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quinta-feira, 3 de outubro de 2024

'Viver sertanejo' - Novo programa da Globo será apresentador por Daniel

 Programa dominical terá entrevistas com outros cantores sertanejos

Cantor Daniel será apresentador de novo programa da Globo

O cantor Daniel vai apresentar um novo programa musical da TV Globo, intitulado "Viver Sertanejo", cuja previsão de estreia é dezembro. A atração irá ao ar todo domingo pela manhã logo após o Globo Rural.
As gravações ocorrem na fazenda do cantor em Brotas, no Interior de São Paulo.  Daniel irá conversar com cantores de diferentes gerações da música sertaneja. Durante as entrevistas, vão ser destacados momentos importantes dos músicos, e lembranças de memórias pessoais.
“Para mim, é um presente e estou feliz por esse momento. Vai ser maravilhoso, leve, natural. É muito bom fazer parte da vida das pessoas, principalmente num dia tão importante que é o domingo. A gente vai poder falar daquilo que a gente viveu nas nossas infâncias, daquilo que a gente herdou, falar dos nossos pais, da nossa família. Acredito que o público pode esperar a nossa essência. Teremos nesses encontros os bons causos, uma boa prosa, e contaremos um pouquinho sobre a história da nossa música, do estilo que a gente faz e que predomina no Brasil”.

PROGRAMA COM CLIMA DE FAZENDA - O objetivo é tentar criar um programa com um "clima de fazenda", diferente da organização usual do auditório.
“A grande novidade de Viver Sertanejo é exatamente não tentar fazer num auditório um clima de interior, de roça, de fazenda. O programa decidiu ir até esse 'Brasil Sertanejo', mostrar como ele é, ser influenciado por ele, beber na fonte. Nosso estúdio é uma fazenda de verdade. Isso muda tudo”.

Cearense coleciona caixas de fósforo há 60 anos e conta a História do Brasil por meio do acervo

Foto Diário do Nordeste 
Na sua tem, na minha também. Mas, na de Anizio Araújo, a dimensão beira o inimaginável. A casa do homem no bairro Serrinha, em Fortaleza, resguarda aquilo que para muitos é apenas objeto, coisa simples e vã. São mais de 1800 caixas de fósforo, organizadas de forma a conferir o real peso a esse verdadeiro império de memórias.

Todas diferentes entre si e cada uma com história própria, as caixas começaram a ser reunidas quando o engenheiro agrônomo e professor aposentado, hoje com 79 anos, iniciou os estudos na Universidade Federal do Ceará. À época, idos de 1968, lembra que uma das principais atividades da juventude era fumar. Foi entre um cigarro e outro que tudo começou.

“Eu tinha vinte e poucos anos. Recordo de andar muito a pé. Passava nas bodegas, comprava uma carteira de cigarro e, junto a ela, uma caixa de fósforo. Um dia, achei uma muito bonita. Era da empresa Olho, e tinha o desenho de um jangadeiro nela. Tanto é que comprei duas caixas: uma eu usei, a outra eu guardei”, relata.

Com informações do Diário do Nordeste.

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