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Morre dom Adélio Giuseppe Tomasin, bispo emérito da Diocese de Quixadá, aos 93 anos

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Uma audiência pública para discutir a Lei das Bets (Lei 14.790/2023) foi marcada para o próximo dia 11 de novembro. A convocação foi feita pelo ministro Luiz Fux.
“A oitiva de especialistas, entidades reguladoras, órgãos governamentais e representantes da sociedade civil em geral não se destina a colher interpretações jurídicas dos textos constitucional ou legal, mas sim a esclarecer as inúmeras questões técnicas“, afirmou Fux.
Conforme Fux, o objetivo da audiência é entender questões associadas à saúde mental, aos impactos neurológicos das apostas sobre o comportamento humano, aos efeitos econômicos da prática para o comércio e a seus efeitos na economia doméstica, além das consequências sociais desse novo marco regulatório.
Especialistas e entidades poderão manifestar sua intenção de participar e de indicar expositores até o próximo 18 de outubro. Pedidos de participação devem ser enviados para o e-mail: adi7721@stf.jus.br.
A ação é de autoria da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O grupo levou no documento o alerta sobre os impactos da edição da lei na vida social, financeira, física e mental das famílias.

Duas novas pesquisas eleitorais já foram registradas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e devem ser divulgadas no início da última semana de corrida pela Prefeitura de Crato
Nesta segunda-feira (30) está prevista a divulgação do primeiro levantamento do Instituto Paraná de Pesquisa nas eleições de 2024 no município do Crato. Ao todo, foram ouvidas 640 pessoas entre os dias 26 e 29 de setembro.
Já na terça-feira (1) está previsto a divulgação do levantamento da RR Silva Pesquisa e Marketing. Ao todo, foram ouvidas 800 pessoas entre os dias 26 e 28 de setembro.
Data de registro: 24/09/2024
Data de início da pesquisa: 26/09/2024
Data de término da pesquisa: 29/09/2024
Data de divulgação: 30/09/2024
Entrevistados: 640
Contratante: Don7 Media
Data de registro: 25/09/2024
Data de início da pesquisa: 26/09/2024
Data de término da pesquisa: 28/09/2024
Data de divulgação: 1/10/2024
Entrevistados: 800
Contratante: Portal Miséria

Exatamente sete meses depois e novo homicídio foi registrado em Araripe na região do Cariri. Por volta das 7 horas deste domingo o agricultor Antonio Costa da Silva, de 28 anos, que residia no Sítio Serra Malaquias na zona rural de Araripe, morreu no Hospital Lia Loiola de Alencar daquele município. Cerca de quatro horas antes, ele tinha sido esfaqueado nas costas quando estava numa bebedeira na casa de uma mulher no Sítio Lagoa da Mata.
A polícia foi acionada e uma patrulha com o Subtenente Xavier, os Cabos Duarte e Alielton e o Soldado Ângelo esteve no local. Já no hospital os PMs chegaram a conversar com a vítima que aparentava estar consciente dizendo que desconhecia o autor do golpe e nem conhecia direito a mulher dona do imóvel. Antonio seria transferido ao HRC em Juazeiro, mas não deu tempo. O mesmo não respondia procedimentos criminais e os policiais diligenciaram, mas, até o momento, ninguém foi preso.
Este foi o segundo homicídio do ano em Araripe que teve seis assassinatos em 2022 e nenhum no ano passado. O outro deste ano tinha acontecido no dia 28 de fevereiro quando o jovem Erivaldo dos Santos Martins, de 25 anos, foi morto a tiros dentro de casa. Ele morava no bairro Cohab III em Araripe, cujo imóvel foi invadido por um homem armado que efetuou os disparos e fugiu numa moto com um comparsa. Erivaldo não respondia procedimentos criminais.

