Quando proferiram seus votos em nome da família, muitos de nossos nobres deputados esqueceram que não são lá muito fiéis às suas famílias, visto que a clientela para as garotas de programa que atuam na câmara é bem ampla e este é um negócio extremamente lucrativo. Muitos dos autointitulados “paladinos da moral” usam dinheiro público para pagar mordomias e programas para acompanhantes de luxo que tem ponto fixo no congresso nacional. A garota abaixo é apenas uma delas.
De acordo com reportagem do R7, Vanessa Soares é professora de Educação Física, modelo e garota de programa. A Coordenação de Polícia Judiciária da Câmara dos Deputados investiga o caso de prostituição dentro de um banheiro da Casa, ocorrida no mês passado. O inquérito apura a ocorrência 39/2016, aberta após o vazamento de fotos de sexo entre uma morena com identificação de visitante da Câmara e um homem de terno preto dentro de um banheiro da Casa.

As fotos, que mostram a morena de calcinha rosa em poses provocantes e cenas de sexo oral, circularam em um dos grupos de WhatsApp de parlamentares e assessores. O R7 conversou com o assessor de Vanessa, Bruno Silvério. Ele explicou que Vanessa irá prestar esclarecimentos sobre o caso, e vai se defender dizendo que foi vítima do vazamento das fotos.
— Ela não vai revelar quem é o cliente, até porque ela recebeu pelo programa, R$ 5.000. Ela não vai falar quem é, vai que ele é casado.
Com informações do Plantão Brasil
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A proposta altera a legislação de crimes eletrônicos, que ficou conhecida como “Lei Carolina Dieckmann” (Lei nº 12.737, de 2012), que pune a invasão de computadores com a intenção de obter dados particulares. A proposta é ampliar e transformar em crime o acesso não permitido a qualquer sistema informatizado ou aparelho eletrônico que cause prejuízo econômico, alteração de dados, instalação de vulnerabilidades, obtenção de conteúdo ou o controle remoto da plataforma ou aparelho em questão.Para subsidiar as atividades da polícia judiciária, os deputados sugerem a criação de uma lei para destinar os recursos de um fundo bilionário voltado atualmente à fiscalização das telecomunicações. A ideia é usar até 10% do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel). O dinheiro do fundo advém das taxas de fiscalização cobradas pela Anatel, de parte dos valores pagos por empresas que querem operar no Brasil e de multas aplicadas pela agência. Entre 2001 e 2015, o Fistel arrecadou R$ 63,5 bilhões. Os deputados argumentam que os recursos ajudariam as polícias judiciais a se estruturarem para combater o crime cibernético.
Outro dos projetos de lei é a inclusão dos crimes praticados por meio de um computador ou contra um desses aparelhos sobre a esfera de atuação da Polícia Federal. Combinada à alteração proposta pelos deputados à Lei Carolina Dieckman, isso faria com que um adolescente com acesso não permitido à conta de Facebook de um colega pudesse ser alvo da PF. Para deputados, a alteração deve ser feita por não haver norma que defina de qual polícia é a competência para investigar suspeitas de crimes cibernéticos.A penalização não só com prisão mas multa de pessoas enquadradas em crimes cibernéticas é outra sugestão de lei. O Estado poderia confiscar valores e bens de criminosos para promover a “asfixia econômica de certos crimes”. “Além de ser uma pena eficaz contra a prática de delitos, impede que o mesmo instrumento seja novamente utilizado para práticas ilícitas”, dizem os deputados
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