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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

CRUELDADE: Mulher é presa após matar filha recém-nascida com alça de sutiã. "Estava deprimida". VEJA REPORTAGEM


Dois homens e uma mulher foram presos em flagrante por homicídio e ocultação de cadáver depois que um homem em situação de rua encontrou o corpo de um bebê recém-nascido no lixo. Vizinhos que acionaram a polícia e encontraram o bebê morto estão indignados e chocados com o crime.

O crime aconteceu na última quarta-feira (3), no bairro da Luz, zona central de São Paulo, e os pais do bebê e outro homem foram presos em flagrante após filmagens mostrarem os três suspeitos carregando o saco plástico contendo o corpo da criança.

Ao ser presa, a mãe da criança, Rosiane Nascimento Correia confessou ter estrangulado a bebê com uma peça de sutiã. Ela disse ter cometido o crime por estar deprimida.

Já o pai do recém-nascido, Antônio Carlos Batista Conrado negou o crime. Uma das vizinhas, a autônoma Daniele Souza Meireles, conta que a cena foi uma das piores que ela já viu na vida. Além dos pais, a polícia também prendeu o tio do bebê, Antônio Silvano Correia.

Fonte: SBT

Crise: Argentinos fazem fila para receber sobras de padaria

A pobreza na Argentina já atinge quase 50% da população.
A Argentina está acostumada a crises econômicas recorrentes, mas a pandemia de Covid-19 agravou a recessão que o país sofre desde meados de 2018. O desemprego e a pobreza aumentaram expressivamente. A economia está em queda livre, com mais de 42 mil pequenas e médias empresas fechadas desde março.

A jornalista Maria Laura Assis, que recentemente compartilhou imagens de um “centro de isolamento” forçado na cidade de Formosa, voltou a expor a grave situação do país vizinho. Nesta sexta-feira (5), Maria publicou no Twitter um vídeo que mostra cidadãos argentinos em filas para receberem sobras de uma padaria.

Todas as noites antes do fechamento do estabelecimento, os funcionários saem para distribuir o que sobrou de alimento.

– Antes eram 20 pessoas, agora temos 300, muitos são clientes daqui. Dizem que ficaram sem trabalho e vêm pedir para levar a família – conta uma das funcionárias ao jornal argentino El Siglo.

Na publicação, internautas relacionam o agravamento da crise às medidas de restrição e isolamento adotadas no país.

– Estar na Argentina significa ter muitas crises, com quedas e altas no consumo, quedas e altas na lucratividade, e é preciso ir lidando com tudo isso. Temos alma de empreendedores, mas isto agora é diferente, tudo fechou. Receita zero – disse o comerciante Federico Cillarroca.

O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina caiu 19,1% no segundo trimestre do ano, o maior colapso desde 1981.

De acordo com Observatório da Dívida Social da Universidade Católica Argentina (UCA), a pobreza na Argentina atingiu 44,2% da população no fim de 2020.

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