O súbito aumento da transmissão da doença nos dois primeiros meses de 2024 gerou um alerta epidemiológico no Amazonas. As preocupações cresceram com o avanço das ocorrências, que chegaram a todas as regiões do país. Mas dados dos anos anteriores já vinham sendo monitorados com mais atenção pelas autoridades sanitárias.
Entre agosto de 2022 e fevereiro de 2024, foram contabilizadas mais de 6 mil ocorrências de febre Oropouche em cerca de 140 municípios da Região Norte. A pesquisa da Fiocruz envolveu o sequenciamento do genoma de vírus referentes a 382 casos registrados em quatro estados: Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. As análises revelaram que as infecções foram causadas pela nova linhagem do vírus causador da doença, identificada por OROV BR-2015-2024.
Considerada as características genéticas do patógeno, os pesquisadores avaliam que seu surgimento se deu, provavelmente, entre os anos de 2010 e 2014 no estado do Amazonas. A nova linhagem seria fruto de um rearranjo genético entre cepas que circulavam no Brasil e outra com circulação no Peru, Colômbia e Equador. Desde então, ela teria se espalhado silenciosamente até provocar a epidemia recente.
Rearranjos genéticos, como o que deu origem à OROV BR-2015-2024, ocorrem quando uma mesma pessoa ou animal é infectado simultaneamente por duas linhagens virais diferentes. Assim, no processo de replicação viral, pode surgir uma cepa que combina elementos dos dois patógenos.
De acordo com nota divulgada nesta sexta-feira (27) pela Fiocruz, os pesquisadores concluíram que a OROV BR-2015-2024 apresenta alterações na superfície da partícula viral que podem facilitar o escape de anticorpos.
“Pessoas infectadas anteriormente pelo vírus Oropouche podem ter proteção reduzida contra a nova linhagem. Além disso, um estudo preliminar, feito por outro grupo de cientistas, e ainda não revisado por pares, indica que a nova cepa se replica mais rapidamente nas células do que a primeira linhagem do vírus Oropouche isolada no Brasil, nos anos 1960”, registra o texto.
A febre Oropouche é uma doença causada por um arbovírus. Não existe tratamento específico, mas o paciente deve permanecer em repouso e ter acompanhamento médico. Podem ser prescritos analgésicos e antitérmicos comuns para aliviar os sintomas, que são muito parecidos com os da dengue. Eles duram geralmente entre 2 e 7 dias e incluem febre, dor de cabeça, dor nas costas e nas articulações, podendo ainda ocorrer tontura, dor atrás dos olhos, erupções cutâneas, náuseas e vômitos. Em alguns casos, há também ocorrência de encefalite.
A transmissão, no entanto, não ocorre pela picada do Aedes aegypti e sim de outros mosquitos, sobretudo pelo Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. Eles se proliferam principalmente durante períodos de calor em ambientes úmidos, como em áreas próximas a mangues, lagos, brejos e rios. Mas não são restritos a áreas rurais, estando presente em espaços urbanos com disponibilidade de água e matéria orgânica, sobretudo próximo a hortas, jardins e árvores. O Culex quinquefasciatus, uma das espécies popularmente chamada de pernilongo, também pode atuar eventualmente como vetor.
No Brasil, surtos esporádicos da doença têm sido registrados na Região Amazônica desde a década de 1970. Durante a recente disseminação, casos da doença foram registrados em todas as regiões do país. Embora uma parcela deles sejam ocorrências importadas, envolvendo viajantes que retornaram da Região Amazônica, diferentes estados também detectaram infecções de transmissão local.
Em julho desse ano, foram registradas na Bahia as primeiras mortes pela doença já ocorridas no mundo. A situação tem gerado preocupações de organismos sanitários nacionais e internacionais.
Os pesquisadores alertam que surtos e epidemias geralmente surgem por uma combinação de fatores e levantam a possibilidade de que a disseminação recente da febre Oropouche tenha sido influenciada pelas mudanças climáticas, que vêm gerando eventos extremos na Amazônia. Junto com o desmatamento e a degradação ambiental, essas alterações no clima poderiam afetar o comportamento do mosquito vetor, contribuindo para maior exposição da população. Essa hipótese ajudaria a explicar porque a nova linhagem circulou por quase 10 anos antes de causar um surto de grandes proporções.
O estudo também confirmou o padrão sazonal da febre Oropouche. Foi observada uma alta disseminação do vírus nas estações chuvosas e transmissão baixa, embora persistente, nas estações secas. Esta dinâmica estaria associada à maior proliferação do vetor no período de chuvas.
Os pesquisadores concluíram ainda que a disseminação da doença ocorreu pela combinação entre deslocamentos de vetores e de seres humanos infectados. “Em cerca de dois terços dos casos, a dispersão do vírus foi compatível com o alcance de voo dos insetos, ficando abaixo de 2 km por dia. No entanto, em aproximadamente um terço dos registros, foi observada uma dispersão de mais de 10 km por dia, indicando associação com o deslocamento humano”, registra a nota de divulgação da Fiocruz.
O estudo mobilizou unidades da Fiocruz sediadas em cinco estados: Rio de Janeiro, Amazonas, Rondônia, Pernambuco e Paraná. O trabalho também contou com a cooperação de unidades dos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacens), que são integrados ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ficam sob gestão dos governos estaduais. Houve ainda envolvimento de outros órgãos públicos e instituições científicas.

