13). 

Parceiros e ex-parceiros cometeram 56 das violências. O Ceará teve 80 casos de homicídio e de tentativa de homicídio. Além disso, 21 das 45 vítimas de feminicídio tinham de 18 a 39 anos. Outros 51,9% dos casos de violência não tiveram motivação.

Para Fernanda Naiara da Frota Lobato, cientista social e uma das autoras do estudo, o Ceará reflete a realidade do País, onde a violência de gênero ainda é escalada como uma questão de honra.

“Parceiros e ex-parceiros seguem como os principais autores desses crimes, foram 56 casos em 2024. Rita Vitoriano teve um fim trágico nas mãos do marido, assim como Bruna Gonçalves, morta após um programa. Apesar de estarem em contextos distintos, Bruna, Laila e Rita compartilham o mesmo destino: foram vítimas de feminicídio”, destacou Lobato.

Com informações do Site Opinião CE.

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