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quarta-feira, 2 de abril de 2025

Senado aprova retaliação comercial às vésperas de tarifaço de Trump

 

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou, nesta terça-feira (1º), o Projeto de Lei (PL) 2.088/2023 de reciprocidade comercial, que permite ao governo brasileiro retaliar medidas comerciais que prejudiquem os produtos do país no mercado internacional. 

A aprovação ocorre um dia antes do anúncio de novo tarifaço pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, que promete impor “tarifas recíprocas” com a taxação de produtos de todos os países que cobrem impostos para importação de bens e produtos norte-americanos.

O projeto de lei da reciprocidade comercial foi aprovado por unanimidade na CAE, em caráter terminativo. Ou seja, o projeto segue diretamente para análise da Câmara dos Deputados, sem necessidade de ser aprovado pelo plenário do Senado.

O Artigo 1º do projeto diz que a lei estabelece critérios para respostas a ações, políticas ou práticas unilaterais de país ou bloco econômico que “impactem negativamente a competitividade internacional brasileira”.

Se aprovada, a lei valerá para países ou blocos que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”. No Artigo 3º, o projeto autoriza o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligado ao Executivo, a “adotar contramedidas na forma de restrição às importações de bens e serviços”, prevendo ainda medidas de negociação entre as partes antes de qualquer decisão.

A relatora do texto, senadora Tereza Cristina (PP-MS), explicou que a medida não é uma lei só para os Estados Unidos, mas para todos os mercados e países.

“Este é um projeto de proteção aos produtos brasileiros, e não de contramedidas ou contra outros países. Agora, se o Brasil tiver os seus produtos com retaliações desmedidas, o governo passa a ter a possibilidade de fazer essas contramedidas na mesma base que vem de outros países ou blocos econômicos”, explicou a parlamentar.

O presidente da CAE, senador Renan Calheiros (MDB/AL), destacou que o projeto dá ao Executivo ferramentas para agir contra medidas comerciais que atinjam as exportações do país.

“O projeto é, sem dúvida nenhuma, uma resposta legítima ao tarifaço americano. Nós estamos apenas suprindo a legislação brasileira de mecanismos de reciprocidade. Nós não estamos adotando a reciprocidade, mas, se o governo quiser adotar a reciprocidade, não será por falta de legislação que deixará de fazer isso”, afirmou Renan.

Leis ambientais

O projeto de lei surgiu, inicialmente, em resposta à legislação da União Europeia (UE), que busca impor restrições à importação de produtos de países que não respeitem determinados critérios ambientais.

O texto aprovado na CAE e encaminhado à Câmara permite que o governo brasileiro adote a reciprocidade comercial nos casos de “medidas unilaterais com base em requisitos ambientais que sejam mais onerosos do que os parâmetros, normas e padrões de proteção ambiental adotados pelo Brasil”.

Segundo a relatora Tereza Cristina, as medidas da UE são protecionistas e estabelecem regras mais rígidas que a legislação brasileira, prejudicando os produtos agropecuários do país.

“O bloco europeu aproveita-se da paralisia do mecanismo de solução de controvérsias da OMC [Organização Mundial do Comércio] para compelir o cumprimento de seus padrões ambientais a determinados países. Não se trata de uma verdadeira ‘lei antidesmatamento’, mas de um regramento que impõe uma série de obrigações para comprovação da origem de um produto, o que torna muito oneroso exportar para a União Europeia, escreveu a senadora em seu relatório.

paralisação da OMC promovida pelos Estados Unidos limita a capacidade da organização de arbitrar conflitos na área comercial, justo no momento em que se aprofunda a guerra de tarifas iniciada pelo governo do presidente Donald Trump.