Quatro novas pesquisas eleitorais já foram registradas, até a manhã deste domingo (29), junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e devem ser divulgadas no início da última semana de campanha eleitoral pela Prefeitura de Juazeiro do Norte.
Na próxima terça-feira (1), a Anza Comunicação apresentará seu primeiro levantamento de intenções de votos no pleito eleitoral do município. Assim como o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE), que divulgará sua pesquisa na quinta-feira (3).
A AtlasIntel apresentará uma nova pesquisa na próxima quarta-feira (2). No último levantamento, realizado entre 13 e 18 de agosto, Gledson Bezerra (Podemos) liderava a corrida eleitoral com 54,3% da preferência do eleitor, seguido por Fernando Santana (PT), com 38,1%. Sued Carvalho (UP) apresentou 2,1% das intenções de voto.
Já na quinta-feira (3), o Instituto Opinião apresentará uma nova rodada de intenções de votos. No último levantamento, realizado entre 26 e 27 de setembro, Fernando Santana (PT) estava à frente nas intenções de votos com 49,9%, seguido por Glêdson Bezerra (Podemos) com 37,1%; Sued Carvalho (UP) com 1,9% e Lino Alves (PCO) com 0,7% .
Data de registro: 25/09/2024
Data de início da pesquisa: 27/09/2024
Data de término da pesquisa: 30/09/2024
Data de divulgação: 1/10/2024
Entrevistados: 600
Contratante: Innovate Tecnologia
Data de registro: 26/09/2024
Data de início da pesquisa: 26/09/2024
Data de término da pesquisa: 1/10/2024
Data de divulgação: 2/10/2024
Entrevistados: 800
Contratante: Jornal O Povo
Data de registro: 27/09/2024
Data de início da pesquisa: 29/09/2024
Data de término da pesquisa: 1/10/2024
Data de divulgação: 3/10/2024
Entrevistados: 800
Contratante: Opinião/CE Comunicação
Data de registro: 27/09/2024
Data de início da pesquisa: 28/09/2024
Data de término da pesquisa: 30/09/2024
Data de divulgação: 3/10/2024
Entrevistados: 800
Contratante: Rede Integrada de Comunicação

Três acidentes com vítimas fatais foram registrados no Cariri num intervalo de médio de dez horas de ontem para hoje. Por volta das 17 horas deste sábado o agricultor José Antonio da Silva, de 27 anos, que residia no Sítio Guritiba na zona rural de Santana do Cariri, morreu no hospital daquele município. Ele se envolveu numa colisão de motos na estrada de acesso ao Sítio Peixoto no Distrito de Dom Leme. O condutor da outra moto também foi socorrido ao mesmo hospital e segue internado.
Já por volta das 22 horas, ainda no sábado, o motorista Carlos André de Sousa Silva, de 48 anos, morreu noutro acidente com moto. Este residia no Sítio Genipapo na zona rural de Crato e seguia para casa quando se envolveu no acidente morrendo no local. Por volta das 02h30min deste domingo o vendedor Raimundo Sávio Felipe da Silva, de 29 anos, que residia na Rua Mário Teixeira Mendes (Bairro Seminário) em Crato, morreu em mais um acidente dessa vez na Rua Chiquinha Macedo na Vila São Bento.