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| Foto Reprodução |
A comunidade acadêmica do Instituto Federal do Ceará (IFCE) – Campus Quixadá está de luto pela morte da estudante Camilla Letícia de Souza Barros, aluna do 6º semestre de Engenharia Civil, vítima de um acidente de trânsito ocorrido nesta terça-feira (30), no estado de Mato Grosso.
Segundo as informações preliminares, Camilla viajava com os pais quando o veículo em que estavam se envolveu no acidente. A universitária não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. Os pais sobreviveram e, conforme divulgado, não apresentam risco de morte.
Em nota oficial, o IFCE Quixadá lamentou profundamente a perda da estudante e prestou solidariedade aos familiares, amigos, colegas e professores. A instituição destacou o sentimento de pesar que atinge toda a comunidade acadêmica neste momento de dor.
A morte de Camilla gerou grande comoção entre estudantes e servidores do campus, onde ela era conhecida por sua dedicação ao curso de Engenharia Civil. As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis no estado de Mato Grosso.
Com informações do Site Monolitos .
Suspeito de matar os próprios pais é solto em audiência de custódia no interior do Ceará
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| Foto Reprodução |
A Justiça Estadual concedeu liberdade, em audiência de custódia realizada nesta última segunda-feira (29), a um homem de 45 anos suspeito de matar os próprios pais em Itapipoca, no interior do Ceará. Os corpos dos idosos, de 74 anos e 65 anos, foram encontrados no último domingo (28), mas o crime, segundo a polícia, ocorreu na sexta-feira (26).
O suspeito, identificado como José Ivanildo dos Santos, foi preso por policiais militares após a localização dos corpos dos pais dele.
Na audiência de custódia, a juíza Anna Karolina Cordeiro de Araújo Carvalhal considerou que "a prisão encontra-se alicerçada essencialmente em informações de caráter informal, desacompanhadas de qualquer elemento probatório objetivo capaz de conferir verossimilhança à imputação".
“Não há, até o presente momento, elementos investigativos idôneos que demonstrem, ainda que em juízo de cognição sumária, indícios suficientes de autoria, tampouco foram apresentados elementos técnicos ou documentais que vinculem o custodiado à prática do delito”, completou a magistrada.
Para Anna Karolina, há inconsistência dos elementos informativos que embasaram a prisão. Embora o policial condutor da prisão afirme que o acusado tenha confessado o crime, “tal alegação não encontra respaldo nos documentos que instruem o procedimento”, justifica a juíza.
Segundo a decisão judicial, ao ser formalmente questionado acerca da morte de seus pais, o custodiado limitou-se a baixar a cabeça, permanecendo em silêncio, sem proferir qualquer declaração que pudesse ser interpretada como admissão de autoria ou confissão extrajudicial.
Com informações do G1 Ceará.


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