A quadrilha capturada nesta terça-feira (28) quando se preparava para resgatar presos da Penitenciária Francisco Hélio Viana de Araújo, em Pacatuba, possuía um arsenal com armas de grosso calibre e coletes balísticos da polícia. Seis adultos foram presos e dois adolescentes apreendidos durante operação da Polícia Militar. Um outro suspeito morreu durante tiroteio. A ação ocorreu durante a madrugada. A quadrilha estava em uma caminhonete modelo Hillux, quando foi perseguida e interceptada pela polícia na Avenida Costa e Silva (Perimetral), no Bairro José Walter. Um outro veículo, um Hyundai HB-20, que também pertencia ao grupo foi apreendido no Bairro Mondumbi. Conforme a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), os policiais receberam informações de que os dois carros estariam se dirigindo ao presídio para tentar executar um resgate de detentos. Com isso, os policiais perseguiram os suspeitos, que fugiram por diversos bairros de Fortaleza e cidades da Região Metropolitana. Os suspeitos atiraram contra as equipes policiais durante a perseguição. A polícia revidou e matou um dos criminosos. Na Avenida Costa e Silva, a Hilux derrapou e os suspeitos foram rendidos. Ao saírem do carro, eles continuaram efetuando tiros contra os policiais, mas foram capturados. No total foram apreendidos três pistolas, dois revólveres, duas espingardas, uma carabina ponto 45 e munição de diversos calibres. Ainda foram apreendidos cinco coletes à prova de balas, sendo dois deles pertencentes à Polícia Civil. Também foram encontradas cordas, uma escada e uma tirolesa, que seriam utilizadas para tentar resgatar os presidiários. Os seis presos foram levados para o 30º Distrito Policial, onde foram autuados em flagrante e depois conduzidos para a Delegacia de Roubos e Furtos (DRF). Os adolescentes foram encaminhados à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA). G1/CE
Emoção na formatura do ex-cortador de cana que virou médico, no Recife
Jonas trabalhava com a mãe cortando e limpando cana-de-açúcar nos engenhos da cidade de Joaquim Nabuco, na Zona da Mata pernambucana, onde mora com sua família.”Foi um tempo difícil. Meu pai é pedreiro, somos sete filhos. Ele viajava para outros estados para arrumar trabalho, enquanto minha mãe cuidava da gente. Se não trabalhássemos, não havia o que comer”, contou o novo médico. A dificuldade financeira foi o combustível para Jonas superar os problemas e focar nos estudos. “Não sou melhor nem pior que ninguém. Apenas corri atrás do que sonhava”, enfatizou.

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