Por Agência Brasil

Ameaças “insistem em sobreviver”, diz Lula sobre golpe de 64

 

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta segunda-feira (31), que ameaças autoritárias, “infelizmente, ainda insistem em sobreviver”. Em publicação nas redes sociais, alusiva ao golpe civil-militar de 1964, Lula reforçou a importância da defesa da democracia, dos direitos humanos e da soberania do povo para escolher seus líderes por meio do voto.

“Não existe, fora da democracia, caminhos para que o Brasil seja um país mais justo e menos desigual. Não existe um verdadeiro desenvolvimento inclusivo sem que a voz do povo seja ouvida e respeitada. Não existe justiça sem a garantia de que as instituições sejam sólidas, harmônicas e independentes”, escreveu.

O golpe civil-militar de 1964, que completa 61 anos nesta terça (1º), marcou o início de uma ditadura comandada por generais no Brasil que durou 21 anos, período no qual eleições diretas foram suspensas e a liberdade de expressão e oposição política restringidas.

“Nosso povo, com muita luta, superou os períodos sombrios de sua história. Há 40 anos, vivemos em um regime democrático e de liberdades, que se tornou ainda mais forte e vivo com a Constituição Federal de 1988. Esta é uma trajetória que, tenho certeza, continuaremos seguindo. Sem nunca retroceder”, acrescentou o presidente.

No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou ser inconstitucional empregar dinheiro público para comemorar o golpe militar de 1964. Hoje, a Corte publicou, em seus perfis oficiais nas redes sociais, uma mensagem sobre o golpe, que deve ser lembrado “para que nunca se repita”, diz o texto.

No dia 18 de março, o Senado Federal também realizou sessão solene para lembrar os 40 anos da redemocratização do país, com uma homenagem ao ex-presidente José Sarney, o primeiro presidente do Brasil após o fim da ditadura, que prevaleceu entre 1964 e 1985. Na ocasião, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, destacou que o evento no Plenário firma o compromisso da Casa com a democracia.

Anistia

Em publicação nas redes socias, a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, lembrou que, no período da ditadura, direitos e garantias foram cerceadas e opositores ao regime militar foram presos, perseguidos e mortos. “Foram mais de duas décadas de resistência e sacrifício para a restauração da democracia”, escreveu, defendendo que não haja anistia para quem, hoje, atenta contra a democracia.

“É importante recordar esse período nos dias de hoje, em que estão sendo levados a julgamento os comandantes de uma nova tentativa de golpe, incluindo um ex-presidente da República tornado réu. A responsabilização penal dos golpistas, na vigência plena do estado de direito e das garantias constitucionais que tentaram abolir, é um dever histórico em defesa da democracia, hoje e para sempre”, destacou a ministra.

Na semana passada, o STF abriu a ação penal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados, denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR), por tentativa de golpe de Estado. O plano teria sido colocado em prática entre os anos de 2021 e 2023 e culminado com os ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro de 2023.

Mesmo antes da abertura da ação, aliados do ex-presidente Bolsonaro já articulavam no Congresso um projeto de lei que concede anistia aos golpistas condenados pelo 8 de janeiro, com a extinção das punições. Juristas ouvidos pela Agência Brasil consideram que anistiar crimes contra a democracia é preocupante.

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, também se posicionou contra a anistia e afirmou que é preciso relembrar os eventos da ditadura “para não repetir”. “O Golpe Militar aconteceu há 61 anos, mas hoje ainda precisamos lutar firmemente em defesa da democracia, contra o extremismo e pela justiça. Ditadura nunca mais. Democracia sempre. Sem anistia”, escreveu em postagem nas redes.

No mês passado, o STF também decidiu, por unanimidade, que irá rever seu entendimento sobre a Lei da Anistia, sancionada em 1979 pelo general João Baptista Figueiredo, último ditador do regime militar. Os ministros deverão discutir se a anistia ampla e irrestrita, conforme determinada pela lei, se aplica a casos de crimes continuados como o de sequestro e ocultação de cadáver.

