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terça-feira, 7 de abril de 2026

Suzane von Richthofen revisita crime e "risadas" chamam atenção

 


Mais de 20 anos após participar do assassinato dos próprios pais, Suzane von Richthofen, hoje com 42 anos, reaparece em um documentário inédito no qual revisita o crime que a levou a uma condenação de 39 anos de prisão – atualmente em regime aberto. Imagens da produção que já circulam nas redes sociais chamam atenção pela postura alegre e descontraída da condenada.

O documentário é um longa-metragem de duas horas produzido pela Netflix e que dá espaço para que ela reconte a história sob sua própria perspectiva. Até o momento, foi exibido apenas em pré-lançamento restrito, e não tem data oficial para lançamento no streaming.

Suzane descreve a infância em uma casa que, segundo ela, era marcada por frieza emocional e cobranças.

– Eu vivia estudando… não tinha demonstração de amor – afirma, ao retratar os pais, Manfred e Marísia von Richthofen, como distantes.

Ela também relata conflitos frequentes e chega a dizer que presenciou o pai agredindo a mãe – episódios que compõem a narrativa de um ambiente familiar deteriorado.

O tom do depoimento, no entanto, levanta questionamentos ao sugerir uma tentativa de contextualizar, até mesmo suavizar, o caminho até o crime.

– Minha família não era família Doriana. Longe disso – disse Suzane.

Em outro momento, afirma que o relacionamento com Daniel Cravinhos “ocupou todos os espaços” de sua vida, apresentando o namoro como um ponto de virada.

Segundo Suzane, a relação com os pais se agravou à medida que o envolvimento com Daniel avançava, com mentiras, confrontos e até agressões.

– Virou uma guerra dentro de casa – relata.

Ela conta que levava uma vida dupla e que via no namorado uma forma de escapar do ambiente familiar. Ao abordar diretamente o assassinato, cometido em 31 de outubro de 2002 pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, Suzane tenta se distanciar de aspectos do planejamento.

– Eu não construí a arma do crime. Não tenho nada a ver com isso – afirmou.

Via portal Pleno News

Jovem é caçada pelo ex após dizer “não” e acaba m0rta com 30 fac4das no meio da rua


Crime brutal ocorreu no domingo (5) de Páscoa em Aguaí (SP); suspeito foi preso horas depois com roupas manchadas de sangue.

A madrugada de domingo (5) de Páscoa foi marcada por violência extrema em Aguaí, no interior de São Paulo. Uma jovem de 29 anos foi assassinada após ser perseguida pelo ex-namorado em via pública, em um crime que causou forte comoção na cidade.

Segundo as investigações, o suspeito abordou a vítima em uma praça da região e tentou forçá-la a entrar em um caminhão. Diante da recusa, ele passou a segui-la a pé até alcançá-la em outra rua, onde cometeu o ataque.

Moradores relataram momentos de desespero. Um guarda civil que vive próximo ao local ouviu os pedidos de socorro e encontrou a mulher caída. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas a morte foi confirmada ainda no local.

Após o crime, o agressor fugiu levando a arma. Com base em informações repassadas à polícia, equipes iniciaram buscas e localizaram o suspeito horas depois, na zona rural. Ele foi encontrado ainda com as mesmas roupas usadas no momento do crime, com vestígios de sangue.

Dentro do veículo também estava a atual companheira do homem, que não teve participação no caso. O suspeito foi preso em flagrante e levado à delegacia, onde permanece à disposição da Justiça.

O caso foi registrado como feminicídio. A Polícia Civil segue com as investigações, e a arma utilizada no crime ainda não foi localizada.

Via portal Folha do Estado

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