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| Foto Polícia Rodoviária Federal |
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) encerrou, na noite de domingo (3), a Operação Dia do Trabalho, que intensificou a fiscalização nas rodovias federais durante o feriado. Na operação, iniciada na última quinta-feira (30), a PRF registrou 883 sinistros de trânsito, com 60 mortes e 954 feridos.
Na abertura da operação, a PRF fez um alerta para os motoristas sobre a importância de manter a atenção no trânsito e a distância em relação aos veículos à frente para evitar colisões traseiras, tipo de sinistro mais registrado nas BRs. Só no primeiro trimestre de 2026, foram 3.374 registros nas rodovias federais, índice 3,05% maior que no mesmo período do ano passado. No feriado, foram registrados 167 sinistros do tipo colisão traseira, com 8 mortes e 189 feridos.
A PRF atuou para evitar práticas consideradas infrações e que podem resultar em sinistros de trânsito. Nos quatros dias de operação, foram registradas 2.572 autuações por falta ou mau uso do cinto de segurança e dos dispositivos de retenção para crianças, conhecidos como cadeirinhas, 20.800 veículos flagrados acima dos limites de velocidade estabelecidos para as rodovias e 3.342 motoristas foram autuados por ultrapassagens irregulares.
Na Operação Dia do Trabalho, as equipes da PRF fiscalizaram 166.400 pessoas e veículos e fizeram 61.278 testes de alcoolemia. Os policiais registraram 872 infrações por constatação de direção sob efeito de álcool e recusa ao teste do etilômetro. Além das autuações, 66 motoristas foram detidos por apresentar teor alcoólico considerado crime ou sinais de embriaguez.
Com informações do Ceará Agora.
Reimplante de mãos de jovem de Quixeramobim contou com 15 profissionais e durou 12 horas
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| Fioto Reprodução |
A jovem de 21 anos, vítima de um ataque violento em Quixeramobim, no Sertão Central do Ceará, passou por uma cirurgia de 12 horas para reimplante das mãos no Instituto Dr. José Frota (IJF), em Fortaleza. O crime ocorreu na última sexta-feira (1º), quando um homem e o irmão dele foram presos após mutilarem a ex-namorada de um deles com uma foice.
De acordo com o superintendente do IJF, João Gilberto Gomes Macedo, a paciente foi atendida ao chegar à unidade. “Quando ela deu entrada no Instituto, a equipe já estava pronta para atendê-la de imediato. Sabemos que o tempo de evolução de uma amputação é extremamente importante para um desfecho favorável”, afirmou.
O IJF mantém um serviço de reimplante que funciona 24 horas por dia, sendo um dos poucos do tipo no Nordeste. “Temos uma equipe de 13 cirurgiões de mão e microcirurgia. Esse serviço, pelo SUS, 24 horas por dia, só existe no Ceará e em Pernambuco”, afirmou o superintendente.
O hospital realiza, em média, quatro reimplantes por mês — número considerado elevado, devido à complexidade dos procedimentos. “São cirurgias delicadas, que exigem profissionais com alta qualificação e experiência”, ressaltou.
Cirurgia envolveu reconstrução completa
O procedimento exigiu a atuação de uma equipe multiprofissional especializada em cirurgia de mão e microcirurgia. A jovem teve uma das mãos totalmente amputada e a outra permaneceu ligada ao corpo apenas por tecidos.
“Foi necessário reconstruir a parte óssea, os tendões extensores e flexores, além de vasos, nervos e veias. É uma cirurgia muito complexa”, explicou o superintendente.
Com informações do Diário do Nordeste.


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