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| Foto Casa Civil |
Em sua primeira viagem, a Transnordestina percorreu 585 km em 12 horas, com mil toneladas. O secretário-chefe da Casa Civil, Chagas Vieira postou um vídeo em suas redes sociais, nesta última terça-feira (31), com a chegada dela ao Ceará.
“Graças ao presidente Lula e ao esforço do governador Elmano, ela chega ao Ceará e vai transformar a economia do estado, ajudar a logística do país e pode dobrar a movimentação de carga do nosso Porto do Pecém, gerando mais emprego e renda para os cearenses”, pontuou Chagas.
Ao todo, o investimento na Transnordestina é de R$ 15 bilhões. Com uma extensão total prevista de 1.200 quilômetros, ela liga o interior do Piauí e de Pernambuco ao litoral cearense.
O caminho da Transnordestina se inicia em Eliseu Monteiro (PI), segue até Salgueiro (PE), de onde saem dois braços: um deles adentra o Ceará, até chegar ao Porto do Pecém, e o outro segue no território pernambucano, até o Porto de Suape, entre os municípios de Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca.
No Ceará, a expectativa é de que cada lote da obra reúna cerca de mil trabalhadores, totalizando entre 5 mil e 5,5 mil empregos diretos ao longo da Transnordestina, além de postos indiretos gerados nas áreas de alimentação, fornecimento de insumos e serviços de apoio.
Com informações do Site Opinião CE.
Produtor de leite do Ceará receberá R$ 0,10 a mais ao vender para a indústria
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| Foto Davi Pinheiro/ Governo do Ceará |
A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (Faec) anunciou o acordo com a empresa Alvoar Lácteos para reajuste no preço do leite pago ao produtor rural cearense. Com a negociação, o valor por litro terá aumento de R$ 0,10, passando a ter média de R$ 2,50.
A empresa surgiu da união das marcas Embaré — de Minas Gerais, dona da Camponesa — e da cearense Betânia, que juntas concentram a compra de leite no Estado.
O grupo é privado, controlado pela família Girão e pelos acionistas Arlon Food NE Participações S.A. e International Finance Corporation, e é hoje a quinta maior indústria de laticínios do Brasil.
Com isso, praticamente lidera grande parte do peso de formação do preço ao produtor, cujo tema já foi foco de inúmeros protestos.
De acordo com Amílcar Silveira, presidente da Faec, alguns produtores queriam desistir da atividade, pois não estavam conseguindo pagar os custos de produção.
Vale lembrar que, em agosto de 2025, criadores de gado leiteiro protestaram em frente à planta Alvoar em Morada Nova, a 164 km de Fortaleza, contra as reduções aplicadas pela companhia.
À época, O POVO mostrou que o montante por litro repassado aos produtores já havia caído três vezes, em mais de R$ 0,30, enquanto os valores cobrados ao consumidor final não registravam queda.
"Com esse novo aumento, a situação começa a melhorar e traz uma perspectiva mais positiva para os produtores de leite, que vinham trabalhando no vermelho", afirma.
Com informações do O Povo.


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