A reabertura da discussão sobre a Lei da Anistia foi feita nos recursos que tratam da Guerrilha do Araguaia, maior movimento armado de resistência rural ao regime militar, e sobre o desaparecimento do deputado Rubens Paiva, que foi sequestrado e morto por agentes da ditadura.

Por Agência Brasil

Senado aprova retaliação comercial às vésperas de tarifaço de Trump

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou, nesta terça-feira (1º), o Projeto de Lei (PL) 2.088/2023 de reciprocidade comercial, que permite ao governo brasileiro retaliar medidas comerciais que prejudiquem os produtos do país no mercado internacional. 

A aprovação ocorre um dia antes do anúncio de novo tarifaço pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, que promete impor “tarifas recíprocas” com a taxação de produtos de todos os países que cobrem impostos para importação de bens e produtos norte-americanos.

O projeto de lei da reciprocidade comercial foi aprovado por unanimidade na CAE, em caráter terminativo. Ou seja, o projeto segue diretamente para análise da Câmara dos Deputados, sem necessidade de ser aprovado pelo plenário do Senado.

O Artigo 1º do projeto diz que a lei estabelece critérios para respostas a ações, políticas ou práticas unilaterais de país ou bloco econômico que “impactem negativamente a competitividade internacional brasileira”.

Se aprovada, a lei valerá para países ou blocos que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”. No Artigo 3º, o projeto autoriza o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligado ao Executivo, a “adotar contramedidas na forma de restrição às importações de bens e serviços”, prevendo ainda medidas de negociação entre as partes antes de qualquer decisão.

A relatora do texto, senadora Tereza Cristina (PP-MS), explicou que a medida não é uma lei só para os Estados Unidos, mas para todos os mercados e países.

“Este é um projeto de proteção aos produtos brasileiros, e não de contramedidas ou contra outros países. Agora, se o Brasil tiver os seus produtos com retaliações desmedidas, o governo passa a ter a possibilidade de fazer essas contramedidas na mesma base que vem de outros países ou blocos econômicos”, explicou a parlamentar.

O presidente da CAE, senador Renan Calheiros (MDB/AL), destacou que o projeto dá ao Executivo ferramentas para agir contra medidas comerciais que atinjam as exportações do país.

“O projeto é, sem dúvida nenhuma, uma resposta legítima ao tarifaço americano. Nós estamos apenas suprindo a legislação brasileira de mecanismos de reciprocidade. Nós não estamos adotando a reciprocidade, mas, se o governo quiser adotar a reciprocidade, não será por falta de legislação que deixará de fazer isso”, afirmou Renan.

Leis ambientais

O projeto de lei surgiu, inicialmente, em resposta à legislação da União Europeia (UE), que busca impor restrições à importação de produtos de países que não respeitem determinados critérios ambientais.

O texto aprovado na CAE e encaminhado à Câmara permite que o governo brasileiro adote a reciprocidade comercial nos casos de “medidas unilaterais com base em requisitos ambientais que sejam mais onerosos do que os parâmetros, normas e padrões de proteção ambiental adotados pelo Brasil”.

Segundo a relatora Tereza Cristina, as medidas da UE são protecionistas e estabelecem regras mais rígidas que a legislação brasileira, prejudicando os produtos agropecuários do país.

“O bloco europeu aproveita-se da paralisia do mecanismo de solução de controvérsias da OMC [Organização Mundial do Comércio] para compelir o cumprimento de seus padrões ambientais a determinados países. Não se trata de uma verdadeira ‘lei antidesmatamento’, mas de um regramento que impõe uma série de obrigações para comprovação da origem de um produto, o que torna muito oneroso exportar para a União Europeia, escreveu a senadora em seu relatório.

paralisação da OMC promovida pelos Estados Unidos limita a capacidade da organização de arbitrar conflitos na área comercial, justo no momento em que se aprofunda a guerra de tarifas iniciada pelo governo do presidente Donald Trump.

