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| Foto Thiago Gadelha |
O senador Camilo Santana (PT) acusou o ex-ministro e pré-candidato ao Governo do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), de ter rompido com o grupo governista por “capricho e prepotência”.
Ele afirmou que o antigo aliado retornou ao debate político estadual “movido por ódio” e “sentimento de vingança”. As declarações foram concedidas pelo petista nesta última terça-feira (26), durante entrevista à live do PontoPoder.
Aos jornalistas Jéssica Welma e Wagner Mendes, Camilo disse que o tucano "não olhava para o Ceará há mais de 20 anos". "Agora, aparece movido de ódio e sentimento de vingança", disse.
“Há três anos o Ciro vem batendo em mim movido por esse ódio, por esse sentimento de vingança. Ele traiu a Izolda (Cela), que era a nossa candidata a governadora, uma mulher, ele traiu uma mulher porque queria empurrar goela abaixo o Roberto Cláudio, e aí eu virei o traidor", disse Camilo.
Com informações do Diário do Nordeste.
Água de coco em pó poderá ser produzida por indústria no Ceará ainda em 2026
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| Foto Governo do Ceará |
Uma pesquisa desenvolvida há mais de 40 anos pela Universidade Estadual do Ceará está prestes a alcançar escala industrial no Ceará.
A instituição anunciou a implantação da primeira biofábrica voltada ao processamento de água de coco em pó e compostos lácteos no município de Jaguaretama, no interior do Estado.
A expectativa é que a unidade entre em funcionamento ainda no fim do primeiro semestre de 2026. A tecnologia começou a ser desenvolvida na década de 1980, nos laboratórios da Faculdade de Veterinária da Uece, através das pesquisas coordenadas pelo professor emérito José Ferreira Nunes.
Inicialmente, os estudos buscavam utilizar a água de coco em processos de conservação de sêmen caprino e ovino, área que rendeu uma das primeiras patentes biológicas internacionais do Brasil voltadas à reprodução animal.
Com o avanço das pesquisas, os cientistas passaram a trabalhar com a chamada ACP (Água de Coco em Pó) .
Com informações do Site A Nokia do Ceará.
Jumento sai do Ceará por até R$ 10 e tem pele vendida a R$ 1.500 para cosmético na China
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| Foto Fabiane de Paula |
Símbolo da resistência no semiárido cearense, o jumento nordestino vendido informalmente no Ceará por valores entre R$ 1 e R$ 10 pode render até R$ 1.500 na China após ser processado para a extração de pele e colágeno para a indústria de cosméticos.
Apesar desse animal movimentar um mercado milionário na Ásia, o comércio da espécie não traz oportunidades viáveis e sustentáveis para o agronegócio local. Pelo contrário: a atividade ameaça a reputação do setor pela falta de rastreabilidade.
Na última quarta-feira (20), a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) aprovou a Sugestão Legislativa de proibir o abate de jumentos em todo o território nacional. Agora, de acordo com a Agência Senado, a SUG 9/2025 passará a tramitar como projeto de lei.
Como justificativa para a decisão, foi levantado não só o viés de proteção animal e o risco de extinção, mas também a necessidade de preservar a imagem do agronegócio brasileiro frente aos riscos sanitários promovidos pela forma informal como a atividade se dá no País.
Por que um produto tão lucrativo no exterior não representa negócio viável para o agro cearense?
De acordo com relatório da organização The Donkey Sanctuary, um estudo publicado pela Universidade de Reading sugere que um rebanho criado com 200.000 fêmeas de jumentos em condições altamente favoráveis levaria 15 anos ou mais para fornecer 1,2 milhão de peles. A demanda anual da indústria do ejiao, no entanto, é de, pelo menos, 5,9 milhões.
Conforme explica a coordenadora de campanhas para a América da The Donkey Sanctuary, Patrícia Tatemoto, a gestação da fêmea do animal dura cerca de 12 a 13 meses, e normalmente nasce apenas um filhote por vez. Já a maturidade reprodutiva e o desenvolvimento físico completo levam entre três a cinco anos para ocorrer.
“Na pecuária comercial, muitas fêmeas bovinas já entram em reprodução entre 14 e 24 meses, e a gestação das vacas dura cerca de 9 meses”, explica a especialista.
Com informações do Diário do Nordeste.



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