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quarta-feira, 27 de maio de 2026

Homem morto a tiros num bar em Missão Velha no 10º homicídio do ano no município

 

Exatamente uma semana depois e novo homicídio foi registrado em Missão Velha
Demontier Tenório  https://www.miseria.com.br/ 

Alexandre foi morto a tiros em Missão Velha.

Exatamente uma semana depois e novo homicídio foi registrado em Missão Velha. Por volta das 23 horas desta terça-feira (26) Alexandre Magno Rodrigues, de 40 anos, foi morto a tiros em um bar no Sítio Canabrava no Distrito de Jamacaru. Ele residia no Sítio Coité em Missão Velha e estava numa bebedeira quando se envolveu numa discussão. As pessoas deixaram o estabelecimento e retornaram num carro vermelho no qual fugiram após assassinar “Alexandre do Coité” como era conhecido.

Ele respondia por tentativa de homicídio no dia 25 de setembro de 2017 no Distrito de Jamacaru. O mesmo tentou matar a tiros Marcos Vinicius dos Santos Gomes e o seu primo Tiago Ferreira Farias dos Santos ainda saiu atingido por uma bala perdida, sendo socorridos ao Hospital São Vicente de Barbalha. Os crimes aconteceram perto da Praça da Igreja após discussão durante bebedeira. Na época, Alexandre trabalhava como cobrador de crediário em Itaberaba (BA) e se apresentou depois na delegacia.

Este foi o segundo homicídio de maio em Missão Velha e o 10º do ano no município ou 71% em relação aos 14 registrados no decorrer do ano passado. O outro deste mês tinha ocorrido quarta-feira (20) na Avenida José Sobreira da Cruz no centro de Missão Velha. Breno Marques Barbosa, de 30 anos, o “Breno de Ciço Mago”, foi morto com uma facada no abdômen, praticado por sua ex-companheira, Damiana Iraíde da Silva, de 44 anos, que foi presa em flagrante.

STF acaba com aposentadoria compulsória como maior punição a magistrados

Ministros seguiram o entendimento do relator do caso, Flávio Dino.
O Supremo Tribunal Federal decidiu, por unanimidade, acabar com a aposentadoria compulsória remunerada como punição máxima aplicada a magistrados investigados por infrações disciplinares.

A decisão foi confirmada nesta terça-feira (26) pela Primeira Turma da Corte, que rejeitou um recurso apresentado pela Procuradoria-Geral da República.

Os ministros seguiram o entendimento do relator do caso, Flávio Dino, que em decisão individual tomada em março deste ano havia determinado que o Conselho Nacional de Justiça passe a aplicar a perda do cargo como sanção máxima a juízes que cometerem violações graves.

Integram a Primeira Turma os ministros: Flávio Dino (presidente do colegiado); Cármen Lúcia; Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin.

Com isso, magistrados punidos também deixarão de receber salários proporcionais ao tempo de serviço. Na prática, a medida encerra a aposentadoria compulsória como principal punição administrativa para casos considerados mais graves.

O modelo anterior era alvo de críticas recorrentes por afastar o magistrado das funções, mas manter o pagamento de vencimentos mensais mesmo após a punição.


A votação

Moraes e Cármen acompanharam integralmente o voto de Dino, inclusive ao defender que eventuais ações de perda de mandato de magistrados sejam julgadas pelo STF.

Já Zanin, concordou com o entendimento de que a aposentadoria compulsória foi revogada pela Reforma da Previdência de 2019, mas divergiu quanto à competência do STF para analisar ações de perda de mandato.

Segundo Dino, o debate sobre a aposentadoria compulsória está diretamente relacionado à ética no Judiciário. O ministro ressaltou que a discussão envolve uma “reivindicação justa” e lembrou que a própria Constituição Federal exige conduta pautada pela probidade.

“Infrações graves devem resultar em punições que não transfiram o ônus à sociedade e que reflitam a gravidade dos atos praticados. As sanções precisam gerar consequências efetivas, sob pena de estimular a impunidade e contribuir para a erosão democrática”, ponderou.

(Diário do Poder)

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