Por Agência Brasil

Ceará tem 256 mil mulheres a mais do que homens; confira pesquisa completa

O Ceará tem cerca de 256 mil mulheres a mais do que homens. A população do Estado é composta por 4,7 milhões de mulheres (51,4%) e 4,5 milhões de homens (48,6%). O analfabetismo é menor entre as mulheres do que entre os homens no Ceará e escolarização das mulheres é maior que a dos homens; em 2023, o nível de instrução das mulheres, com 25 anos ou mais de idade, superou a dos homens cearenses. Essas são apenas algumas das muitas conclusões reveladas no Ipece/Informe (Nº 267 – Março/2025) – O perfil da mulher no Ceará – 2023.

Proporção de homens e mulheres residentes no Ceará em 2023

O trabalho, elaborado pela Diretoria de Estudos Sociais (Disoc) do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), órgão vinculado à Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) do Governo do Ceará, também mostra outras importantes constatações: o rendimento médio da mulher ocupada foi melhor que o dos homens; o número de mulheres no papel de “pessoa de referência” superou o de homens no Ceará; quem mais utilizou a internet foi as mulheres e que o percentual de domicílios com maior prevalência de segurança alimentar são os domicílios chefiados por homens (70,5%).

Percentual da renda per capita total acumulada por estratos da População e sexo da pessoa de referência: Ceará – 2023

Elaborado por Raquel Sales e Jimmy Oliveira, respectivamente assessora Técnica e analista de Políticas Públicas da Diec, que tem como diretor o professor José Meneleu Neto, também traz outras informações: entre os 20% mais pobres, 61,4% são de domicílios liderados por mulheres , ou seja, 22,8 pontos percentuais a mais que os homens, e a proporção de domicilios em situação de pobreza em domicílios chefiados por mulher (10,5%) foi maior do que por homens (7,9%).

Raquel Sales explica que as transferências de renda podem impactar as mulheres. O rendimento domiciliar per capita para as mulheres pobres no cenário que não receberam uma transferência de renda no Ceará seria de R$ 966,15 enquanto dos homens de R$ 1.394,46, ou seja, diferença bem maior que no cenário com transferência (R$ 428,31 contra R$ 389,59).

A Assessora Técnica ressalta que, apesar das mulheres terem mais escolaridade e estarem a frente dos lares, elas recebem menor remuneração. “Políticas voltadas às mulheres mais vulneráveis são de extrema importância pois as mulheres que chefiam domicílios são mais afetadas pela pobreza, insegurança alimentar e na simulação sem programa social a desigualdade era maior”, frisa.

Para concluir, ela informa que a desigualdade entre homens e mulheres, tanto em questões sociais como econômicas são constatadas em estatísticas diversas. E que o o trabalho (Ipece/Informe) utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) para extrair estatísticas por gênero, e portanto, construir o perfil da mulher no Ceará em 2023. Além dessa introdução esse informe conta com seções sobre participação das mulheres na população, indicadores de educação, acesso a internet, renda e pobreza.

Três mortes em acidentes no Cariri, dois homicídios e um corpo carbonizado no fim de semana


Subiu de três para seis o número de mortes violentas na comparação entre os dois últimos finais de semana no Cariri.
Demontier Tenório. (Foto: Reprodução)   site miséria

Carlos Eduardo foi morto a tiros em Nova Olinda e Vagnê morreu num acidente em Mauriti

Subiu de três para seis o número de mortes violentas na comparação entre os dois últimos finais de semana no Cariri. Neste, foram três em acidentes, dois homicídios e uma morte por queimaduras com corpos de Caririaçu, Campos Sales, Assaré, Nova Olinda e Juazeiro. Segundo levantamento feito pelo Site Miséria, quatro mortes aconteceram no sábado e outras duas no domingo.

