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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Em seis anos, 120 agentes da Segurança Pública do Ceará foram assassinados

                              

Em seis anos e um dois meses do atual governo do Ceará, nada menos que 120 agentes da Segurança Pública foram assassinados no Ceará. Entre o dia 1º de janeiro de 2015 até o dia 3 de fevereiro de 2021, foram mortos 84 policiais militares, 10 policiais civis, 14 guardas municipais, oito policiais penais, dois policiais rodoviários federais, um bombeiro militar e um delegado da Polícia Civil. Os números são frutos de uma pesquisa exclusiva realizada pelo CN7.com

Em 2015, foram assassinados no Ceará 15 agentes da Segurança Pública, sendo 10 policiais militares (7 da Ativa e 3 da Reserva Remunerada) e cinco policiais civis. Já em 20166 esse número mais que duplicou, com 34 mortos, sendo 26 policiais militares (20 da Ativa, 5 da Reserva e um ex-PM), dois policiais civis, um delegado da Polícia Civil (da Ativa), doispoliciais rodoviários federais e três policiais penais (agentes penitenciários).

No ano de 2017, houve redução no número de agentes assassinados no estado. Foram 29 casos contra 34 de 2016. Em 2017, foram mortos no Ceará 22 PMs (16 da Ativa e seis da Reserva Remunerada), seis guardas municipais e um policial civil (inspetor).

Em 2018, foram registrados 18 assassinatos de agentes da Segurança, sendo 12 PMs (6 da Ativa e 6 da Reserva Remunerada), um ex-PM, dois policiais penais e três guardas municipais.

Queda e aumento

Em 2019 aconteceu uma queda acentuada no número de assassinatos no estado do Ceará e cinco agentes da Segurança foram mortos, sendo um PM da Ativa, outro da Reserva Remunerada, um bombeiro militar e dois guardas municipais.

Em 2020, o número de profissionais da Segurança Pública mais que triplicou em comparação ao ano anterior (com apenas 5 casos em 2019). Foram 18 agentes mortos, sendo 10 PMs (sete da Ativa, dois da reserva Remunerada e um ex-integrante da Corporação), além de quatro policiais penais, dois guardas municipais, um policial civil (inspetor) e um policial rodoviário federal aposentado.

Neste ano (2021), foram registrados dois assassinatos, sendo as duas vítimas policiais militares da Ativa. Um foi morto no dia 29 de janeiro e outro na última quarta-feira (3).

Mulheres assassinadas

Entre os 120 agentes assassinados nos últimos cinco anos, figuram duas mulheres. A primeira foi a inspetora da Polícia Civil, Maria Gorete de Oliveira, morta a tiros durante uma tentativa de assalto na manhã do dia 12 de junho de 2017 na Avenida José Leon, no bairro Parque Manibura.

Já no dia 22 de maio do ano passado, a policial penal Ana Paula Vieira de Oliveira, 29 anos, foi também morta durante um assalto na BR-116, altura do quilômetro 21, em Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).

Delegado e coronel mortos

Também entre os mortos estão um coronel da PM e um delegado da Polícia Civil

Na manhã do dia 15 de novembro de 2026, o delegado da Polícia Civil, Audízio Ferreira Santiago, 57 anos, foi morto por assaltantes durante uma tentativa de roubo quando ele voltava de uma igreja junto com familiares. O crime aconteceu na Rua Noruega, no bairro Maraponga. Bandidos roubaram o carro do delegado, que posteriormente, foi localizado na comunidade Babilônia, no bairro Barroso. O delegado estava desarmado na hora do crime.

No dia 11 de novembro de 2018, um oficial superior da Polícia Militar foi atingido a facadas . O coronel da Reserva da PM Flávio Sales Gadelha acabou sendo agredido na cidade de Paracuru (a 100Km de Fortaleza), durante uma discussão sobre política. O autor do crime foi um cunhado do coronel. Dois dias depois (13), Gadelha morreu em um hospital particular em Fortaleza.

