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terça-feira, 14 de abril de 2026

Projeto criado em Fortaleza chega a 6 usinas solares comunitárias e pode virar modelo nacional

 

Foto Divulgação/Palma Solar.

O projeto de usina solar comunitária do Conjunto Palmeiras, em Fortaleza, chamou a atenção do Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), da Petrobras, e pode ser replicado em outras cidades brasileiras.

Em operação desde 2025, o Palma Solar viabiliza descontos de mais de 50% na conta de luz e um sistema de cashback, que devolve parte do valor pago para utilização em pequenos negócios do bairro.

Já são duas pequenas usinas em operação e a terceira deve ser inaugurada em 30 de abril, aumentando para 100 o número de famílias e negócios atendidos no Conjunto Palmeiras.

A expansão seguirá ao longo do ano e o projeto chegará a seis usinas, aponta Joaquim Melo, coordenador de projetos do Banco Palmas, instituição comunitária responsável pelo projeto.

"Estaremos, até o fim do ano, com mais três usinas. A ideia é atender também famílias comuns e pequenos empreendedores; assim, terminaremos 2026 com 200 famílias atendidas. Se pegar a média de cinco pessoas por família, são mil pessoas beneficiadas", projeta.

A pesquisa do Cenpes deve identificar os efeitos da geração solar na comunidade e como a expansão do programa em larga escala contribuiria para uma transição energética justa.

"Imagina usar o dinheiro que vem do petróleo, que é uma energia suja, e financiar a produção de energia comunitária limpa, distribuindo riqueza. Toda a metodologia que não é só de produção, não é só de superação da pobreza energética, é também geração de riqueza", comenta Joaquim Melo.

Com informações do Diário do Nordeste.

Exportações do Brasil no primeiro trimestre crescem 7% na comparação com ano passado

Foto Tatiana Fortes - Casa Civil
Os dados da Balança Comercial, somente no mês de março de 2026, apresentaram resultados nas exportações que somaram US$ 31,6 bilhões e nas importações, US$ 25,2 bilhões, com saldo positivo de US$ 6,4 bilhões e corrente de comércio de US$ 56,8 bilhões.

Já de janeiro a março, as exportações totalizam US$ 82,3 bilhões e as importações, US$ 68,2 bilhões, com saldo positivo de US$ 14,2 bilhões e corrente de comércio de US$ 150,5 bilhões. Esses e outros resultados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

Nas exportações, comparados o mês de março / 2026 (US$ 31,6 bilhões) com março / 2025 (US$ 28,73 bilhões), houve crescimento de 10,0%. Em relação às importações houve crescimento de 20,1% na comparação entre o mês de março / 2026 (US$ 25,2 bilhões) com o mês de março / 2025 (US$ 20,99 bilhões).

Assim, no mês de março/2026 a corrente de comércio totalizou US$ 56,8 bilhões e o saldo foi de US$ 6,4 bilhões. Comparando-se este período com o de março/2025, houve crescimento de 14,3% na corrente de comércio.

Nos comparativos das exportações de janeiro/março 2026 (US$ 82,34 bilhões), com o valor de janeiro/março – 2025 (US$ 76,88 bilhões) houve crescimento de 7,1%. Em relação às importações, houve crescimento de 1,3% entre o valor do período de janeiro/março – 2026 (US$ 68,16 bilhões) com janeiro/março – 2025 (US$ 67,27 bilhões).

Por fim, o valor da corrente de comércio totalizou US$ 150,5 bilhões e apresentou crescimento de 4,4% na comparação entre estes períodos.

Com informações do Ceará Agora.

Conta de luz ficará mais cara no Ceará

Foto Marcelo Camargo/ Agência Brasil 
O reajuste tarifário anual para a energia elétrica no Ceará em 2026 tem aumento médio previsto de 5,78% nas contas. Para os consumidores de alta tensão, a alta é estimada em 9,61%, enquanto para os de baixa tensão (como os residenciais) chega a 4,67%.

Os dados fazem parte de nota técnica desenvolvida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e foram obtidos de forma exclusiva pelo O Povo.

A apreciação da revisão tarifária está prevista para ocorrer em reunião desta terça-feira, 14 de abril, para entrar em vigor no dia 22 de abril, conforme previsto no contrato de concessão da Enel Distribuição Ceará, iniciado em 1998.

Caso se confirmem os índices, será o primeiro aumento médio da tarifa desde 2023, quando houve alta de 3,06%. Nos dois anos seguintes, houve revisões negativas, de 2,81% e 2,1%, respectivamente.

Os percentuais são desenvolvidos a partir de informações operacionais fornecidas pela Enel e passam por decisão colegiada da Aneel.

No documento, a agência reguladora enfatiza que o efeito médio de 5,78% nas contas de energia dos cearenses decorre, dentre outros pontos, do reajuste de itens de custos de "Parcela A e B".

Com informações do O Povo.

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