Por volta das 10 horas de sábado um agricultor foi à casa do filho no Sítio Barrados em Caririaçu e se deparou com o mesmo carbonizado numa cama. Edson Vieira de Medeiros, de 43 anos, morava sozinho, costumava ingerir bebidas alcoólicas e era fumante podendo ter deixado um cigarro ou vela acesa causando o incêndio. O fogo atingiu a cama onde dormia já que costumava se deitar embriagado e ainda fumando.

Meia hora depois o vendedor Alexsandro Alves Pereira, de 39 anos, morreu no Hospital Regional do Cariri (HRC) em Juazeiro. Ele residia na Vila Fomento em Iguatu, mas se envolveu num acidente com o seu carro no final da tarde do último dia 20 de março. Foi na CE-371 no Distrito de Carmelópolis na zona rural de Campos Sales, sendo socorrido em estado grave e faleceu nove dias depois.

Já às 15 horas, na estrada que liga os municípios de Assaré e Farias Brito na altura do Sítio Piripiri em Assaré, um homem morreu ao cair de sua moto. O comerciante Galdino Batista Filho, de 55 anos, sobrou numa curva e bateu numa pedra quando morreu às margens da rodovia em meio a duas cruzes. Ele residia no Sítio Riacho Verde na zona rural de Tarrafas e sofreu traumatismo craniano.

Às 23h30min, ainda no sábado, na Rua Ubirajara Lacerda (Bairro Nossa Senhora de Fátima) em Nova Olinda, Carlos Eduardo Pereira de Lima, de 22 anos, foi morto a tiros num terreno baldio. Ele residia na Rua José Furtado Leite no centro e respondia procedimentos por posse de arma de fogo, tentativa de furto e era testemunha do tráfico de drogas. Foi o primeiro homicídio do mês de março em Nova Olinda e o segundo do ano ou 20% em relação aos 10 assassinatos registrados em 2024.

Por volta das 11 horas deste domingo o caçambeiro Antonio Marcos Nunes da Silva, de 50 anos, que residia no Sítio Serra da Santa em Petrolina (PE), foi morto a tiros na Rua do Horto perto da estátua de Padre Cícero. Ele dirigia um Fiat Pálio de cor vermelha quando reduziu a velocidade para que um carro pudesse passar. Dois homens numa moto Honda de cor preta se aproximaram do carro e o garupeiro efetuou disparos à queima-roupa na cabeça da vítima. O carro ainda saiu desgovernado e subiu a calçada de uma residência. Ele respondia procedimento em Juazeiro (BA).

Finalmente, às 20 horas de domingo na CE-384 na área do Distrito de Umburanas em Mauriti, houve acidente com vítima fatal. No local, morreu o jovem Vagnê Rodrigues Furtado, de 22 anos, que residia no Sítio Catanduva naquele distrito. Ele pilotava uma moto quando houve a colisão num Fiat Mobi de cor vermelha. Vagnê morreu na rodovia estadual e dois ocupantes do carro foram socorridas ao Hospital de Mauriti apresentando lesões leves pelo corpo.

Homem morre em Campos Sales após vidros cortarem sua perna, além de mulher e um jovem vítimas de acidentes em Araripe e Barro

 

Mais duas mortes no HRC em face de acidentes e outra em Campos Sales de homem que teve a perna cortada com vidros.
Demontier Tenório. (Foto: Reprodução)  site miséria

Érico morreu no Hospital de Campos Sales

Mais duas mortes no HRC em face de acidentes e outra em Campos Sales de homem que teve a perna cortada com vidros. Este último foi o agricultor Érico Bertolino Soares da Silva, de 32 anos, no hospital de Campos Sales. Ele residia na Rua do Cemitério (Bairro Nossa Senhora da Penha) naquele município e foi encontrado às 13h30min desta segunda-feira perto de sua casa apresentando corte na perna direita, sangrando bastante em meio a garrafas de bebidas quebradas e morreu às 16h30min no hospital.

