Um pescador colombiano de 24 anos quase morreu sufocado depois de engasgar com um pequeno peixe em um acidente de pesca bizarro. O caso ocorreu em Pivijay, na Colômbia, no dia 23 de janeiro passado, mas o nome do homem não foi revelado pela mídia.
Os repórteres locais explicaram que o pescador acabara de pegar um pequeno peixe e, assim que retirou o anzol, percebeu que outro peixe estava puxando a outra linha. Com medo dessa nova captura roubar a isca e fugir, o homem resolveu colocar o peixinho capturado na boca e correu para pegar a outra vara.
Aí o imponderável aconteceu: não se sabe se o homem não colocou força suficiente na mordida ou se o peixe era muito escorregadio, o fato é que o pequeno mojarra (uma espécie de tilápia) foi parar na goela do atrapalhado pescador. A sorte dele é que a forma achatada do peixe não obstruiu completamente a passagem de ar.
Desesperado, o pescador foi caminhando até o Hospital Santander Herrera, mas não conseguiu contar aos médicos o que tinha ocorrido, já que mal conseguia respirar. De tanto apontar para a garganta, os profissionais de saúde mandaram fazer um raio-X, onde constataram a presença do peixe.
Em um procedimento de emergência, o mojarra foi novamente pescado, desta vez do esôfago do pescador, enquanto o pessoal do hospital filmava a cena inesquecível e bem diferente das pescarias comuns. O paciente teve que permanecer internado por dois dias até se recuperar completamente.
Fonte: Mega Curioso
Bolsonaro convoca Presidente da Petrobras para explicar alta no preço dos combustíveis
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (4) que convocou uma reunião com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e pelo menos três ministros para discutir o preço dos combustíveis. O encontro será realizado na manhã desta sexta-feira (5) em Brasília.
“Amanhã [5] vou ter uma reunião envolvendo o ministro da Infraestrutura [Tarcísio Gomes de Freitas], da Economia [Paulo Guedes], das Minas e Energia [Bento Albuquerque] e o presidente da Petrobras para falar de combustível”, disse Bolsonaro durante sua live semanal transmitida nas redes sociais.
Desde o início do ano, a Petrobras reajustou duas vezes o preço da gasolina e uma vez o preço do diesel. No caso da gasolina, a alta acumulada nas refinarias foi de cerca de 13%, enquanto o óleo diesel teve aumento de 4,4%.
“Ninguém está interferindo na Petrobras, mas você tem que saber qual é a composição final no preço do diesel”, acrescentou o presidente, que demonstrou preocupação com o aumento do combustível, principalmente em decorrência dos impactos no transporte de cargas, que afetam os caminhoneiros. A categoria chegou a se movimentar para uma nova paralisação nacional esta semana, mas o movimento não chegou a se consolidar.
Segundo Bolsonaro, a questão do preço dos combustíveis será tratado de forma pública. Para o presidente, é preciso esclarecer porque o valor está no patamar atual. “Estava previsto que iriam dar um novo reajuste em cima do combustível. É justo ou não é? Dizem que a Petrobras está tendo prejuízo, então o presidente da Petrobras vai dizer amanhã aos senhores, porque é obrigação dele, qual é o prejuízo, porque o preço do combustível no Brasil é esse”, afirmou.
Desde 2016, a Petrobras segue uma política de variação do preço dos combustíveis que acompanha a valorização do dólar e a cotação do petróleo no mercado internacional. Os reajustes são realizados de forma periódica. Na composição do preço final do diesel, por exemplo, cerca de 9% são impostos federais (PIS/Pasep e Cofins) e 14% são de ICMS, um imposto estadual. Os demais custos, de acordo com dados da própria Petrobras, são distribuição e revenda (16%), custo do biodiesel (14%) e realização da estatal (47%).
Durante a live, Bolsonaro defendeu uma mudança no atual modelo de cobrança do ICMS pelos estados. O imposto é uma alíquota (percentual) que varia de estado para estado e incide sobre o preço médio nas bombas. No caso dos impostos federais (PIS/Cofins e Cide), a cobrança é um valor fixo por litro. “O que nós queremos, gostaríamos que fosse feito, é que o Congresso votasse, aprovasse uma lei dizendo que o ICMS vai incidir sobre o preço do óleo diesel na refinaria ou que tenha um preço fixo, como a Cide”, argumentou.
(Agência Brasil)


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