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| Foto Reprodução |
A ação criminosa que vitimou a adolescente Ana Kévile Nogueira Batista conta com características de um crime premeditado. O Diário do Nordeste apurou que o suspeito José Arimatéia Felipe saiu do bar após uma discussão e retornou ao local já em posse de uma arma de fogo.
Conforme testemunhas, Ana Kévile, de 17 anos, foi morta a tiros em um estabelecimento comercial na cidade de Deputado Irapuan Pinheiro, Interior do Ceará, depois de recusar o assédio do homem. José Arimateia teria oferecido R$ 500 em troca de relação sexual com a vítima.
De início, logo quando a vítima não correspondeu ao assédio, houve um princípio de tumulto no local e populares exigiram que o homem saísse do estabelecimento. Testemunhas contam que poucos minutos depois, o homem retornou ao local já armado.
Na versão de um popular que estava no local, Arimatéia já sacou a arma de fogo logo quando desceu da motocicleta. Ele ainda teria ido até à mesa da adolescente, que chegou a pedir novamente que ele se retirasse.
José foi levado à audiência de custódia nesta quarta-feira (29) e "o cumprimento da prisão foi homologado pelo 2º Núcleo Regional de Custódia e das Garantias, com sede em Iguatu".
O Judiciário decidiu manter a prisão do homem capturado em flagrante sob suspeita do crime de feminicídio.
De acordo com o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), o suspeito permanece preso preventivamente e o processo foi redistribuído à Comarca de Solonópole. A defesa do preso não foi localizada pela reportagem.
Após se aproximar da adolescente com investidas inconvenientes, de forma insistente, “chegando a tocar sua coxa”, conforme o registro, ele ofereceu a quantia, “sendo prontamente repreendido”.
Em entrevista concedida ao Diário do Nordeste nesta quarta-feira (29), o secretário da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), Roberto Sá, destacou que o crime se tratou de um episódio "covarde e lamentável
Com informações do Diário do Nordeste.
Casas correspondem a 92% da geração própria de energia solar distribuída no Ceará
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| Foto Thiago Gadelha. |
Os cearenses têm investido cada vez mais na geração de energia solar nas próprias casas. O setor residencial corresponde a 92,2% dos projetos de geração distribuída (aquela que não é realizada em grandes usinas solares) do Estado.
O interesse do público residencial em produzir a própria energia tem crescido de forma sólida. A participação do setor na geração era de 88,5% em 2023 e subiu quase quatro pontos percentuais.
Já o setor comercial, outro segmento de geração distribuída, viu sua representatividade cair de 11,48% em 2023 para 7,7% em 2025. Os dados são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), coletados pela Solfácil, um dos maiores players de geração solar distribuída do Brasil.
A participação do setor residencial cearense é maior que a média do Nordeste, que cresceu de 87,2% para 91,9% em dois anos. Já a média nacional passou de 88,01% para 91,34% no mesmo período.
O maior avanço no Ceará está atrelado às tendências do mercado de energia no Estado e ao custo elevado das tarifas, aponta Eduardo Neubern, COO da Solfácil.
"O custo da energia é muito caro no Ceará, e vai aumentar, com o reajuste definido na semana passada. Isso deixa a proposta de valor da energia solar residencial ainda mais forte, porque o investimento vai se pagar mais rápido", analisa.
A energia elétrica foi a principal pressão na inflação de 2025 e os custos tendem a aumentar. Os consumidores residenciais cearenses tiveram reajuste de 5,78% na conta de luz a partir de 22 de abril.
Com informações do Diário do Nordeste.
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