Antes, por volta das 4 horas da madrugada desta segunda-feira Francisca Sousa do Nascimento, de 57 anos, morreu num dos leitos do Hospital Regional do Cariri (HRC) em Juazeiro. Ela residia na Rua Afonso Nilton de Alencar Lima (Bairro Campo de Avião) em Araripe e, às 19 horas do último dia 23 de março, se envolveu num acidente de trânsito na CE-292 na zona rural de Araripe.

Já por volta das 21h30min o jovem Diego Maradona de Souza, de 24 anos, também morreu no HRC em Juazeiro. Este residia no Distrito Monte Alegre na zona rural do município de Barro no Cariri. No meio da madrugada de ontem o mesmo se envolveu num acidente com motocicleta na BR-116 naquele município sofrendo politraumatismo e falecendo no hospital juazeirense cerca de 20 horas o ocorrido.

Jovem morto a tiros em Barbalha e sua companheira saiu baleada no primeiro homicídio de abril no Cariri


Demontier Tenório. (Foto: Reprodução)   site miséria

Maxwell foi morto a tiros no Distrito do Caldas em Barbalha

Um homem foi morto a tiros na noite desta terça-feira (01) em Barbalha e sua esposa saiu baleada no primeiro homicídio do mês de abril no Cariri. O crime aconteceu por volta das 22h30min no Sítio Santa Cruz no Distrito do Caldas em Barbalha. Ali oi morto a tiros o jovem José Maxwell Vieira, de 29 anos, na estrada que liga os distritos barbalhenses de Caldas e Arajara já perto do Sítio Santo Antonio. Sua companheira Maria Tamires Conrado, de 28 anos, saiu baleada no braço.

Ela foi socorrida pelo SAMU ao Hospital São Vicente de Paulo após os profissionais de saúde constatarem o óbito de Maxwell. Ele residiu no bairro Alto da Alegria em Barbalha e respondia por um assalto praticado no dia 7 de dezembro de 2016 na CE-060 entre o município de Jardim e o estado do Pernambuco. Juntamente com Rafael de Monte Bernardo numa moto roubaram os celulares de duas mulheres que são primas e trafegavam numa moto, sendo presos em flagrante

Este foi o quinto homicídio deste ano em Barbalha ou 24% em relação aos 21 registrados no decorrer do ano passado no município. O último deste ano tinha ocorrido há exatamente uma semana com o achado do cadáver de Devylin Silva Rodrigues, de 19 anos, às margens da estrada vicinal de acesso ao Sítio Serra do Maracujá. Apresentava perfuração à bala na cabeça e estava numa cova rasa o qual residia no bairro José Geraldo da Cruz em Juazeiro e respondia por porte ilegal de arma de fogo.

Presos novos influenciadores no Cariri que divulgam ‘jogo do tigrinho’ em operação da Polícia Civil

 

Um dos eixos da operação é Juazeiro do Norte, onde mais influenciadores já foram presos.
Demontier Tenório    site miséria
Foto: Reprodução

Policiais civis do Ceará e outros estados fazem nova operação de combate a jogos de azar mirando na direção de influenciadores que divulgam plataformas digitais ilegais e buscam, também, os donos dessas plataformas. Segundo a polícia, estão sendo cumpridos13 mandados de prisões e mais 17 de buscas e apreensão. Um dos eixos é Juazeiro, onde mais três influenciadores foram presos: Brenna Brito, seu namorado o colombiano Felipe Galviz e Joice Gomes Félix de Oliveira, a “Joycinha Gomes”.

Os oficiais investigadores apreenderam, também três carros de luxo avaliados em R$ 500 mil, além de boa quantia em dinheiro. Segundo a polícia, são muitas as pessoas envolvidas nos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e contra a economia popular nessa investigação que já dura cerca de um ano no combate a jogos ilegais. Além de Juazeiro, outras cidades do Cariri estão na mira a exemplo de Fortaleza e outros municípios da Região Metropolitana e os estados do São Paulo, Mato Grosso e Pará.

