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terça-feira, 21 de abril de 2026

Ceará chega a quase 30 açudes sangrando nesta segunda-feira (20)

 

Foto Site Revista Central 

Subiu para 28 o número de açudes que estão sangrando no Ceará, conforme dados do monitor de açudes da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), na manhã desta segunda-feira (20).

Entre os reservatórios que estão em sangria está o Orós, segundo maior açude do Ceará. De acordo com a Cogerh a sangria estava com uma lâmina de 18 centímetros na manhã desta segunda.

A sangria do Orós deve seguir pelos próximos dias, incrementada pelas águas do vertimento do açude Muquém, em Cariús, que contribui diretamente para seu volume.

Cinco barragens estão com volume acima de 90% e podem sangrar a qualquer momento. São eles: São Vicente (90%), Arneiroz II (96, 51%), Tucunduba (96, 60%), Mundaú (92, 60%) e Cauhipe (94, 50%), respectivamente.

Com informações do Site Revista Central

Onda de fechamentos faz 10 cidades do Ceará perderem ao menos um banco físico

Foto Fernanda Siebra / Diário do Nordeste
Ao todo, 10 municípios do interior do Ceará ficaram sem atendimento físico de ao menos um banco privado após o fechamento de 117 agências no Estado ao longo dos últimos anos, segundo o Sindicato dos Bancários do Estado (SEEB-CE).

Desse total, 63 agências fecharam só em 2025, mais da metade dos encerramentos registrados desde 2022. Embora mantenha sua rede de atendimento, Fortaleza foi a cidade com o maior número de encerramentos, com 33 unidades a menos: 15 do Bradesco, 11 do Itaú e sete do Santander.

Segundo o SEEB-CE, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil não fecharam agências no Estado no período analisado.

Para Wandemberg Almeida, presidente do Conselho Regional de Economia do Ceará (Corecon-CE), o principal fator deste movimento é a "digitalização acelerada dos serviços financeiros".

Ele explica que manter uma agência física envolve altos gastos com aluguel, segurança e pessoal, e as instituições passaram a ver essas estruturas como "menos necessárias diante da queda no fluxo presencial".

O Itaú e o Santander informaram que estão reestruturando suas redes físicas para focar em um atendimento mais consultivo e especializado, acompanhando a migração de quase todos os clientes para os canais digitais (leia posicionamentos completos abaixo). O Bradesco não respondeu aos questionamentos até o fechamento desta matéria.

10 cidades pederam agências do Bradesco

O Bradesco, que historicamente mantinha o lema de forte presença física, foi o último a aderir a essa lógica. Porém, a empresa acelerou o processo recentemente e, em 2025, foi a marca que mais fechou agências e postos de atendimento no Ceará.

Só em Fortaleza foram 15 locais fechados. Entre eles, um na esquina das avenidas Virgílio Távora com Santos Dumont, outro na Monsenhor Tabosa e mais um na Aguanambi.

No interior, 23 municípios cearenses tiveram atendimentos fechados, entre postos de atendimento avançado (PAA) e agências.

Destes, 10 não possuem mais nenhum tipo de atendimento do Bradesco. São eles: Miraíma, Chaval, Tururu, Uruburetama, General Sampaio, Apuiarés, Umirim, Santana do Acaraú, Uruoca e Senador Sá.

A reportagem entrou em contato, por meio da assessoria de imprensa do banco, para saber qual o número atual de agências no Estado, quais os motivos dos fechamentos e qual é o reposicionamento do atendimento físico, mas, até o fechamento desta matéria, não recebemos retorno. O espaço segue aberto.

Com informações do Diário do Nordeste.

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