Na noite desta terça-feira (7), a Polícia Militar teve que conter um conflito entre torcedores na Arena Castelão onde ocorria a partida Ceará x Londrina (PR), válida pela Série B do Campeonato Brasileiro de Futebol (Brasileirão 2016).
A confusão ocorreu atrás na área conhecida como esplanada, que fica atrás das cadeiras. Policiais do Batalhão de Policiamento de Eventos (BPE) tiveram que agir com o uso da força para conter os brigões que seriam integrantes de uma torcida organizada. Emissoras de TV que cobriam a partida mostraram a ação dos baderneiros e a pronta resposta da PM.
Desrespeito
Na última sexta-feira, a juíza de Direito Antônia Dilce Rodrigues Feijão, titular da 36ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza, exarou uma sentença determinando o fim das atividades de três facções: a Torcida Uniformizada do Fortaleza (TUF), Torcida Jovem Garra Tricolor (JGT) e Associação Torcida Organizada Cearamor.
Na sua decisão, a magistrada foi enfática ao determinar que, “as torcidas agem à margem da legalidade, demonstrando que, na prática, se organizam para fins ilícitos”. E citou que as facções são responsáveis por crimes como homicídios, lesões corporais graves, posse de armas e de drogas, além do roubo de veículos. “Além disso, promovem brigas, rixas, depredação do patrimônio público e particular e causam medo á população”.
E ainda concluiu: “não se tratam de condutas isoladas, mas reiteradas como se fosse um estilo de ser e de proceder em nome daquilo que ela (torcida) é. É como se o fato de ser torcida organizada desse a elas a autorização para realizar toda espécie de barbárie que seus instintos conduzirem”.
Na prática, no entanto, a decisão da Justiça foi frontalmente desrespeitada e violada logo no primeiro jogo realizado em Fortaleza após a divulgação da sentença judicial.
Fonte: Blog do Jornalista Fernando Ribeiro
Inflação volta a subir e acumulado em 12 meses chega a 9,32%
Com a alta de maio, o IPCA passa a acumular variação de 4,05% nos primeiros cinco meses do ano, resultado, no entanto, inferior em 1,29 ponto percentual aos 5,34% de igual período em 2015.
O IPCA acumulado dos últimos doze meses (a taxa anualizada) ficou em 9,32%, ligeiramente acima dos 9,28% relativos aos doze meses imediatamente anteriores. Em maio de 2015, o IPCA fechou em 0,74%.
A principal contribuição para a alta de maio veio do grupo habitação, que subiu 1,79%, e colaborou com 0,27 ponto percentual para o IPCA do mês, tendo como principal contribuição para a aceleração do grupo a taxa de água e esgoto, com alta de 10,37%. Foi o item de maior contribuição individual no mês, com 0,15 ponto percentual.
Ainda no grupo habitação, outros itens importantes exerceram pressão no IPCA do mês: energia elétrica (2,28%), mão de obra para pequenos reparos (0,87%), artigos de limpeza (0,85%) e condomínio (0,79%). Energia elétrica, com alta de 2,28%, também exerceu pressão sobre o grupo habitação.”
Agência Brasil
Japonês da Federal é preso em Ciuritiba
Ele está detido na Superintendência da Polícia Federal na capital paranaense. Até 9h57 a Polícia Federal não havia informado o motivo da prisão.
Nome citado na Lava Jato
O nome de Newton Ishii foi citado na gravação que levou à prisão o senador Delcídio Amaral, em Brasília. No áudio, o senador fazia tratativas com o chefe de gabinete dele, Diogo Ferreira, o advogado Edson Ribeiro e o filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, Bernardo, buscando um plano de fuga para Cerveró, que estava preso na carceragem da PF em Curitiba.
O agente é citado durante a conversa quando o grupo discute quem estaria vazando informações para revistas. Delcídio chega a chamar um policial que seria ele de “japonês bonzinho”, sendo tratado como o responsável pela carceragem da PF em Curitiba, para onde são levados os presos da Lava Jato.
A Polícia Federal disse, na ocasião, que iria apurar se o nome citado na conversa era o do agente.
Portal G1
Suspeito de homicídio de PM é preso na Região Metropolitana
O preso foi identificado como Nil Hércules Alves de Sousa, de 19 anos. Ele é suspeito de participar da morte do subtenente da PM Francisco Wellington da Silva, de 43 anos. O crime aconteceu em abril deste ano, durante um assalto a uma agência bancária situada em Pacajus.
A prisão
Nil Hércules foi abordado pelos policiais após ser flagrado em atitude suspeita, quando trafegava em um veículo Golf. Ao perceber que seria abordado, o infrator tentou fugir, mas foi rendido pelos agentes de segurança. Ele ainda é suspeito de participação em outros casos de homicídio na área.
O crime
O subtenente Francisco Wellington entrou no banco para realizar um depósito, foi baleado e morreu na área dos caixas eletrônicos. Durante a ação, uma mulher que estava dentro do banco também foi atingida.
CNews
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