Essa segunda etapa da operação tem a ver com levantamentos, diligências e prisões da primeira operação da Polícia Civil com esse objetivo. Foi no dia 20 de março de 2025 quando foram presos em Juazeiro os influenciadores digitais Victória Aparecida de Oliveira Roza, Milena Peixoto Sampaio e Janisson Moura. Todos estes já estão em prisões domiciliares mediante o uso de tornozeleiras eletrônicas e outras medidas cautelares como as proibições de acessar a Internet e movimentar suas redes sociais.

MORAES MIRA PRISÃO de Bolsonaro e 'pressiona' PGR: ordem pública em risco?

Ministro quer saber se ex-presidente deve ser preso por incitar atos antidemocráticos e atrapalhar investigações.

O ministro Alexandre de Moraes (STF) solicitou que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre a necessidade de prisão preventiva de Jair Bolsonaro, ao analisar uma notícia-crime contra o ex-presidente; Moraes quer saber se as recentes convocações por anistia configuram crimes como obstrução de Justiça, incitação contra instituições democráticas e coação no curso do processo, o que poderia justificar medidas como prisão ou restrições à sua atuação política. Ministro aguarda parecer do procurador-geral Paulo Gonet.

✴️ CÁ PRA NÓS: Do ponto de vista constitucional, Jair Bolsonaro, ao convocar manifestações pacíficas e defender pautas como a “anistia” aos presos de 8 de janeiro, pode alegar estar exercendo direitos fundamentais previstos na Constituição, como a liberdade de expressão, liberdade de reunião (art. 5º, IV e XVI) e liberdade política.

Fonte: Blog César Wager

Cearense está na lista de mais ricos do mundo da Forbes 2025

 


Foto Ismael Soares
A nova edição da seletíssima lista global da Forbes, que considera pessoas com fortuna superior a US$ 1 bilhão, traz dois nomes do Nordeste dentre os 55 do Brasil.

São eles: Mário Araripe, do Ceará; e Ilson Mateus, do Maranhão. Os executivos nordestinos integram o rol de pouco mais de 3 mil super ricos mundiais selecionados pela renomada publicação.

Fundador da Casa dos Ventos, Araripe, segundo a Forbes, possui uma fortuna de US$ 3 bilhões (algo em torno de R$ 17 bilhões). Entre os brasileiros, ocupa a 19ª colocação no ranking dos mais ricos (veja lista completa ao fim da matéria). Globalmente, ele está na 1.219ª colocação.

Já Ilson Mateus, criador do Grupo Mateus, consta na 32ª posição do Brasil, com US$ 1,7 bilhão (em torno de R$ 9,7 bilhões). Ele figura na colocação de número 2.019 no rol mundial.

Com informações do Diário do Nordeste.

Quase 300 mil pessoas no Ceará podem ter aumento no salário com mudança no Imposto de Renda

Foto Shutterstock
Quase 300 mil contribuintes cearenses do setor formal com renda mensal entre R$ 2.259 e R$ 5 mil terão aumento no salário líquido, caso seja aprovada a Reforma do Imposto de Renda.

O texto, que tramita no Congresso Nacional, prevê isenção para trabalhadores que ganham até R$ 5 mil e ainda um desconto parcial para quem recebe até R$ 7 mil.

O Ceará é o terceiro estado do Nordeste em número de empregados formais beneficiadas com a isenção, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) compilados pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene) do Banco do Nordeste a pedido da coluna.

Veja quantos serão beneficiados em cada estado do Nordeste

Maranhão: 156.831

Piauí: 100.589

Ceará: 293.936

Rio Grande do Norte: 117.367

Paraíba: 126.619

Pernambuco: 361.163

Alagoas: 120.047

Sergipe: 82.348

Bahia: 539.024

Com informações do Diário do Nordeste.