Policiais executados

No começo da tarde do dia 11 de dezembro de 2018, três policiais foram mortos, a tiros, quando almoçavam em um bar localizado no bairro Vila Manuel Sátiro, em Fortaleza. As vítimas do triplo assassinato foram: Antônio Cézar Oliveira Gomes, 50 anos, 2º tenente da Reserva Remunerada; Sanderleu Cavalcante Sampaio, 46 anos, subtenente da Ativa da PM; e o sargento José Augusto de Lima, 58 anos, da Reserva.

Auxílio emergencial, o Governo Federal pode anunciar a liberação de três parcelas de R$ 200 para os trabalhadores informais

 

Em meio a cobrança da volta do auxílio emergencial, o Governo Federal pode anunciar a liberação de três parcelas de R$ 200 para os trabalhadores informais não atendidos pelo Bolsa Família, a informação está publicada em reportagem dessa segunda-feira (8) da Folha de S. Paulo. Caso seja aprovado, o benefício deve passar a ser chamado de Bônus de Inclusão Produtiva (BIP).

Para receber o novo auxílio, a pessoa terá de participar de um curso para qualificação profissional. O programa ainda seria associado à Carteira Verde e Amarela, que deve ser relançada pelo governo para reduzir encargos trabalhistas e estimular a formalização de pessoas de baixa renda.

Segundo fonte do governo, o BIP foi elaborado para dar assistência a pessoas vulneráveis em um momento de crise, e não ser um mecanismo de distribuição de renda, para tirar pessoas da pobreza.

Com informações do Ceará News.

Arthur Lira exonera quase 500 comissionados de uma vez

 A maioria era indicada de aliados de Rodrigo Maia, sem concurso.

Nesta sexta-feira (5), o recém eleito presidente da Câmara, Arthur Lira, assinou um ato na qual exonera cerca de 460 funcionários da casa.

De acordo com o texto, “ficam exonerados ocupantes de cargos em comissão de natureza especial do quadro de pessoal da Câmara”, ressalvados os da estrutura originária dos gabinetes de lideres dos partidos, os de estrutura originária das comissões permanentes, as gestantes e os que estiverem em férias.

No documento, também consta os nomes de todos os integrantes da Mesa, além de Lira.

– Precisamos dar um freio de arrumação. São muito cargos vinculados a um órgão da Câmara e lotados em outro e nós precisamos ter uma radiografia – disse o vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos.

Agora a expectativa é de que, no próximos dias, os novos integrantes da Mesa Diretora indiquem outros nomes.

(Monique Mello / Pleno News)

Maranhão irá gastar R$ 1,3 milhão em "motel" para presos

O governo do Maranhão irá fechar um contrato para a construção de 22 “módulos de encontros íntimos” em penitenciárias do estado. As unidades deverão ser construídas em 11 unidades prisionais dentro de um prazo de dois meses “contados a partir da data de emissão da ordem de serviço”.

O contrato entre o governo do Maranhão, liderado por Flavio Dino (PCdoB) e empresa Etech Construção foi assinado no dia 28 de janeiro deste ano. O valor do contrato é de R$ 1,3 milhão vindos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen).

De acordo com o governo, “a execução de obras com recursos federais está condicionada às Diretrizes Básicas para Arquitetura Penal do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, órgão subordinado ao Ministério da Justiça”.

De acordo com o edital, cada um dos 22 módulos terá três salas íntimas, dando um total de 66 salas. Destas, 36 deverão ficar em presídios em São Luís e as outras 30 no interior do estado.

Como justificativa para a medida, o governo do Maranhão afirmou que a licitação “visa a criação de condições favoráveis, para a implantação de todas as diretrizes necessárias a um sistema prisional de qualidade”.

O governo também disse que a medida “garantirá um equipamento prisional dotado das condições humanas, respeitando o princípio da dignidade, direitos fundamentais entre o homem transgressor e seus familiares, assim como, assegurará as condições dignas de trabalho aos funcionários”.

Além disso, ainda afirmou que “está comprometido em modernizar e humanizar as suas unidades prisionais, de modo que as intervenções neste estabelecimento penal sejam de suma importância para a implantação de uma nova realidade no Sistema Penitenciário Estadual”.

(Pleno News)

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